Istambul – Introdução
Muito já se falou sobre Istambul: que é uma síntese perfeita entre a cultura ocidental e a muçulmana; que mescla igualmente o charme europeu com as tradições religiosas. Linda, caótica, calorosa, exótica na medida certa e outros adjetivos, enaltecedores ou não, tudo, absolutamente tudo, faz jus à esta cidade.
Nem sei porque demorei tanto para visitá-la. Pode ter sido minha obsessão por Londres, ou a intenção de visitar os países da Europa dita ocidental antes de partir para os vizinhos do “leste”. Perdi a chance de ter ficado fascinado por ela um pouco mais cedo.
Antes tarde do que nunca, diz o ditado chavão. E antes ficar 5 dias do que nenhum, digo eu.
Havia resolvido visitar, numa mesma viagem, dois cantos extremos da Europa – a Turquia e a Islândia – e ainda queria voltar a Londres, depois de quase 12 anos. Desta forma, tive que dividir equitativamente os meus 15 dias de férias para que nenhuma cidade se sentisse deprestigiada.
O mais difícil foi a arrumação da mala: tive que colocar roupas para enfrentar o calor de 28 graus de Istambul, sem me esquecer do frio de -2 graus de Reykjavik! E fazer tudo isto caber em uma mala média que pesava pouco mais de 13 kgs.
E foi assim que, em setembro de 2009, fiz uma das viagens mais agradáveis e interessantes dos últimos tempos, unindo o exotismo turco à natureza peculiar islandesa, com o charme cosmopolita da velha Albion como a cereja do “sundae”.
O relato da Islândia já foi inteiramente publicado (comece por aqui) . O de Istambul está apenas começando…




Realmente, bagagem para os extremos é complicada, mas quem mandou ser guloso?
Arthur,
Digamos que foi uma falha na logística… Acabou sendo divertido