Londres, junho 2012
Estive mais uma vez em Londres, neste último junho, para uma temporada de 5 dias. Escolhi, para variar, um hotel nas imediações de Paddington, já que considero bastante prático tomar o Heathrow Express e 20 minutos depois já estar no quarto do hotel.
O escolhido foi o Royal Park Hotel, bem localizado na Westbourne Terrace, mas um pouco caro para o que oferece. Cobravam cerca de 200 libras pelo quarto e nem se dignavam a dar o café da manhã, que custava 9 libras. Juro que não entendo qual a lógica de marketing para não inclui-lo no preço da diária.
Um detalhe, contudo, foi que sempre havia uns cookies deliciosos a me esperar quando chegava. Achei ultra simpático da parte deles…
A semana estava fraca musicalmente falando, mas deu para conferir o que a Mary Epworth tinha para oferecer, num pocket show gratuito na loja da Rough Trade East. A cantora, que está lançando seu primeiro CD, tem uma pegada meio folk com alguma coisa da psicodelia californiana da década de 60. Foi bem interessante.
As fotos abaixo foram tiradas nas imediações de Spitalfields Market, aproveitando o sol das 20hs.
Fui de ônibus até Oxford Street tentar achar um lugar para comer – acabei achando este simpático restaurante/pub chamado Revolution que, ainda por cima, oferecia um desconto de 50% no valor da conta. O local fica meio escondido, em St Annes Court, uma viela espremida entre Dean e Wardour Street.
Escolhi um spaghetti com presunto e espinafre que desceu muito bem, acompanhado de uma taça de vinho branco. Vi o jogo da Espanha por lá mesmo e voltei para o hotel.
Também fui a uma exposição muito boa sobre Bauhaus (o movimento, não a banda de rock
) no Barbican. A área, que foi duramente bombardeada na Segunda Guerra, engloba, além do Centro de Artes, o Museu de Londres, uma biblioteca, uma escola de música, edifícios residenciais e até um YMCA.
Depois da visita, acabei indo a um restaurantes chinês legítimo – as atendentes tem muita dificuldade com o inglês e tive que abusar das mímicas. A comida, no entanto, estava ótima! O nome do local é “My Old Place” e fica na Middlesex Street, nas imediações de Liverpool Street. Recomendo!
No dia seguinte, o programa continuava na parte leste da cidade. A pedida era ver um show da banda americana Bear in Heaven, num barzinho recém inaugurado na “hypada” Dalston, chamado Birthdays. Para isso, tive que andar nos novíssimos vagões do Overground até a estação de Dalston Junction.
Andei pela Stoke Newington Road, com sua profusão de restaurantes baratos e tipos estranhos (na verdade, não consigo entender a fascinação por aquela área – seria o equivalente da Lapa aqui no Rio).
Achei um restaurante turco, o Evin Cafe, que me pareceu agradável. Pedi um menu de 12 libras: entrada, prato principal e sobremesa. A comida estava muito boa e a sobremesa foi um achado.
O show do Bear in Heaven começou tarde, mas foi excelente! No local mal cabiam 100 pessoas e estava lotado. Consegui ficar a menos de 1 metro do palco o que garantiu visão e audição perfeitas.
Andei bastante por Holborn e redescobri o prédio abaixo, que eu admirava sempre que passava de ônibus pelo local.
Também dei uma passada no Museu Britânico, mas isso é assunto para outro post.
Tem mais posts sobre Londres vindo em seguida. Aguarde!

























