China – Hong Kong parte 3
Último dia em Hong Kong e eu ainda tinha vários lugares para visitar. O lema era “acordar cedo e fazer o dia render!”
Depois do lauto café da manhã, tomei um metrô até a estação de East Tsim Sha Tsui, onde começa a Avenida das Estrelas, um calçadão à beira da baía construído em 2004 com o intuito de homenagear os profissionais da arte de Hong Kong, incluindo aí Bruce Lee, Jackie Chan e John Woo, entre outros.
É muito similar à Calçada da Fama de Hollywood, porém em um local infinitamente mais bonito, concordam?
Completam o conjunto de atrações locais um Museu de Artes, um Centro Cultural, o Space Museum e a Torre do Relógio. Apesar de tudo isso, eu só conseguia olhar para a vista maravilhosa que se tem da baía. Pena que o tempo estava meio lusco-fusco…
Para aproveitar um pouco mais da vista, decidi tomar o ferry e atravessar até o Victoria Harbour.
Os barcos double- deckers são um dos passeios turísticos mais populares de HK e nem preciso apontar as razões, não é?
A travessia desde o pier de Tsim Sha Tsui pode ser feita tanto para Wan Chai quanto para o Central Pier. As saídas são normalmente a cada 10 minutos.
Escolhi este último como destino e em 15 minutos estava mais uma vez na Ilha de Hong Kong.
A passagem tem 2 preços distintos, dependendo do local onde você quer ir: no piso inferior custa entre 2 e 2,80 HKD. Na parte superior, com as melhores vistas, paga-se um pouco mais caro: entre 2,5 e 3,4 HKD. Nem precisa dizer o que escolhi…Um dos melhores custo-benefício que vi em passeios turísticos!
Lá chegando, resolvi mais uma vez me aventurar em um ônibus para desbravar a parte sul da ilha.
Desta feita tomei o 6A na Exchange Square (tarifa de 9 HK, 50 minutos até lá) para ir até o outro lado da Ilha de Hong Kong, conhecer a praia de Stanley.
O trajeto é fabuloso, seguindo o recorte da costa.Se você tiver sorte de pegar um double-decker então…
Depois de tomarmos o Aberdeen Tunnel, chegamos a Repulse Bay, com sua praia e seu pitoresco edifício com um buraco no meio, onde antes funcionava um hotel. Li que esta é uma das áreas mais caras para se morar na cidade.
Continuamos na estrada super sinuosa por mais alguns minutos até chegarmos ao ponto final no Stanley Market.
A pacata Stanley oferece uma experiência bastante diversa da confusão sonora e visual que é HK. Uma antiga vila de pescadores, se tornou um local de descanso dos moradores da cidade, além de receber vários turistas atraídos por seu mercado.
Para falar a verdade, eu achei o Stanley Market bastante simples (ou talvez já estivesse cansado de tanto window shopping!), com algumas lojas de quinquilharias e souvenires. Para mim a atração principal foi mesmo o calçadão com seus inúmeros restaurantes (prefira os próximos à praça) onde, apesar do tempo nublado, havia um grande número de pessoas.
Poderia ter visitado o Museu Marítimo de HK (que fechou em abril de 2012 e deve reabrir no começo de 2013 no Central Pier) mas preferi andar pelo recém aberto parque Ma Hang (entrada grátis).
O parque fica aberto das 7 às 20hs e possui passarelas novinhas que levam a locais de observação de pássaros, jardim de borboletas e até um templo (o minúsculo Pak Pai) , além de vários pontos panorâmicos. Mais um local tranquilo, longe da agitação do outro lado da ilha, que rende um gostoso passeio à beira mar.
Satisfeito com o delicioso passeio, voltei de ônibus até a área do Central Pier e tomei o metrô, atravessando para Tsim Sha Tsui, onde estava devendo uma visita ao Din Tai Fung local.
A filial de Kowloon do Din Tai Fung fica em um shopping movimentado e cuja fila de espera, em pleno dia de semana, chegava a quase meia hora!
Ouso dizer que a refeição que fiz lá foi ainda melhor do que a de Shanghai: pedi alguns rolinhos primavera de entrada – crocantes e saborosos!
- Rolinhos primavera de entrada
Depois foi a vez dos ótimos dumplings. O menu explicava direitinho a melhor forma de comê-los em poucos passos:
1) Fazer uma mistura de 25% de shoyu e 75% de vinagre;
2) Furar o dumpling com o hashi, para liberar o ar quente;
3) Molhar o dumpling levemente na mistura preparada na etapa 1;
4) Colocar o dumpling na colher e sorvê-lo de uma só vez, com barulhinho e tudo.
E… Voilá!
Ainda pedi um macarrão com um molho sensacional para complementar o jantar. Perfeito!
E assim terminou meu périplo pela China. Confesso que gostei bastante da viagem, principalmente pela diversidade encontrada em cada cidade – clima, cultura, língua e hábitos, tudo era distinto a cada parada.
Hong Kong foi a cereja do bolo e deu vontade de ter ficado um pouco mais para explorar cada cantinho desta metrópole.
Quem sabe um dia?




























Oi, JB. Tudo bem?
Seu post foi selecionado para a #Viajosfera, do Viaje na Viagem.
Dá uma olhada em http://www.viajenaviagem.com
Até mais,
Natalie – Boia Paulista
Oi Nat,
Mais uma vez obrigado pela preferência!
Bjs
Adorei o passeio! Me fez ficar com mais vontade de conhecer Hong Kong!
Abraços,
Lillian.
Oi Lillian,
Que bom q vc gostou! HK é mesmo muito interessante!
abraços