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Dia 2 – Bogotá

21 fevereiro 2007

Tive uma ótima noite de sono e não senti nenhum dos efeitos dos 2680 metros de altitude de Bogotá. Saí para o café da manhã e não resisti quando vi o McDonalds – pedi pancakes com maple, ao menos fugi do elementar sanduíche de queijo e presunto.

O tempo estava bom, por isso fui caminhando pela Calle 19 até a esquina com a Carrera 20, onde supostamente havia a parada do ônibus para Zipaquirá. Não deveria confiar tao cegamente nas informações do Lonely Planet – agora os ônibus saem das cercanias do Terminal de ônibus, que fica na extremidade oeste da cidade, ou seja, fui obrigado a gastar e fortuna de Cop 5,500 de táxi, o que, para Bogotá, significa ¨longe à beça”.

Tomei um micro-ônibus até Zipa, como é carinhosamente chamada por aqui. A viagem dura pouco mais de uma hora, custa a bagatela de Cop 2,800 e é feita por uma rodovia pavimentada e bem sinalizada.

Chegando a Zipa, caminhei até a Plaza Central onde havia uma Catedral interessante e depois subi os árduos degraus que levavam ao nível Potosí, onde ficava a Catedral de Sal.

colombia-zipaquira-catedral-9.JPG

Esta Catedral foi construída pelos trabalhadores da mina de sal, que até hoje emprega cerca de 50 mineiros em turnos de 8 horas, e é fantástica. Possui 3 naves, um domo central e até um Centro de Convenções, além da representação das 14 estações da Paixão de Cristo.

Voltei de Zipa até o Terminal Norte do Transmilenio, um sistema de ônibus articulados, importado da Curitiba de Jaime Lerner e que se configura em alternativa barata, rápida e segura ao metrô. Não pude descer onde queria pois havia uma passeata interrompendo o trânsito. Fui obrigado a andar debaixo da chuva que teimava em cair. (por falar nisto, o tempo anda mesmo louco, já que, nesta época do ano, não deveria estar tão quente nem tampouco chovendo).

Me refugiei no Museo del Oro, aproveitando para almoçar no restaurante do local. Comi uma frijolada, feijao com hogao (molho à campanha) mais arroz, banana frita, abacate e torresmo (chicharrón) – parece esquisito, mas não é ruim.

colombia-bogota-museo-del-oro-4.JPG

Depois do almoço, a visita ao Museu, que é impressionante, contendo vários objetos feitos pelos povos que habitaram a região norte da América do Sul, desde A.C. A chuva já havia passado quando saí do Museu, mas as nuvens ameaçadoras não aconselhavam a subida até o Mirador de Monserrate, ou seja fui para o hotel descansar um pouco e só saí para um fettucine a carbonara delicioso do Restaurante Sanalejo, próximo ao hotel.

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