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Dia 3 – Bogotá

22 fevereiro 2007

Para variar, resolvi tomar o café da manhã em uma lanchonete alternativa, na esquina do hotel, chamada Mora Mora. Escolhi um suco de amora com leite e ovos mexidos com presunto e pão.

Andei pela Calle 4 até chegar ao Complexo Cultural do Banco de la Republica, que compreende a Biblioteca Luis Ángel Arango, um Museu de Numismática, outro de Arte Colombiana e a Donación Botero. A entrada para todos eles é gratuita.

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Fernando Botero é um dos maiores pintores colombianos, apreciador das formas rechonchudas. Além disto, é colecionador de obras de arte e doou várias obras primas de sua coleção a Museus em Medellín , sua cidade natal,  e Bogotá. Artistas como Picasso, Klimt, Chagall, Miró, Monet, Di Chirico , dentre outros, compoem o acervo da Donación Botero, além de várias obras próprias, com destaque para a sua versão da Mona Lisa. Sem dúvida, um dos melhores museus que já visitei.

Tomei um táxi até o funicular de Monserrate e em poucos minutos estava a 3200 metros acima do nível do mar. A visão de Bogotá era fantástica, apesar da poluição e da hora nao serem propícias para as melhores fotos. A Catedral de Monserrate é a construção dominante, mas há restaurantes e lanchonetes, além dos indefectíveis vendedores de souvenirs.

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Quando resolvi descer, o funicular já havia terminado suas operações e o teleférico tomou o seu lugar. O preço era o mesmo (Cop 6,300 por trecho) mas o funicular é mais charmoso.

A próxima parada foi na Plaza Bolívar, coração da cidade e um verdadeiro carnaval arquitetônico, com igrejas coloniais,  prédios em estilo neoclássico e o Palacio de la Justicia moderno até a medula. Mais adiante chamava a atenção a Iglesia del Carmen (também conhecida como Iglesia de Gaudí, por conta de suas formas arrojadas).

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Fiz um passeio pela parte antiga de La Candelaria até parar para o almoço – escolhi uma arepa hawaiana, uma panqueca de milho com presunto e abacaxi. Voltei ao hotel para recuperar a mala e tomei um táxi até o Aeroporto. O motorista disse que há planos para fazer uma rota do Transmilenio do Centro até o Aeroporto, boa notícia para os mochileiros.

O saguão do El Dorado estava um verdadeiro ¨quilombo¨ e ainda tive que enfrentar uma fila para isenção do imposto de saída (turistas que permanecem menos de 60 dias no país), além da fila para os trâmites aduaneiros e outra para a revista obrigatória.

O vôo da Copa Airlines até Panama City foi curto (1h) porém cansativo, pois tivemos  que esperar cerca de meia hora sem ar condicionado (eles nunca admitem que é por economia!) antes da decolagem e, após o pouso, outros 20 minutos até repararem o sistema elétrico que permitiria a simples operação de abrir as portas da aeronave.

Felizmente não houve problemas com a conexão para Guatemala City. O que não aguentava mais era a comida horrível servida a bordo, uma das piores já vistas. Na aduana em Guatemala, tive que provar que tinha recursos para passar uma semana no país. Tomei um shuttle até Antigua por módicos $10 e cheguei a Casa Rustica, onde meu quarto single me esperava.

Trilha Sonora : “Chúntaro Style” – El Gran Silencio. Tá bom, sei que não irei ao México desta vez, mas é só para entrar no clima. A melhor banda mexicana da atualidade, com um ótimo nome, mistura os ritmos do norte do México a outros temperos, num resultado fantástico.

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