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Istambul – quando e como ir

18 março 2010

Torre de Gálata

Cheguei a Istambul num voo da Turkish Airlines (ou Turk Hava Yollari, THY para os íntimos) desde Londres. A passagem ida e volta custou pouco mais de 200 dólares com taxas incluídas (os preços são um pouco mais caros para saídas de Paris). Voamos em um Boeing 777 muito confortável, com poltronas em couro e com monitores individuais. A bagunça no embarque e desembarque, no entanto, não deixavam dúvida: os turcos se assemelham muito aos brasileiros. Inclusive nos atrasos aéreos – neste caso, quase 2 horas!!

Havia ganho o transfer de chegada por ter reservado 5 diárias em meu hotel. E que transfer! Para começar, o motorista, que só falava turco, me recepcionou com uma cara atravessada, reclamando veementemente do meu atraso, como se eu fosse o responsável pelo mesmo. O pirralho que o acompanhava sabia um pouco de inglês e foi por isso que soube o que o velho havia dito. Depois entramos em uma van na qual eu era o único passageiro e, até chegarmos ao hotel, fomos ouvindo um pout pourri de sucessos turcos que fariam corar Silvio Santos e seus programas musicais pra lá de bregas.

Apesar de possuir vários hotéis espalhados pela cidade, minha opção foi ficar na região de Sirkeci, em um simpático hotel chamado Ağan (coincidentemente, o mesmo hotel em que a CarlaZ  havia se hospedado 2 semanas antes!). A 30 euros a diária, tem um custo benefício muito bom.

O quarto era espartano, mas com tudo o que eu precisava, inclusive ar condicionado para uma noite bem dormida. O café da manhã turco era meio indigesto, com feijão, pepinos, tomates e sucos intragáveis. O pão com manteiga, queijo e salame me pareceram mais atraentes.

Vista do terraço ao lado do Hotel Agan

Quarto triplo no Hotel Agan

A vantagem em se ficar nesta região de Istambul é que a maioria das atrações da cidade vai ficar a poucos passos de distância. É verdade que o bairro de Sultanahmet, logo ao lado, congrega os principais atrativos e hotéis, mas achei Sirkeci mais central e menos turístico. Além do mais, fica bem na rota do moderno tram (vulgo “bonde”), o transporte público mais conveniente para turistar na cidade. Os hotéis mais arrumados de Sultanahmet  ficam fora do circuito turístico das lojas de doces e souvenires e os restaurantes baratos e, portanto, mais afastados do transporte público.

Minha visita foi no final de setembro e vi dias lindos, com sol a pino e poucas nuvens. Obviamente a temperatura estava um pouco alta para o meu gosto, chegando até a 30 graus, o que tornava o bonde uma refrescante opção, apesar de ter que suportar a superlotação nos horários de pico e, pior, o cheiro forte que exalava de alguns “espécimes” turcos menos chegados a um banho.

Galata Tower ao fundo

No outono e na primavera as temperaturas estão em níveis que agradam a maioria dos visitantes. O inverno pode ser congelante e o verão, insuportavelmente quente. Algo me diz, contudo, que a cidade vai parecer estar sempre cheia de turistas.

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