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Montevidéu – passeios

8 julho 2010

  

A Ciudad Vieja é o local de onde Montevidéu se expandiu, e merece uma visita. Para chegar até lá, vá primeiro à Plaza Independencia admirar o Palácio Salvo (foto acima), um dos marcos da cidade. O edifício, inaugurado na década de 20 e obra de um arquiteto italiano morador de Buenos Aires, chegou a ser o mais alto da América Latina por um bom tempo. O Palácio leva o sobrenome dos 3 irmãos que possuíam o terreno, e que sonhavam em fazer uma construção inspirada no Edifício Barolo, na capital argentina.        

Ao lado da Plaza Independencia fica outro marco uruguaio: o Teatro Solís (foto abaixo).    

O Teatro Solís é o orgulho da capital. O nome foi escolhido como homenagem ao navegador Juan Díaz de Solís, desbravador do Rio de la Prata e foi inaugurado em agosto de 1856. Desta vez não deu tempo de fazer uma visita guiada, mas acho que vale a pena. Maiores informações podem ser obtidas aqui.             

           

Puerta de la Ciudadela

  

O Paseo Sarandí começa após a Puerta de la Ciudadela, que fica na parte oeste da Plaza Independencia. É uma rua de pedestres que corta a Ciudad Vieja e acaba na Rambla Francia. Com exceção do acanhado, mas interessante, Museu Torres García, logo no início do Paseo, não há muito mais o que ver, até porque a área está muito mal cuidada.            

    

    

    

Como já foi dito anteriormente, uma das melhores pedidas da cidade é um passeio por suas inúmeras ramblas. Minha sugestão é começar por Punta Carretas e seguir em direção a Pocitos, apreciando os jardins e acompanhando o Rio de la Plata.        

      

 Ao chegar em Pocitos, entre na simpática Plaza Tomás Gomensoro e percorra algumas quadras das calles  Tomás Diago e Roque Graseras, para ver a arquitetura interessante das casas, que resistem bravamente ao avanço imobiliário.     

  

       

   

  

  

  

  

  

  

  

Se houver tempo, faça uma visita ao Museo Juan Manuel Blanes (foto abaixo). O museu fica no bairro de Prado, ao norte da cidade, e um pouco fora de mão das outras atrações turísticas.  

 

O museu, especializado em história da arte nacional, e que abriga obras do pintor uruguaio de mesmo nome, não é tão interessante. Um dos destaques é “O Juramento dos 33 orientais”, que Blanes pintou no fim do século XIX. Depois da imersão na história do país, vale a pena  fazer um passeio pelo único – e bem cuidado-  jardim japonês no Uruguai, que fica atrás do prédio principal do museu. 

Jardín Japonés

 

 

 

Para quem gosta de vinho, existem várias vinícolas nos arredores de Montevidéu. Duas são recomendadas, apesar de eu mesmo não ter feito este passeio (fica para a próxima!): a Establecimento Juanicó e a Bouza – esta última possui um restaurante elogiado, além de uma coleção de carros clássicos, o que pode complementar a visita com chave de ouro. Um dos vinhos mais premiados da Bouza é o Monte Vide Eu, um corte de Tannat (a uva emblemática do Uruguai), Merlot e Tempranillo.

Pode-se chegar a estas bodegas utilizando transporte público, porém o melhor é contratar um passeio ou alugar um carro. Recomenda-se agendar a visita com antecedência.          

Montevidéu – comidas            

Fui a apenas um restaurante em Montevidéu e muito bom, por sinal. Se chama Francis e fica em uma rua tranqüila de Punta Carretas. Pedi um risoto de camarão delicioso e um mousse de doce de leite que estava fantástico. Com um bom tannat uruguaio, a conta não passou de R$ 70.                                  

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7 Comentários leave one →
  1. 12 julho 2010 8:08 pm

    Eu acho o Palacio Salvo absolutamente lindo – e fiquei chocada quando soube que durante muito tempo ele foi conhecido como “El Feo”…

    Sobre os vinhos, provamos em Montevidéu um tannat delicioso, o Viejo 2007 da Bodega Stagnari. Ainda não pesquisei a vinícola, mas vou fazê-lo antes de uma próxima visita – já com segundas intenções, claro! Nesse meio tempo, descobri que tem o vinho aqui na Torninha… 😉

  2. 31 julho 2010 9:10 am

    JB, você quis dizer que o Francis fica em Punta Carretas, né? 😉

    • 31 julho 2010 10:23 am

      Oops… corrigido. Muitas “Puntas” em uma viagem só 🙂

  3. Fernanda permalink
    8 junho 2015 12:32 am

    Vc só errou no comentário sobre o poema recitado no por do sol de Casa Pueblo…chato…vc não entende espanhol meu amor? O que ele fala na gravação é o melhor do passeio…saudações.

    • 8 junho 2015 1:07 pm

      Fernanda,

      O que está escrito no post é a minha opinião pessoal, não uma verdade absoluta. Vc tem todo o direito de discordar, elegantemente, como o fez. Grato pelo feedback.

      Sds

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