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Sudeste Asiático – Dia 2 – Bangkok

9 junho 2011

A primeira impressão do vôo da Thai foi a melhor possível: as aeromoças eram simpaticíssimas, as poltronas decoradas em laranja e roxo compunham um belo visual e o serviço de bordo estava impecável.

A chegada a Bangkok ocorreu dentro do horário previsto, ou seja, cerca de 12 horas depois de sairmos de Frankfurt. O aeroporto de Suvarnabhumi também foi uma ótima introdução ao sudeste asiático: é gigantesco e muito bonito. Um lembrete importante para os turistas brasileiros: antes de se dirigir à fila de imigração, é necessário passar antes no Health Control para mostrar o atestado de vacinação contra a febre amarela exigido pelas autoridades. Claro que só fui descobrir isto depois de passar cerca de 40 minutos na fila da imigração…

Para sair do aeroporto existem várias opções: o táxi costuma cobrar cerca de 400 baht até o centro e o Airport Express Bus, que tem 4 linhas, parando nos principais hotéis da cidade, custa 150 baht. (à cotação da época,  100 baht valiam cerca de R$5,2, ou cerca de US$ 3,3).

Resolvi testar o Airport Rail Link, um serviço inaugurado em agosto de 2010 e que possui 2 tipos de trem: o Airport Express é o trem  rápido que vai direto até a estação de Makkasan em cerca de 15 minutos e custa 150 baht. De lá você pode tomar facilmente um táxi até o seu hotel. Preferi arriscar o Airport City Line, que leva 35 minutos até a estação Phaya Thai  parando em 6 estações intermediárias (uma delas a própria Makkasan). O custo, como quase todos os transportes aqui na Tailândia, depende da distancia percorrida, variando de 15 até 45 baht. O meu hotel ficava próximo à penúltima estação Ratchaprarop e paguei 40 baht até lá.

Mapa da rota do Airport Rail Link

A passagem pode ser comprada nas máquinas automáticas espalhadas pelo local – todas com informações em inglês, obviamente. Ao final, você vai receber um token como o abaixo:

Para utilizar este serviço, vá até o Piso B (B Floor). Você vai desembarcar no 2° andar, então é só descer 2 andares pelo elevador.

A viagem é tranqüila, com ar condicionado potente, os trens e as estações são novíssimos, um serviço de primeira. Sair da estação, contudo, foi um baque.

O hotel Baiyoke Sky (o edifício mais alto de Bangkok, com 76 andares) era realmente próximo da estação, mas para chegar até lá, tive que arrastar minha mala pelo asfalto, já que as calçadas eram minúsculas e cheias de buracos. A rua do hotel também era bastante movimentada, com um shopping popular que me fez sentir em plena Uruguaiana (ou 25 de março se você for paulistano!). Depois de um certo tempo já estava rindo de tudo, até porque o interior do hotel destoava totalmente do cenário em volta. No check-in, fui brindado com um upgrade para o 52° andar e em poucos minutos estava em minha confortável suíte. Pena que a vista não era para a parte mais pitoresca de Bangkok, mas não posso reclamar.

Transportes em Bangkok. Vejam as cores dos taxis!

Aproveitei o resto do dia para conhecer a área próxima ao Baiyoke, usando a van gratuita do hotel que nos levava até Siam Square (diga “Saquare”), a maior concentração de shoppings que já havia visto (e que depois foi superada em Cingapura, mas isto já é assunto para outro post).

O famoso MBK

Entrei no Siam Paragon, que me pareceu apenas mais um shopping sofisticado, do tipo que normalmente encontraríamos no Brasil. Para mudar um pouco de ares, fui até o MBK, acrônimo de MahBoonKrong, paraíso dos sacoleiros locais e internacionais. O shopping, imenso como tudo nesta área, possui vários andares temáticos: um para bijuterias e relógios, outro para eletrônicos, um dedicado a uma loja de departamentos e por aí vai. Achei muito muvucado e voltei para o Paragon para o jantar. Escolhi um restaurante mais ajeitadinho, já que não queria pegar pesado no primeiro dia. Comi meu pad thai apetitoso com um frozen de lichia e fiz um pouco mais de window shopping antes de voltar ao hotel.

Siam Paragon

Frozen de lichia

Pad thai goong - o primeiro de muitos

Como não havia mais a van naquele horário, fiquei na porta do shopping, sendo rapidamente abordado por vários motoristas de tuk-tuk. Após algumas barganhas (nunca entre em um sem barganhar MUITO), paguei 60 baht até o hotel e pude verificar como eles se desviam do trânsito insuportável da cidade. Tudo bem, é perigoso, não tem cinto de segurança ou ar condicionado e nem é tão barato assim, comparado com outros meios de transporte, mas é muito divertido!!

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6 Comentários leave one →
  1. Sylvia Lemos permalink
    13 junho 2011 5:17 pm

    Que delicia !!
    Templos pequenos, grandes, cheios de mequetrefes por todos os cantos , exotismo a varrer 🙂
    Pois abes que a gente adora o MBK , acho tudo tão surreal que da ultima vez ficamos hospedados no hotel contíguo a ele ( PPPrincess Hotel).
    Imagino que deves ter te divertido pra caramba !

    • 15 junho 2011 5:53 pm

      O MBK é um barato.
      Acabei não explorando muito pois não queria comprar as lembrancinhas todas no primeiro dia e carregar o peso por todo o Sudeste asiático.

  2. 16 junho 2011 3:28 pm

    Nós também fomos um dia passear nessa parte da cidade, mas não gostei, não… 😉 Essa sensação de estar em uma mistura de Uruguaiana com Ciudad del Este definitivamente não me encantou…

    • 21 junho 2011 5:43 pm

      Hehe, sabe que até entrei no clima? Nem isso foi capaz de tirar o encanto da cidade…

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