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Sudeste Asiático – Dia 10 – Kuala Lumpur

29 junho 2011

Vista da KL Tower, com as Torres Petronas ao fundo

Comecei o dia com um bom café da manhã no hotel. Assim como em Bangkok, aqui também havia muitas opções culinárias étnicas, embora em menor variedade.

Fui até o National Museum (também conhecido como Muzium Negara – aberto diariamente de 9h às 18h, entrada 5 RM), que fica também próximo ao Lake Gardens. Poderia ter ido ontem, já que estava ali próximo, mas a progamação foi intensa e não consegui chegar ao museu a tempo. Sempre tenho a tendência a visitar os museus que dão ênfase à história e costumes dos países por onde passo. Aqui não poderia ser diferente.

O National Museum fica em um prédio moderno com 3 andares, construido no estilo de um palácio malaio, com 2 lindos murais. No mesmo local ficava o Museu Selangor, acidentalmente destruido pelas Forças Aliadas na 2 Guerra Mundial. Possui um largo hall de entrada, que divide o prédio em duas alas.

Uma das alas mais interessantes conta a história do povo malaio, desde a pré-história até os dias de hoje. Há muito mais coisas no museu: uma Galeria devotada aos esportes, uma ala de instrumentos musicais e artefatos de metal, a Galeria Cultural, entre outras. Externamente ao prédio principal, outros prédios abrigam exposições temporárias, além das locomotivas e carros antigos e réplicas de antigos palácios malaios expostas no pátio. Um prato cheio para quem quer se aprofundar na cultura malaia.

National Museum

Detalhe do mural – National Museum

National Museum

Palácio Malaio - National Museum

Na saida do Museu, tomei um táxi até a Torre de Kuala Lumpur (Menara Kuala Lumpur, aberto diariamente de 9h à 22h, entrada 45 RM, estação Bukit Nanas do Monorail), a quinta mais alta do mundo com 421 metros (o deck de obsrevação fica a 276 metros). Fica no topo de Bukit Nanas (Bukit=colina, Nanas= abacaxi!), que possui 94 metros de altura. Desta forma, parece que a torre é maior do que as Petronas, o que não é verdade.

A vista é realmente fantástica e se consegue ver até as Batu Caves, distantes cerca de 50 km da cidade. Com a vantagem de se poder admirar as Torres Petronas em todo seu esplendor.

O complexo da KL Tower abriga, além da reserva florestal de Bukit Nanas, um centro cultural, um simulador de Formula 1, um restaurante giratório (caríssimo, como todos deste tipo) e uma vila típica da Malásia (incluida no preço de admissão – não visitei, por achar um tanto “fake”).

Vista da KL Tower

Vista da KL Tower, com as Batu Caves ao fundo

KL Tower vista de Merdeka Square

Malaysian Village na KL Tower

O jantar foi em um restaurante italiano (cujo nome me esqueci…) próximo ao hotel. Não há nada como uma massa acompanhada de uma taça de vinho…

Fazendo o balanço final, acho que KL mereceria pelo menos mais um dia, para dar tempo de fazer outros passeios, por exemplo, até as Batu Caves, ver o mercado noturno de Chinatown, aproveitar mais a oferta gastronômica da cidade.

Isto posto, confesso que KL foi uma grata surpresa. Não imaginava a limpeza e a organização extremas, embora tenha me restringido à area próxima ao Golden Triangle. A história do povo malaio é muito interessante e a língua (Bahasa Malaysia) me pareceu bastante fácil (embora não me lembre de nenhuma palavra agora). Os preços são muito baixos, o que faz o custo/benefício ir às alturas. Resumindo, um destino fascinante!

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One Comment leave one →
  1. 29 junho 2011 4:51 pm

    Chega uma hora em que a comida italiana tem uma função nobre: matar as saudades de casa quando estamos do outro lado do mundo… 😉

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