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Sudeste Asiático – Dia 11 – Kuala Lumpur/Cingapura

30 junho 2011

Depois do café da manhã, tomei um táxi até a Estação Central (KL Sentral) embarcando no ônibus da Air Asia até o Terminal Low Cost para o meu vôo para Cingapura. O ticket para o ônibus custou 8RM e foi comprado on line juntamente com a passagem aérea. O trajeto até o LCCT (Low Cost Carrier Terminal) demora cerca de 1 hora.

Se voce preferir ir de táxi, tenha em mente que o LCCT não é o KLIA (Kuala Lumpur International Airport) e, que apesar de parecerem bem próximos, o trajeto entre um e outro é demorado (né, Carla?).

Air Asia

Changi

O vôo da Air Asia foi normal, com um pequeno atraso de 20 minutos, mas nada que desabonasse a companhia. A chegada no Aeroporto de Changi foi tranquila e logo peguei o monorail grátis do Aeroporto e rumei para o Terminal 2 para tomar a linha East-West do MRT desde Changi (estação CG2) até a estação City Hall (EW13), trocando de trem em Tanah Merah (EW4) – veja no mapa abaixo.

O trajeto, com troca de trens, demorou cerca de 25 minutos e me custou 2,80 dólares de Cingapura (1 US$ = 1,24SGD), uma pechincha.

Pausa para uma curiosidade: em Cingapura, você paga o valor da passagem mais um dólar, que é recuperado quando vc devolve o ticket na máquina. Ou seja, a passagem custa apenas 1,80 SGD, ou menos de R$2,50. Em que outro lugar do mundo voce tem um transporte eficiente e moderno, do aeroporto até o seu hotel, por este preço?

Transporte em Cingapura - MRT e LRT

Trem do MRT

Nem tudo são flores, contudo. O hotel em que eu fiquei – The Residence at Singapore Recreation Club – tinha a diária de 220 SGD!!! Não dá para reclamar muito, já que era muito bem localizado, ocupava todo o terceiro andar do exclusivo club, que ainda contava com campo de polo, piscina coberta e aquecida, além de sauna e sala de ginástica, tudo grátis para os hóspedes.

Os quartos eram modernos apesar de pequenos. O café da manhã, incluido no preço, era bastante satisfatório, embora longe das orgias gastronômicas dos hotéis de Bangkok e KL.

Quarto do hotel

Deixei as malas no quarto e saí para o reconhecimento do terreno, indo na direção do Rio Cingapura. Logo de cara, se nota o cuidado com a limpeza da cidade. Dei de cara com o Asian Civilisations Museum – mas preferi deixar a visita para outro dia e prossegui pelo caminho que margeia o rio, passando pela estátua do Raffles e atravessando para o outro lado na Bridge Road.

Os restaurantes na beira do rio não me pareceram muito agradáveis para o almoço, por isso fui para as ruas transversais, mas não havia muita coisa aberta àquela hora (quase 3 da tarde). Tive que me contentar com o Burger King…

Singapore River

Passeio

Continuei andando até Chinatown descendo a South Bridge Road até chegar a um templo indiano que era bastante similar ao de KL, inclusive no nome – o daqui se chamava Sri Mariamman. Construido em 1827, é o mais antigo templo hindu de Cingapura, bem mais do que sua réplica em KL. Não tive curiosidade de entrar neste templo, bateu uma sensação de dejà vu

Sri Mariamman

Sri Mariamman

O próximo templo foi o que mais me chamou a atenção em toda a viagem: O Golden Tooth Buddha Relic Temple (aberto diariamente das 7h às 19h – entrada gratuita), um pouco mais adiante na mesma South Bridge Road. Confesso que quase virei budista naquele instante, pois cheguei no meio de um culto e fiquei hipnotizado pelo ritual, onde palavras são declamadas ao som de tambores, e ainda com o belíssimo interior do local, com muito vermelho e dourado.

Buddha Tooth Relic Temple

O dente do Buda fica guardado a sete chaves no 4° andar, em uma câmara onde quase tudo é feito de ouro. Impressionante!

Além disto, há um jardim no terraço e um museu bem didático que conta a história do budismo. Não visitei o porão, onde fica o “Salão de Jantar dos 5 insights” – nele, comida vegetariana é oferecida aos visitantes, de acordo com os preceitos do budismo.

São inúmeras atrações: fiquei por lá por mais de 2 horas e sugiro que a visita coincida com um culto para maximizar a experiência (veja a extensa programação diária clicando aqui).

Jardim no terraço - a Pagoda dos 10,000 Budas

Buda

Mural

Jardim no terraço

Sacred Buddha Relic chamber

Na saída passei pelos camelôs de Chinatown, com ótimas idéias de produtos baratos e interessantes para presentear os parentes e amigos.

Tomei o MRT até Orchard Road e me surpreendi com uma avenida arborizada com dezenas de shoppings, um atrás do outro. Olhei algumas poucas lojas e depois fui para o hotel , aproveitar um pouco o parque aquático do local.

Parque Aquático do Hotel

De  noite, fui passear para o  lado de Marina Bay. Passei pela maior roda gigante do planeta, a Singapore Flyer (aberta diariamente das 08h30 às 22h30, ingresso a 29,50 SGD, 10% de desconto se comprado on-line – veja aqui), mas achei melhor ir até o terraço do Marina Bay Sands para curtir a vista.

Paguei 20 SGD para ir até o Sky Park Observation Deck (aberto todos os dias, das 10h às 22hs, 23hs nos fins de semana) e pude apreciar o incrível visual noturno com o acompanhamento da fantástica piscina. Um espetáculo!

Singapore Flyer

Marina Bay Sands Hotel

Vista do Sky Deck do Marina Bay Sands

A piscina...

Singapore Skyline

Lá em cima há bares e restaurante, com preços condizentes com a altura, por isso preferi descer até o Shopping Marina Bay e aproveitar o Food Court para comer uns dim sums deliciosos.

Acabada a refeição, quando fui procurar algo para limpar as mãos, fui informado que não havia guardanapos de papel no shopping. Como assim? Onde vou limpar minhas mãos? Curioso sobre esta prática, chamei o segurança do local que me informou que os locais trazem seus próprios guardanapos para os food courts. O segurança ficou tão constrangido com a minha argumentação de que isso era um absurdo, que ele mesmo me emprestou seu lenço!!

Voltei andando até o hotel, depois de um dia estafante.

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4 Comentários leave one →
  1. 1 julho 2011 4:11 pm

    Nem me diga, o KLIA dista uns 20 minutos do LCCT, mas quando temos um vôo para tomar isso parece uma eternidade… ;lol:

    A cada dia que passo me arrependo mais de não ter passado uma noite no Marina Bay Sands… Conseguimos a diária a menos de US$ 300 e ficamos de “sovinice” – agora fico pensando que US$ 100 a mais ou a menos no orçamento geral da VAM não fazem diferença alguma…

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