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Sudeste Asiático – Dia 14 – Hanoi

6 julho 2011

Hanoi

Nem é preciso dizer que o café da manhã do Sheraton era maravilhoso, né?  Mas vou dizer, sim: vários pães, iogurtes diversos, frios, doces, omeletes feitas na hora, sucos, comida chinesa, frutas, ufa!

Saímos dispostos a explorar a região, não sem antes passar na loja do hotel, que tinha alguns artigos muito interessantes, mas, como poderíamos supor, com preços condizentes com o nome da loja: “CARO”.

Por falar nisso, a moeda aqui é o dong vietnamita, mais facilmente abreviado para VND. Na época, 20,000 VND valiam exatamente 1 dólar!  Haja conta de dividir…

A exploração de Hanoi foi bem divertida e já nos primeiros metros avistamos um costume local: barbeiros na calçada – as pessoas cortam os cabelos literalmente a céu aberto!

Vai um corte aí?

Claro que ainda estava por vir a principal lição do dia, que era como atravessar uma rua no Vietnam. A tática é simples: ande calmamente e sem mudar a velocidade, olhando firmemente nos olhos dos motoristas – a maior parte vai ser de motociclistas mesmo! Funciona perfeitamente: como milagre, eles se desviam de você como se repelidos por um ímã. É o típico exemplo de organização na bagunça.

Um, dois , tres e... já!

Na verdade vimos apenas uma trombada de motos no dia inteiro e um deles era estrangeiro, claro!

Continuamos nossa caminhada e entramos no Chùa Trán Quóc para uma visita. Este é o mais antigo templo de Hanoi, com mais de 1500 anos de história, mas a sensação de todos era de que não agüentávamos mais entrar em  templos, apesar de sua bela “pagoda”.

Vista do Trán Quóc, na beira do Ho Tây ("West Lake")

Pagoda

Pagoda

Dentro do Templo Trán Quóc

De lá, andamos um bocado até chegarmos no Mausoléu do Ho Chi Minh (aberto de terça a quinta, sábado e domingo, das 08h às 11h30, entrada grátis).

Os vietnamitas não atenderam ao último pedido de seu líder, que queria ser cremado e ter suas cinzas espalhadas pelo norte, centro e sul do país. Nada disso foi feito: acharam que ele deveria ser reverenciado por todos os habitantes do país em um mausoléu à sua altura. Seu corpo embalsamado fica exposto à visitação por 10 meses no ano: durante os meses de outubro e novembro ele é mandado à Rússia para “manutenção”, vejam só!

Este monumento é bem austero e possui regras para a visitação bastante rígidas: não pode tirar fotos, o visitante não pode ficar com as mãos dentro dos bolsos, não pode usar bermudas, vestidos curtos ou chapéus e outras regras mais esdrúxulas. Achamos que não valia a pena entrar (mesmo porque àquela hora, as visitas já haviam encerrado).

Mausoléu do Ho Chi Mihn

Imponente, mas frio

Não podíamos deixar de ir ao Văn Miếu, também conhecido como Templo da Literatura (aberto diariamente das 07h30 às 17h30, entrada 5000 VND), um misto de templo religioso dedicado à Confúcio com uma das mais antigas universidades do mundo (remonta ao ano de 1076!), embora inativa nos dias de hoje.

O Templo é dividido em 5 pátios, cada um com sua particularidade. O 3° pátio, por exemplo, possui 82 placas homenageando aqueles que passaram nos exames reais, entre os anos de 1442 e 1779. Quer saber mais sobre a história do templo? Clique aqui.

Ao largo do Templo, do lado de fora, ficam vários artistas, exímios caligrafistas, que montam na hora os painéis ao gosto do freguês.

Caligrafistas

Caligrafistas

2° pátio - pavilhão "Constellation of Literature"

4° pátio - Salão de cerimônias

Voltamos para o hotel a pé e, extenuados, fomos direto ao SPA para descansar na  jacuzzi, antes de subirmos ao Executive Club Lounge, ver o que tinha de bom.

Para nossa grata surpresa, havia vários petiscos salgados (rolinhos primavera, wraps vietnamitas, espetos de carne com molho apimentado, samosas, queijos diversos etc) além de doces e chocolates. As bebidas também eram gratuitas, inclusive refrigerantes, vinho, uísque, Baileys, além do drink do dia.

Claro que ficamos por lá saboreando os quitutes e bebendo vinho chileno – quem não ficaria?

Detalhe da piscina do Sheraton

Vinho

Quitutes

Pintos no lixo...

Sobremesas

Fomos dormir um tanto quanto altos…

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7 Comentários leave one →
  1. 6 julho 2011 4:42 pm

    Esses hotéis com club lounge são um baita de um oásis no fim de dias muito puxados de passeios, né? 😉 E, menino, o que é aquela foto do abre do post??? Babei!

  2. Paulinho permalink
    8 julho 2011 12:21 pm

    Eu realme estava morto e como você bem definiu: me senti como um “pinto no lixo”. Afinal eu carreguei as nossas roupas o dia todo….. e nós não achamos a lavanderia e ela ali tão perto. rs

    • 13 julho 2011 11:53 am

      Haha, tinha me esquecido do episódio das roupas. Que furada!!

  3. 14 julho 2011 2:26 pm

    Eu fico lendo esses posts e vai me dando uma saudade!!!

  4. 1 março 2012 3:43 pm

    Uma delícia seus posts sobre esta viagem. Será que você podia me dar uma ajudinha? Como você tirou o seu visto para o Vietna? Obrigada! Aline

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