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Patagônia Express – Dias 1 e 2 – Buenos Aires

28 fevereiro 2012

Congreso, BsAs

Cheguei a Buenos Aires às 10h da manhã, troquei alguns reais no Banco de la Nación em Ezeiza e peguei um ônibus da Manuel Tienda León que, por 70 pesos, te levava até o Terminal Retiro e depois, num remis, te deixava na porta do seu Hotel. No meu caso, o Dazzler Libertad, um hotel meio datado, mas numa boa localização e com um ótimo preço (74 dólares + 21% de IVA).

Depois de me instalar no quarto e pesquisar o que estava acontecendo na cidade, resolvi visitar alguns museus que ainda não conhecia: fui de metrô (que agora, com a retirada do subsídio do governo, teve a passagem aumentada de 1,10 para 2,50 pesos – ainda uma pechincha) até a Avenida San Juan, descendo até o Museo de Arte Moderno (MAMBA).

Fachada do Museo de Arte Moderno, na Avenida San Juan

Interior do Museu

O Museu foi recém inaugurado (em 2010), e, talvez por isso, ainda não esteja em “ponto de bala”. Possui vários espaços vazios e exposições modernosas sem muito apelo. A entrada custa 2 pesos e o museu está aberto de segunda à sexta das 12 às 19h. Fins de semana e feriados, de 11 às 20hs. Terças tem entrada gratuita .

Como estava em San Telmo, decidi percorrer suas ruas calmas em busca de locais ainda não explorados. Achei a simpática Iglesia de San Telmo, escondidinha na Calle Humberto Primo, perto da Plaza Dorrego.

Iglesia de San Telmo

Casa Minima

Convento de Santo Domingo

Continuei andando pela Calle Defensa, passei pela Pasaje San Lorenzo, onde fica a Casa Minima, a mais estreita da cidade, e terminei no Convento de Santo Domingo.

Segui pela Avenida de Mayo até as imediações do Congreso, onde assisti a mais um belo exemplar de filme argentino: La Mala Verdad.

Voltei andando até o Hotel e, para o jantar, quis experimentar a fama das pizzas do El Cuartito, na Calle Talcahuano 937 (número 26 entre 1092 restaurantes, de acordo com os leitores do Trip Advisor!). Quer saber? Puro folclore. O ambiente é ruidoso e as pizzas não tem nada de extraordinário. Deveria ter provado a fugazetta.

No dia seguinte, levantei tarde, tomei café e fiz o check out do hotel, saindo para passear com o sol do meio dia. Queria dar uma passada no Museo Xul Solar, mas o mesmo estava fechado por todo o mês de fevereiro. Como o calor era grande, resolvi visitar o Jardín Japonés, um oásis com sombra à vontade.

Jardín japonés

Estes prédios devem ter uma vista...

De lá, tomei um táxi até Puerto Madero, para uma visita à Collección de Arte Amalia Lacroze de Fortabat. O museu fica em um prédio lindíssimo e, nos 2 andares do subsolo, apresenta a coleção privada de Amalia Fortabat, uma das mulheres mais ricas da Argentina e  que, coincidentemente, faleceu em 18 de fevereiro deste ano.

A coleção é riquíssima com obras de Chagall, Dalí, Turner e Klimt, entre outros. Pude satisfazer meu desejo de ver alguns exemplares do Xul Solar, além de um retrato da Dona Amalia feito por ninguém menos que Andy Warhol.

Os outros andares são dedicados primordialmente a artistas latinos modernos de gosto duvidoso. Preferi admirar a linda vista através das enormes janelas do Museu.

O Museu fica na Olga Cossettini 141, em Puerto Madero Este. Abre de terça a domigo, de 12 às 21h, com ingressos a 20 pesos.

Museu Fortabat

Aproveitando que já estava na hora do almoço, escolhi o Central Market – um bistrô super simpático na mesma rua do Museu, que possuía um menu de 60 pesos para o almoço com prato principal (pedi peito de frango ao molho de mostarda com ratatouille), bebida e sobremesa (um brownie correto). Este bistrô fica colado ao restaurante de mesmo nome, mas que possui menu mais completo e caro.

Olha que lugarzinho simpático!

E a comida estava maravilhosa!

Depois fui andando até a Catedral Metropolitana, onde consegui, pela primera vez, visitar o seu belíssimo interior. Gostei muito do mausoléu do General San Martín, rodeado de estátuas que representam Argentina, Chile e Peru, países que se tornaram independentes graças a ele.

Interior da Catedral

Mausoléu do General San Martín

Voltei ao hotel para pegar a mala e rumei para o Aeroparque para o voo até Punta Arenas.

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6 Comentários leave one →
  1. 7 março 2012 2:43 pm

    Reparou nas marcas das balas de canhão dos ingleses na torre da Iglesia de Santo Domingo? 😉 Foram preservadas para lembrar o episódio da invasão inglesa de Bs.As.. Amo essa história, contada pelo ex-sogro do meu irmão, sobre a conquista das bandeiras inglesas que estão expostas na sacristia da igreja e o significado da mudança de nome da rua – Defensa até onde foi possível resistir aos ingleses, e Reconquista a partir de onde foi preciso recuperar o território…

    E o interior da catedral é lindo, né? Uma vez cheguei a ver a troca da guarda em frente ao túmulo do San Martin, muito bacana…

    • 7 março 2012 9:35 pm

      Nossa, Carla. Nao sabia desta história não. Muito interessante!

      • 8 março 2012 12:48 pm

        É bacana, né? Mas você chegou a ver as bandeiras lá dentro ou estou te dando uma desculpa pra voltar a Bs.As.? 😉

        • 8 março 2012 9:37 pm

          Não, Carla. Não cheguei a entrar desta vez. Fica para a próxima (que está bem próxima, né?).

  2. Iris permalink
    14 março 2012 4:49 pm

    Olá, adorei o post!!! Queria umas informações, por gentileza.
    Quanto você pagou pelos pesos no Banco de La Nacion no Aeroporto Ezeiza??
    E esses remis do Manuel T. Leon, são bons?
    Obrigada!!

    • 14 março 2012 7:14 pm

      Oi Iris,

      Eu troquei 800 reais por 2000 pesos, ou seja, a 2,50 pesos/real.

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