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Fotograma – Bogotá

8 julho 2012

Vista da cidade

Depois de quase 7 anos, voltei a Colômbia a trabalho no último mês de maio. Desta vez, diferentemente da primeira, fiquei hospedado em um hotel na Zona G (de Gourmet), um trecho ao norte de Bogotá, compreendido aproximadamente entre as Carreras 5 e 7 e as Calles 71 e 79.

Meu hotel, o Rosales Plaza, ficava na Calle 71. O quarto era bastante espaçoso, com duas camas king, como se pode ver abaixo.

Quarto do Rosales Plaza

Os prédios em Bogotá cismam em ter uma cor ocre, o que faz a cidade ficar meio monocromática…

Vista do quarto do hotel

Como só tinha uma tarde livre, tratei de deixar as malas no quarto e parti para os lerês.

A vantagem de se ficar nesta área é a quantidade de restaurantes moderninhos e a segurança de poder caminhar tranquilo por suas ruas. Como nada vem de graça, a contrapartida é estarmos longe das atrações turísticas.

A opção foi andar até a Carrera 12 e tomar o Transmilenio, o projeto de ônibus articulado inspirado no de Curitiba, e que funciona que é uma beleza para driblar o intenso tráfego local. Minha parada era bem próxima ao Museo del Oro que, infelizmente, permanece fechado às segundas-feiras.

Caminhei lentamente (pois estava a 2600m de altitude, né?) pelas ruelas do bairro até chegar a Plaza Bolivar, que sempre me desperta o interesse. Nesta praça encontram-se catedrais e prédios governamentais, cada um de uma época arquitetônica distinta, criando um cenário estranhamente harmonioso.

Catedral Primada de Colombia

Detalhes da Catedral

Iglesia de la Candelaria

Edifício Liévano – sede da prefeitura de Bogotá

Vista frontal da Catedral e da Capilla del Sagrario

Congresso Nacional

Lhama, alpaca ou vicunha?

Plaza Bolivar – 360 graus. No centro, o modernoso Palácio da Justiça

Felizmente o meu local favorito da cidade estava aberto: acho que sempre vou querer ir ao Museo Botero estando em Bogotá, afinal de contas sou grande fã de suas obras e, para coroar, a entrada é gratuita!!

Antes, porém, uma pausa para o almoço, apesar de serem quase 5 horas da tarde!!! Escolhi o próprio restaurante do local – La Manzana – para comer uma saladinha light.

Decoração do restaurante da Casa Botero

Uma saladinha com suco de amora para encher a barriga, apenas o suficiente para deixar espaço para o jantar…

Já com a pança cheia, esperei alguns minutos para a visita guiada, que também é gratuita. Aparentemente não havia mais ninguém interessado, portanto tive tratamento VIP.

Soube através da guia que o pai de Botero havia falecido quando ele tinha 4 anos. Por sua vez, Botero teve um filho que faleceu quando tinha 4 anos, num acidente automobilístico que também o deixou ferido. A figura do pai está naturalmente presente em alguma de suas obras.

Entrada do Museo

Pátio interno

Di Chirico

Além de obras de Botero, o Museo apresenta telas de outros artistas e até esculturas.

Dalí

Detalhe do pátio interno

Voltei de Transmilenio até a parada próxima ao hotel, na Carrera 12 (detalhe macabro: esta parada ficava a uma quadra de onde, no dia seguinte, houve um atentado a bomba, com 2 mortos!)

Ponto do Transmilenio

Como já dito, perto do Hotel há várias opções gastronômicas dignas de nota, além de inúmeros locais para degustar a bebida nacional : café!

Café também é a paixão nacional. Dizem que o do Juan Valdez é o melhor de lá.

Um destes restaurantes ficava em frente ao Hotel: o sóbrio Armadillo, que me ofereceu esta maravilha abaixo, devidamente provada com uma taça de sauvignon blanc chileno.

Ravioloni de langostinos com salsa blanca, pancetta e raspas de naranja

Restaurante Armadillo

Outros locais recomendáveis a poucos passos do hotel são o sempre presente (menos no Brasil… coisa feia!!!) Astrid y Gastón e o Wok que, como o nome diz, se especializa em quitutes orientais. Os que eu provei estavam ótimos!

Muita gente também vem a Bogotá para a experiência que deve ser o famosíssimo Andrés Carne de Res. Apesar de eles terem uma filial pelas redondezas, a dica é ir na matriz mesmo, que fica em Chía, já fora dos limites de Bogotá.

Na média, os preços de comida na cidade não assustam nem um pouco quem vem do Rio ou SP.

Enfim, Bogotá tem muitos encantos para quem se aventurar a conhece-la.

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15 Comentários leave one →
  1. 9 julho 2012 7:07 pm

    Oba! Devidamente favoritado djá. Bogotá que me aguarde em dois meses 😀

  2. Paulinho permalink
    9 julho 2012 9:23 pm

    Perfeito! Como a Mari também direi: “Bogotá que me aguarde!” Fiquei com água na boca vendo o Ravioloni de Langostinos

  3. 9 julho 2012 9:40 pm

    Não conheço Bogotá! 😦

  4. 9 julho 2012 11:41 pm

    São lhamas…rs

  5. 16 julho 2012 9:10 am

    Oi, Jb. Tudo bem?
    Seu post foi selecionado para a #Viajosfera, do Viaje na Viagem.
    Dá uma olhada em http://www.viajenaviagem.com

    Até mais.

    Bjs,
    Natalie – Boia Paulista

  6. 30 julho 2012 1:41 pm

    Opa, to pensando em ir a Bogota em janeiro, com maridão. Tava querendo viajar por 1 semana – coisa rapida e nao mto cara – e sem ideia de onde ir… ai comecei a pensar em Bogota e vc acabou de me animar mais!! Valeu!!
    Dani

    • 1 agosto 2012 9:29 pm

      Oi Dani,

      Se vc puder conjugar Bogotá com Cartagena, vai ficar bem legal…

  7. 19 agosto 2012 7:26 pm

    Me encantei com cada imagem e com a narrativa!!! Estarei embarcando para Bogotá em novembro, 4 noites por lá… Depois rumo a Curação. Fiquei fã do blog. Gracias pelas preciosas dicas. 😉

Trackbacks

  1. Uma visita ao Museo Botero | Idas e Vindas – Viagens e Aventuras

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