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Fotograma – Londres: British Museum

14 julho 2012

Entrada do Museu

Mais um dos programas imperdíveis em Londres, o British Museum é majestoso e com um acervo tão abrangente que chega a incomodar aqueles que consideram que as obras deveriam estar nos seus países de origem.

O interior do Museu – Queen Elizabeth II Great Court, com o Reading Room à frente

A última vez que estive aqui foi em 1985, justamente na minha primeira visita a Londres. Eu acho que naquela época não havia esta cobertura estilosa…

E não havia mesmo: esta área, que se transformou na maior praça pública coberta da Europa, foi resultado de uma renovação feita no Museu e que começou em 1997, quando a Biblioteca do Museu foi deslocada para um prédio em St. Pancras. Foi promovido um concurso, no qual saiu-se vencedor o Lord Foster, que concebeu o Great Court atual com seu teto imponente. A inauguração do espaço foi feita pela própria Rainha Elizabeth em dezembro de 2000.

Mais detalhes do Great Court

Como a maioria dos museus importantes de Londres, a entrada é gratuita (se alguém conhecer outra cidade que possua política semelhante em relação à arte, me avise, por favor!). Aproveitei para ir numa sexta-feira, quando o museu fica aberto até as 20h30 (normalmente fecha às 17h30).

A entrada é grátis, mas para se orientar pelo enorme acervo é bom adquirir um  mapa  que custa 3 libras.

Mais um ângulo do Great Court

A “Monalisa” daqui é a Pedra de Rosetta (“Rosetta Stone“), que fica sempre rodeada de curiosos. Esta pedra tem uma importância vital na história antiga: ela apresenta o mesmo texto escrito em hieróglifos egípcios, demótico e grego antigo, o que serviu para auxiliar a desvendar a escrita dos hieróglifos.

Como se não bastasse, ainda há muitos outros objetos egípcios, incluindo aí vários exemplares mumificados – o acervo é realmente  impressionante.

Rosetta Stone

Mais Egito

Esfinge

Totem da costa do Pacífico norte

Há também galerias da Grécia e Roma Antiga, Império Assírio, Oriente Médio, restante da Ásia, Europa, América e África.

Américas – com ênfase nos povos indígenas

Esculturas de pedra – México

Também em exposição estavam as medalhas a serem entregues aos atletas das Olimpíadas 2012.

Egito Antigo

Medalhas das Olimpíadas 2012

Há quase 100 salas distintas no Museu, inclusive duas dedicadas exclusivamente a relógios. Outra ala mostra a evolução do dinheiro através dos tempos.

Detalhe do teto de uma das salas

Urna grega

Isto é um relógio, acredite!

Tive a oportunidade de ver uma mostra de desenhos de Picasso, as famosas Vollard Suites.

Introdução da exposição

A parte africana, apesar de pequena, contém alguns objetos interessantes principalmente os feitos pelo artista moçambicano Cristovão Canhavato, utilizando armas coletadas desde o fim da Guerra Civil daquele país, como o Throne of Weapons ou o Tree of Life.

Throne of Weapons

Tree of Life

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