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China – Beijing parte 3

27 agosto 2012

Luzes na Praça da Paz Celestial

Hoje decidi acompanhar a turma e fazer um pouco de compras também. Afinal, ainda não tinha praticado o sagrado ritual de pechinchar.

O shopping escolhido foi o Mercado da Seda, ou Xiushui , que ficava a 15 minutos de táxi do hotel, no distrito de Chaoyang.

O shopping tem 6 andares entupidos de turistas compradores e, como o nome diz, evoluiu do antigo Mercado de Seda para um emaranhado de lojas e stands onde se vende praticamente tudo, inclusive seda!

É preciso um pouco de paciência e, principalmente, perseverança para se conseguir um bom negócio por aqui. Para começar, você já deve estar imbuído do espírito da pechincha.

Funciona assim: em réplica ao primeiro preço ofertado, responda sempre com algo entre 10 e 15% do valor. Não tenha medo de parecer ofensivo, todo mundo faz a mesma coisa. Depois é só um pouco de paciência para fechar o negócio no preço que você considera justo – ou seja, depende muito mais da percepção de valor que você tem do bem do que propriamente do valor de manufatura deste mesmo bem. No final, todos saem satisfeitos, como se fosse mágica!

Entrada do shopping

A manhã foi muito divertida e conseguimos fazer boas aquisições: comprei uma mala grande Samsonite “legítima” por pouco mais de 40 reais depois de muito barganhar. Também fiz estoque das lembrancinhas inevitáveis para a família. Havia aprendido pelo menos os números em mandarim, o que me deu certa vantagem quando falava na língua deles.

E o pior é que os vendedores estão plenamente globalizados: sabiam espanhol e até algumas palavaras em português (ensinei mais uma: pão-duro!!! Não aguentava mais ser chamado de tacaño!!!).

Tomamos um táxi para deixar as compras no hotel (eram muuuitas sacolas, acreditem!!!) e saímos de táxi outra vez para achar algo para comer. Como estava um pouco tarde, o restaurante italiano que havia pesquisado e que era perto do hotel já estava fechado. Fomos obrigados a traçar um lanche básico neste local bem arrumadinho visto na foto abaixo (ficava na zona da embaixadas).

Lanchonete

O meu sanduíche de presunto de parma e salada estava muito bom, devidamente acompanhado de um suco de lichia.

Delícia!

Na volta para o hotel, fomos assolados pela trânsito infernal do final da tarde. De tal forma que tivemos que descer do táxi e andar o restante até o  hotel a pé!

Tudo parado!

Mais uma vez fiz o meu passeio do fim de tarde sozinho: peguei o metrô e fui na direção da Tian’anmen (também conhecida como Praça da Paz Celestial) para ver a cerimônia da retirada da bandeira chinesa, que ocorre todo dia ao pôr-do-sol, mas desta vez acabei chegando um pouco atrasado.

No dia seguinte, consegui sair mais cedo e acompanhei toda a cerimônia.

Incrível ver a quantidade de pessoas, maioria esmagadora de chineses, completamente vidrados no evento. Famílias inteiras, com crianças e idosos acompanhavam tudo com admiração impressionante.

Pompa e cirscunstância

antes…

…e depois!

Isto se repete todos os dias!

A Praça Tian’anmen é a terceira maior do mundo e, segundo a Wikipédia, é menor do que a desconhecida Praça dos Girassóis, em Palmas, Tocantins.

Portão de Tian’anmen

Bem no meio da praça fica o Monumento dos Heróis do Povo, com 38 metros de altura, bem em frente ao Mausoléu de Mao-Tsé-Tung (aqui com a grafia de Mao Zedong).

Mais dois importantes edifícios completam a praça: de um lado o Grande Hall do Povo (sede do Congresso Nacional Chinês) e do outro o Museu Nacional da China, contando a história do país desde priscas eras. Não visitei este último por absoluta falta de tempo, mas escrevendo agora fiquei com água na boca!

Em frente ao Portão Tian’anmen fica a avenida Chang’an, onde são realizadas as paradas militares.

Portão Tian’anmen – entrada para a Cidade Proibida

Tian’anmen, com o Monumento aos Heróis do Povo e o Mausoléu de Mao-Tsé-Tung

Voltei para o hotel de metrô, mais uma vez.

Decidimos comer alguns snacks comprados no 7-11 próximo ao hotel e que serviram para o café da manhã do dia seguinte (um iogurte de pêssego, que estava maravilhoso).

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2 Comentários leave one →
  1. 28 agosto 2012 5:42 pm

    Não vi a cerimônia na praça!!! Gostei menos da praça Tian’anmen do que tudo o resto ao redor!!! Estive lá agora em julho/agosto e ainda não escrevi tudo! Hoje consegui escrever sobre a Cidade Proibida!!! (mas é difícil selecionar as fotos e colocar em palavras tudo o que senti!)
    http://viverplenamenteparis.blogspot.fr/2012/08/a-descoberta-da-cidade-proibida.html

    • 29 agosto 2012 5:27 pm

      Milena,

      Também estou super atrasado com as postagens, mas até final de setembro me prometi acabar com o relato da China.

      Vou dar um pulo no seu blog para ver suas impressões.

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