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China – Shanghai parte 2

15 setembro 2012

Praça do Povo, com o Museu de Planejamento Urbano de Shanghai em primeiro plano

Hoje decidi caminhar na direção da Praça do Povo (Renmin Guang Chang), local onde se encontram os principais museus da cidade. A praça separa a Nanjing Road nas partes Leste e Oeste e, além de museus, também abriga outros prédios com arquitetura arrojada como o Teatro de Shanghai e a Sede do Governo Municipal.

Floresta do Povo – feira de caligrafia

A praça é enorme (a maior da cidade) e muito bem cuidada, com jardins impecáveis. Neste dia em particular havia um encontro de apaixonados por caligrafia chinesa que tomava literalmente boa parte da área livre para passeio, tornando difícil o simples ato de andar pelo local.

Prédios ao redor da Praça do Povo

O antigo…

… e o moderno.

Além de conhecer a praça, meu objetivo principal do dia era ir ao Shanghai Museum.

Este museu de arte antiga chinesa é um dos mais importantes do país e foi fundado em 1952, mas somente em meados dos anos 90 foi trasladado até a Praça do Povo, onde está até hoje. A entrada do museu é gratuita.

Enquanto esperava na fila para entrar, vi um casal de chineses com um filho de pouco mais de um ano no colo. Até aí tudo bem, você diria. O que chamou a atenção foi que o bebê estava com uma calça comprida com um rasgo grande na parte de trás. Só depois de algum tempo percebi que este rasgo era “de fábrica” , ou seja, parece ser normal aqui este tipo de vestimenta para crianças (deve ser com o intuito de economizar fraldas).

Fiquei meio espantado pois um bebê não tem condições de a toda hora avisar aos pais quando quer fazer “caca”… estranho!!!

Voltando ao Museu, ele possui 5 andares, e foi desenhado por um local chamado Xing Tonghe, expondo mais uma vez a crença chinesa de que o Céu é redondo e a Terra quadrada – veja foto abaixo.

Shanghai Museum

Teto

Interior do museu

Vista do interior

Jardim em frente ao Shanghai Museum

O Museu é dividido em 10 seções: artefatos em bronze, esculturas, cerâmica, jade, selos, caligrafia, numismática, pinturas, móveis das Dinastia Ming e Qing e arte das minorias chinesas.

Móveis

Minorias

Máscara de minorias chinesas

Lindo isso, não?

Jade

Mais uma vestimenta das minorias chinesas

O Museu é bem didático e em cada andar há 4 grandes salas, uma para  cada ponto cardeal.

Caligrafia

Prato em bronze

Seção de esculturas

Escultura chinesa

Saí do museu e tomei o metrô – linha 2 – atravessando outra vez o Rio Huangpu e saindo em Pudong (estação Lujiazu) para tentar ver a cidade do alto, perto do por do sol.

Pudong

Por do sol em Pudong

Estava em dúvida sobre qual mirante escolher, mas voces podem ver pelas fotos que eu fiquei com-ple-ta-men-te apaixonado pela torre de TV. Só não contava com a fila imensa para subir até o mirante, o que me fez perder precioso tempo enquanto o sol se punha.

Oriental Pearl

Os dois edifícios mais altos de Shanghai

Vista da passarela de vidro

O visual lá de cima é fantástico, mesmo com a névoa que chegou com o por do sol.

Além da indicação dos principais edifícios visíveis em todas as direções, há um quadro comparativo com as maiores torres do mundo (com 468 metros, ela é atualmente a terceira colocada no ranking) e uma passarela de vidro para um passeio proibido para quem tem acrofobia.

Por do sol com neblina

Parte norte do Bund, com a Ponte Waibadu e o Museu Histórico

Depois do passeio resolvi jantar por ali mesmo,  já que queria experimentar a comida do ultra-recomendado Din Tai Fung e a filial mais próxima ficava justamente no shopping em frente à Torre de TV.

Praça central de Pudong

Din Tai Fung – muito bom!

Entrada : tofu fermentado

De entrada pedi um prato meio às escuras, mas que se revelou bem interessante : tofu fermentado com cogumelos e feijões verdes.

Claro que não podia deixar de pedir os famosos dim sum (aqui também há o xiaolongbao, mais redondo), com variados recheios. Escolhi o de porco com camarões, uma combinação interessante.

Dim sums delicadíssimos

Terminei o jantar com um apetitoso arroz com camarões.

Arroz com camarões

Foi uma das melhores refeições que fiz em solo chinês – tanto que fiz questão de repetir em Hong Kong.

Recomendadíssimo!!!

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