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China – Hong Kong parte 1

20 setembro 2012

Bondes em Hong Kong Island

Mais uma vez voamos com a China Eastern de Shanghai a nosso próximo (e último) destino: Hong Kong. A passagem, comprada na Internet, foi um pouco mais cara do que a primeira, 1029 RMB, ou cerca de US$ 150.

Escolhi um voo que saía de Pudong, o principal aeroporto de Shanghai, por uma razão singela: queria experimentar o Shanghai Maglev Train, o mais rápido trem comercial em operação até hoje, chegando a fantásticos 431 km/h e cobrindo os 30 kms que separam a estação de Longyang do Aeroporto em meros 8 minutos!

(Apesar do nome, Maglev não tem nada a ver com a Rússia. Simplesmente é uma abreviação de Magnetic Levitation, mostrando o princípio de funcionamento do trem).

Shanghai Maglev Train

Só isso???

Tomamos um táxi do hotel que nos deixou na estação de Longyang e de lá pagamos 40 RMB por cabeça (veja os valores aqui) para utilizar o Maglev. Infelizmente, no horário em que viajamos, a velocidade máxima do trem só ia até 301 km/h, portanto não chegamos a experimentar a sensação da velocidade máxima.

Chegamos a Hong Kong 2 horas depois, desta vez sem direito a refeições esquisitas e pés de galinha.

Tomamos um táxi para a o hotel em Kowloon – um longo percurso, como se pode ver no mapa abaixo.

Hong Kong é uma cidade mais cara para os padrões chineses e achar um hotel com os preços das cidades anteriores era virtualmente impossível. Escolhi ficar em Kowloon, um ponto mais central para os passeios e também mais próximo do aeroporto do que a ilha de Hong Kong.

Achei um hotel 3 estrelas bem localizado e com preços nem tão exorbitantes assim (a diária valia 1200 dólares de HK, ou HKD, cerca de US$ 150).

O hotel se chama BP International que, depois descobri, tem convênio com associações de escoteiros e de esportes. O BP do nome significa Baden Powell (o fundador do escotismo, não o nosso músico!).

O quarto era um pouco apertado, sem ângulos bons para fotos. O café da manhã, contudo, foi um dos melhores que já havia provado, um verdadeiro banquete.

Como chegamos à noite, somente saímos para um jantar rápido nas imediações do hotel e para fazer um reconhecimento das redondezas.

No dia seguinte fomos até o China Ferry Terminal em Tsim Sha Tsui de onde saíam os ferries para Macau (há outro pier na Ilha de HK de onde também saem barcos para lá), mas descobrimos que era necessário comprar os tickets com antecedência para evitar ter que esperar por muito tempo até a próxima saída.

Compramos as passagens para o dia seguinte e decidimos atravessar para a Ilha de Hong Kong. Tomamos um táxi, mas não aconselho esse meio de transporte para travessias como essa, pois, além dos pedágios, nos foi cobrada uma taxa de retorno, o que fez com que a conta ficasse um pouco cara.

Ilha de Hong Kong

Bondes na Hennessy Road, Ilha de Hong Kong

A Ilha de Hong Kong é uma das divisões de HK, ligada à Península de Kowloon por vários túneis e também por ferries que atravessam a Baía de Hong Kong.

É uma ilha com várias atrações e onde acabei passando a maior parte dos 4 dias em que fiquei na cidade.

Para começar a reconhecer o terreno, resolvemos tomar em Hennessy Road um dos bondes de 2 andares que cruzam a ilha de leste (Shau Kei Wan) a oeste (Kennedy Town) e que são um dos mais antigos meios de transporte da cidade (e também a “cara” de Hong Kong). A passagem custa 2,5 HKD, ou menos de 1 real!

Seguimos na direção leste, cruzando a ilha e verificando a mudança no comércio, que ficava cada vez menos sofisticado. Paramos pouco depois de Quarry Bay e andamos um pouco, mas não havia nada de interessante além desta loja de doces absurdos abaixo, portanto tomamos outro double decker de volta.

Yummy!

Comemos sanduíches para o almoço e voltamos para Kowloon de metrô, seguramente o meio mais rápido para fazer a travessia até a ilha. Desde, é claro, que você tome o metrô na primeira estação, Central. Caso contrário, você vai ter que enfrentar uma multidão de passageiros. Seguramente o metrô de HK foi o mais lotado de todos os que experimentei na China.

Fomos até a estação Jordan, que ficava próximo ao Hotel. Depois de alguns minutos de descanso, tomei outra vez o metrô na mesma linha vermelha, indo até a estação de Sham Shui Po para uma tarefa ingrata: comprar apetrechos da girl band japonesa AKB48 para minha filha.

Só para descobrir em qual andar ficava a loja no shopping Dragon Centre demorei uns 15 minutos!!!

Decoração em frente a um shopping

Dragon Centre

Loja do AKB48

Felizmente consegui achar quase tudo que me foi encomendado e voltei para o hotel cheio de sacolas, mas feliz sabendo que o pior já havia passado. Ufa!

E com essa tarefa ingrata encerrei meu dia.

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4 Comentários leave one →
  1. 21 setembro 2012 8:07 am

    rá! Mas aposto que a filhota ficou A MAIS FELIZ DO MUNDO com os apetrechos adquiridos, né? 😉 Btw, ando muito com Hong Kong e Shangai na cabeça. Altos planos para 2013 😛

    • 22 setembro 2012 1:17 pm

      Ficou mesmo…

      Os planos para 2013 (passagem comprada pela Qatar) incluem Seoul e Tokyo… adivinhe o que vamos fazer lá? 🙂

  2. 24 outubro 2012 7:09 pm

    JB, essa série de posts sobre a China está demais! Senti sua falta no Seminário Viajosfera!

    • 24 outubro 2012 7:32 pm

      Oi Liliane,

      Obrigado! Tb fiquei triste por não ter podido participar. Vi que todos gostaram muito, na próxima não perco!!

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