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Coreia – N Seoul Tower e o National Museum of Korea

13 julho 2013
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Tá mais perto do que o Rio de Janeiro…

Não poderia ir embora da cidade sem antes fazer um dos passeios que considero imperdíveis em cada lugar que visito:  uma subida em algum ponto panorâmico para observar a cidade do alto. Pode ser uma igreja, uma colina, um edifício ou, mais frequentemente, uma torre. Não tem erro: além de se localizar e ver onde estão as atrações a serem exploradas (ou revisitar do alto aquelas que já foram ticadas), passo longos minutos admirando a vista e georeferenciando a cidade!

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Mais bonita do alto

Aqui em Seul não poderia ser diferente – escolhi um dia ensolarado e calculei nossa subida na N Seoul Tower (conhecida também por Namsam Tower, por ficar no monte de mesmo nome) para coincidir com o por do sol.

Chegar até lá, uma construção de 237 metros que pode ser vista de praticamente toda a cidade, não é complicado. Você não consegue ir de carro ou táxi, portanto só restam duas opções de combinação de transportes públicos: metrô+ cable car ou metrô+ônibus. Ou andando, se preferir…

Poderíamos ter ido no cable car, mais pitoresco, mas teríamos que andar um pouco a partir da estação de Myeongdong  e o caminho não parecia muito simples. Preferimos pegar a linha 3 de metrô até Chungmuro, procurar a saída 2 da estação e tomar o ônibus 2 amarelo logo em frente. Você não deve esperar mais do que 6 minutos por ele.

Descemos no ponto final, mas ainda havia uma subida um pouco íngreme até chegarmos à bilheteria da Torre.

A torre é praticamente um centro cultural, com lojas de souvenirs, galeria de arte, pavilhões para performances, um food court, restaurantes no topo e até banheiros com vista para a cidade!!!

Claro que também não poderia faltar aquela que é a maior “onda” atual: os onipresentes cadeados dos enamorados. E aqui a presença dos casais é maciça: existe até um lobby com poltronas confortáveis onde se pode assistir um filme agarradinho com a cara metade e ninguém paga um centavo por isso. O famoso “namoro subsidiado”!

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Subimos até o observatório, onde em cada uma das janelas há indicações de vários locais que se encontram naquela direção e a distância de Seul até lá. Achamos duas cidades brasileiras…

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Para falar a verdade, a vista do terraço ao ar livre (na foto abaixo e acima à direita, com o detalhe do cable car), um andar acima das bilheterias, já é muito bonita, além de gratuita. Contudo, o preço para subir é tão barato (7,000 won, ou pouco mais de R$13) que não vale a pena bancar o muquirana neste caso.

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E, além do mais, você se arriscaria a perder estas vistas… Tem certeza?

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No outro dia fomos até o National Museum of Korea, um lindo edifício próximo ao Yongsan Park e que é simplesmente o maior museu do país.

Chegar até lá é muito fácil: é só tomar o metrô e descer na saída 2 da estação Ichon, que fica na linha 4.

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Vista geral do Museu

O lago em frente ao museu estava congelado, mas mesmo assim deu para vermos alguns patos (que aparentemente não estavam congelados!).

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O acervo do museu é imenso: mais de 12.000 peças, o que faz com que a estada ali seja um pouco longa. Sugiro escolher aquilo que mais te agrada e concentrar sua visita nestas salas.

Para te ajudar, seguem as dicas: o primeiro andar é dedicado ao desenvolvimento do povo coreano desde a pré-história, incluindo aí mapas, documentos, o aparecimento do Hangul etc. Muito didático e informativo, foi, sem dúvida, meu setor favorito.

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Mapa mostrando a localização dos 5 palácios da cidade

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No segundo andar ficam as pinturas e caligrafias, também muito interessantes. Também há espaço para objetos diversos doados por colecionadores.
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Quando chegamos ao terceiro andar, onde se encontram as esculturas, porcelanas, obras em metal e alas dedicadas à arte asiática, já estávamos cansados e acabamos dedicando menos tempo do que deveríamos. Uma pena!

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Dois dos tesouros nacionais mais importantes estão expostos na parte interna do edifício: o Boddhisatva e um pagode de 10 andares encontrado em Gyeongcheonsa (fotos abaixo).

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DSC03488Achei muito interessante os copos para beber água (veja na foto abaixo)!

Não deixe também de visitar a loja do museu, uma das mais belas que já vi, com vários objetos dignos de levar para casa – e a preços super camaradas!

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Aproveitamos a fome para almoçar no restaurante do museu, que era bem diversificado e aconchegante, apesar da superpopulação infantil.

Comemos um arroz com camarão e molho, com uma sopa e um kimchi mais suave como acompanhamentos, que estavam de acordo com o preço que pagamos.

Ah, me esqueci de dizer que a entrada para o museu é gratuita e que ele fecha toda segunda-feira.

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São duas atrações que, definitivamente, não podem faltar na sua visita a Seul.

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2 Comentários leave one →
  1. 16 julho 2013 9:50 pm

    JB,
    Essa série está ótima!
    Abraço

    • 18 julho 2013 9:03 pm

      Oi Lu,

      Finalmente acabei o relato coreano. Agora espere que o Japão já está no forno (pun intended!).

      Bjs

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