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Japão – Tóquio – Yoyogi e Harajuku

28 agosto 2013
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Templo Meiji

Mais um lindo dia de sol e frio em Tóquio e mais um bairro para desbravar. Aproveitando o sábado, seguimos a pé até o Parque Yoyogi, que fica bem próximo ao hotel.

Um dos maiores da cidade, este local se tornou parque em 1967, pouco depois de servir como Vila Olímpica para os  atletas que participaram da Olimpíada de 1964.

Ali dentro também fica o Templo shintoísta Meiji construído em 1926 para homenagear o Imperador  falecido em 1912. Esta área foi escolhida pelo fato de que o Imperador e sua esposa costumavam visitar um jardim de íris que ficava ali.

Um dos seus destaques é o enorme tori (foto abaixo) marcando a entrada do local.

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Tori do Templo Meiji

É um parque tranquilo, sem muita aglomeração, mas o templo é bastante visitado principalmente aos sábados, quando é normal ocorrerem casamentos. Não se consegue ver a celebração em si, apenas a procissão, o que é suficiente para se admirar.

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Outra característica deste templo são os barris de saquê ofertados todo ano pela Associação Nacional de Produtores, que são armazenados empilhados uns sobre os outros, formando uma bela figura. Contrário ao que se imagina, os barris estão todos vazios e servem apenas como oferenda às divindades.

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O templo funciona todos os dias do nascer ao por do sol e tem entrada grátis.

Acabamos saindo bem próximo da estação de metrô de Harajuku, pensando em encontrar aqueles famosos grupos de adolescentes com seus trajes cosplay, mas não vimos nenhum.

O ponto de encontro desta turma supostamente fica nesta ponte aí embaixo…

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Descemos então a Omotesando, uma das ruas mais esnobes da cidade, com várias lojas de grife com arquitetura arrojada, mas que também tem um (pequeno) espaço para um comércio mais pé-no-chão. Fica apinhada de gente nos sábados.

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Perdemos um bom tempo na loja Kiddyland, vários andares de brinquedos para todas as idades – pelo menos havia algo que pudesse comprar. Nas outras, nem ousamos entrar, foi mais window shopping mesmo.

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Incrivelmente conseguimos achar um restaurante japonês de esteira que tinha preços bem razoáveis, similares ao de Shibuya: o Heiroku Sushi.

Bia se fartou nos camarões, enquanto eu achei uma dupla de salmão com maionese que estava incrível.
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Voltando pela outra calçada da Omotesando na direção de Harajuku, continuamos sem ver as japonesas fantasiadas. Fomos então conhecer outra rua, ícone do local: a Takeshita Dori (foto à direita).

Esta rua de pedestres consegue ser bem diferente e ainda mais lotada do que a Omotesando. Antigamente uma 25 de março japonesa, agora é cheia de lojas independentes que funcionam como termômetro da moda para as adolescentes nipônicas.

Tem também suas lojas de produtos baratinhos como a Daiso abaixo, além de lugares para abrir o apetite como a famosa Marion Crepes, que vive sempre com filas enormes.
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Seguimos andando na direção de Shibuya para o jantar. Sim, outra vez! Fazer o que?

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