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Bariloche – Introdução

19 setembro 2013

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Os que me conhecem já sabem que a conjunção neve+ montanhas+ lagos é um tremendo chamariz para mim. Por isso não resisti a uma promoção da TAM e embarquei para Bariloche no final da temporada de inverno.

A cidade oferece variados tipos de hospedagem para agradar a gregos e troianos: cabanas à beira do lago, hotéis charmosos e outros mais velhuscos, no meio da cidade ou mais afastados. A escolha depende da companhia e do desejo de ficar mais ou menos isolado.

Muita gente gosta de ficar em algum lugar da Avenida Bustillo, mas isto implicaria em alugar um carro (o que não recomendo durante o inverno, por conta de possíveis nevascas) ou depender de táxis/remis. Se for pensar em ficar naquela região, adicione este custo à sua estadia.

Como sou urbano por natureza, minha opção sempre foi ficar na cidade, só que desta vez resolvi alugar um apartamento para os 6 dias que iria passar por lá. Achei um bastante simpático pelo Airbnb, que me ganhou logo na primeira foto, mostrando a vista do quarto (que reproduzo abaixo).

A ideia de acordar todos os dias e olhar para isto me convenceu imediatamente.

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O voo teve uma parada chatinha no Aeroparque antes de embarcarmos rumo ao sul, Chegamos com tempo bom e o ventinho constante, a temperatura estava em agradáveis 5 graus positivos.

Resolvi contratar um remis que me cobrou 100 pesos (pouco menos que um táxi, que sairia por 115 pesos) para me levar até o centro, o que demorou pouco mais de 15 minutos.

O proprietário me esperava na portaria do prédio e me mostrou os aposentos, bem como a piscina aquecida e a sala de ginástica, tudo de acordo com as fotos. Ainda troquei dinheiro com ele, que me ofereceu a ótima cotação de 9 pesos/dólar.

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Aproveitando o tempo bom, desci até a Mitre, a rua principal do comércio, onde parei em um café, pedi un água saborizada e um sanduíche de queijo e presunto enquanto contemplava, ao sol, o movimento local.

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Andei até a linda catedral da cidade (foto acima à direita), apreciando o lago Nahuel Huapi desde o jardim em frente.

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O vento estava realmente forte e a sensação térmica devia estar próxima a zero, desaconselhando a continuidade do passeio.

Voltei para a Mitre e fui ver o comércio, especialmente os chocolates, o que a cidade possui de melhor. Duas das melhores lojas são a Mamuschka e a Rapa Nui.

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Antes de voltar para casa, passei no escritório da empresa 3 de Mayo, na Calle Moreno (mesma rua do apartamento), para comprar o cartão de transporte. Paguei 17 pesos e carreguei com mais 33 pesos para poder utilizar o transporte público da cidade.

O cartão vale para a maioria dos ônibus urbanos (que tem tarifas variando de 3,45 até 9,15 pesos), exceto os que vão para o Cerro Catedral que só aceitam dinheiro vivo – nesta caso, a tarifa é de 10 pesos.

Achei que valeu super a pena. Os ônibus são meio velhos, mas pontuais e te levam a vários lugares turísticos (por exemplo, você consegue fazer quase todo o Circuito Chico de ônibus) e também a Porto Pañuelo, local de saída das excursões à Isla Victoria. Se você não tiver uma bagagem supersize, dá até para ir ao Aeroporto!

E para fechar o dia, o jantar em um restaurante recomendado pelo proprietário. Mas isso é assunto para um outro post.

P.S. Vale lembrar que os preços colocados aqui e em posts futuros são válidos para setembro de 2013.

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