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Peru – Cusco – City Tour

18 dezembro 2013

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Este passeio deve ser um dos primeiros a serem feitos em Cusco, logo depois de se aclimatar à altitude. Normalmente começa por volta das 13h30, indo até depois do por do sol.

O ponto de encontro (e primeira parada) é na Catedral de Cusco, onde se deve pagar uma entrada de 25 soles, valor que não está incluso no Boleto Turístico. Visitamos, além da Catedral, os Templos del Triunfo e da Sagrada Família, que compõem o complexo em forma de cruz latina.

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A Catedral é belíssima, com altares repletos de objetos folheados a ouro e prata, além de muita madeira nobre. Possui 11 capelas laterais e uma imagem de Jesus de Nazaré conhecida como Señor de los Temblores, assim chamada pela crença de que, graças à ela, a cidade teria sido salva de um grande terremoto. Infelizmente as fotografias são proibidas.

Assim como em outros prédios da cidade, foram utilizados vários blocos de granito retirados de Saqsayhuamán na construção da Catedral.

O Templo del Triunfo (à direita na foto abaixo) foi construido em 1538 e serviu provisoriamente como a Catedral de Cusco até a construção desta última, finalizada em 1664. Este local foi escolhido por ter sido a sede do palácio do Imperador Wiracocha e para marcar a vitória dos espanhóis contra os incas, daí seu nome.

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O Templo de la Sagrada Familia (foto abaixo) foi construido bem depois, em 1735, e é o menos impactante dos dois, apesar de haver sido recentemente restaurado, após ficar quase 30 anos fechado ao público.

Interessante notar os artifícios utilizados pelos espanhóis para domar a população inca, incluindo a figura de Nossa Senhora com as mãos para baixo (ao contrário de N.Sra da Assunção, padroeira de Cusco). A intenção aqui era amansar qualquer possibilidade de rebeldia por parte dos incas, dizendo que Nossa Senhora desceria do céu para castigá-los caso houvesse alguma tentativa de rebelião.

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Seguimos pela Calle Loreto até chegarmos a Qorikancha, um templo maior dos incas, dedicado aos principais deuses (o Sol, a Lua, as estrelas, o arco-íris, o raio e o relâmpago).

Depois da vitória espanhola, esse local foi doado à ordem dominicana, que aqui ergueu o primeiro convento do país – o de Santo Domingo – justamente onde ficava o Templo do Sol.

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No claustro principal se encontram quadros retratando a vida de Santo Domingo de Guzmán.

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Não houve tempo para explorarmos o Museu de Sitio Qorikancha, cuja entrada fica na Avenida del Sol. Prosseguimos no micro-ônibus, seguindo até as ruínas no entorno da cidade.

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Dependendo do passeio, Saqsayhuamán (quéchua: falcão satisfeito) pode ser a primeira ou a última ruína a visitar. Não importa, continua sendo a mais importante e imponente delas e onde atualmente é realizada a festa de Inti Raymi todo ano no dia 24 de junho, pouco depois do solstício de inverno, para coincidir com o dia de São João.

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Acredita-se que o local era utilizado como fortaleza militar e impressiona ver o tamanho dos blocos de granito e a admirável precisão dos cortes e dos encaixes milimétricos.

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Infelizmente só se consegue apreciar cerca de 20% da construção completa, já que boa parte dos blocos foi retirado para serem utilizados nas casas e templos religiosos de Cusco.

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De lá também se tem uma vista completa da cidade…

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…com o zoom se alcança até a Plaza de Armas.

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Próxima parada foi em Q’enko (zigue zague, em quéchua), um local sagrado, aparentemente utilizado para sacrifícios e mumificações.

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Depois fomos até Tambomachay (local de descanso, em quéchua), um local onde havia várias fontes de água e que era comumente usado para o descanso do Imperador Inca.

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Acreditava-se que estas fontes rejuvenesciam quem bebesse delas. Hoje em dia são consideradas insalubres, portanto nem tente saciar sua sede com elas.

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Não houve tempo de irmos até Puka Pukara (forte vermelho, em quéchua), apesar de estar ao lado da entrada de Tambomachay, pois já havia escurecido.

A última parada antes de retornarmos a Cusco foi em uma loja onde eram vendidas roupas feitas com lã de alpaca e vicunha, muito bonitas mas com preços proibitivos.

Este passeio pode ser feito todo a pé, para os mais corajosos. Basta tomar um ônibus para Pisac (deve custar no máximo 5 soles) e descer em Tambomachay. De lá são quase 6 km de descida pela estrada até Saqsayhuamán e pouco mais de 1 km deste último até a Plaza de Armas. Para os que não tem tanta disposição, basta contratar um tour em uma loja – vai custar entre 20 e 25 soles, incluindo o guia.

Não se esqueça de levar o seu Boleto Turístico.

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