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México – DF – Museu Nacional de Antropologia

24 janeiro 2014

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Se você só tiver tempo para visitar uma atração na Cidade do México, não tenha dúvidas: o Museo Nacional de Antropologia é a escolha certa! Aliás, deveria ser obrigatório passar por aqui antes de qualquer outro passeio, sob pena de não entender e não poder desfrutar adequadamente de toda a cultura deste país fascinante!

Alguns dados indicam a importância que este museu tem no país: inaugurado em 1964 é, de longe, o mais visitado do México, com mais de 2 milhões de visitantes ao ano; contém importantíssimas obras arqueológicas do período pré-colombiano, tesouros das civilizações maia e azteca, murais, vestimentas e milhares de outros artefatos que retratam como se formou o espírito mexicano.

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Chegar lá é muito fácil: fica situado nos Bosques de Chapultepec, uma região central da Cidade do Mexico, facilmente acessível de metrô (desça na estação Chapultepec ou em Auditorio) ou a uma curta (e barata) corrida de táxi da Zona Rosa. Abre de terça a domingo, das 9 às 19hs, com entrada a 57 pesos mexicanos (MX).

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Ao entrar, a primeira imagem que surge no enorme pátio retangular é um gigantesco pilar, de onde sai uma cascata artificial, apelidado carinhosamente de “el paraguas” (o “guarda-chuvas”).

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Minha sugestão é que a visita comece no sentido anti-horário, a partir da primeira sala à direita de quem entra no museu: se você tiver seguido as instruções, estará na sala intitulada “Introdução a Antropologia”.

A partir daí vem uma sucessão de salas dedicadas à arqueologia : “Povoamento da América”, Pré-clássico no Altiplano Central” , “Teotihuacán”, “Os toltecas”, “Mexica”, “Culturas de Oaxaca”, “Culturas da Costa do Golfo”, “Maias”, “Culturas do Ocidente”e, finalmente, “Culturas do Norte”.

DSC03987DSC03991Uma das mais importantes peças arqueológicas, com cerca de 3 metros de diâmetro e que chama a atenção ao entrar na sala “Mexica”, é a “Pedra do Sol”, do período pós-clássico tardio (de 1250 a 1521 d.C.).

Esta pedra foi achada na antiga Plaza Mayor, no centro histórico da Cidade do México e é uma representação do calendário azteca (foto abaixo).

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Abaixo, à direita, podemos ver a estátua de Huehueteótl, deus azteca do fogo (do período clássico – entre 250 e 800 d.C.,  proveniente da província de Veracruz).

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Seguem mais alguns exemplos do fantástico acervo do museu.

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No segundo andar ficam as salas dedicadas a etnografia, com representação de todos os povos que moldaram esta nação, desde os habitantes dos desertos ao noroeste até os maias, ao sul.

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Ainda encontramos, na parte externa, algumas réplicas de construções da época.

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Sem dúvida, um dos museus mais fascinantes que já visitei, seja pelo conteúdo espantoso, seja pelo didatismo da coleção, hipnotizando os visitantes e fazendo com que a visita dure uma boa parte do dia sem que se perceba.

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2 Comentários leave one →
  1. 26 janeiro 2014 4:03 pm

    JB, estive no México no século passado e por isso seu post me deu tanta saudade!
    Esse museu é mesmo demais!

    • 9 fevereiro 2014 2:59 pm

      Concordo, Mô. Dá para passar um dia inteiro lá…

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