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México – DF – Centro Histórico

7 fevereiro 2014

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O Centro Histórico da Cidade do México é visita obrigatória, tendo sido declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.

A antiga cidade de Tenochtitlán, fundada pelos aztecas sobre o lago Texcoco, deu origem a esta grande metrópole, uma das mais populosas no mundo. No centro desta cidade havia templos dedicados aos deuses da Guerra e da Chuva, exatamente no lugar onde hoje está a Plaza de la Constitución, mais conhecida como Zócalo, uma imensa praça (é a quarta maior do mundo em área) que domina o centro histórico e que é palco de manifestações e shows, a depender do estado de espírito dos mexicanos.

O conquistador Cortés construiu a atual cidade sobre as ruínas de Tenochtitlán.

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Esta praça é circundada pela Catedral Metropolitana, ao norte, e pelo Palácio Nacional do México, sede do Governo, a leste. Entre estas duas construções fica o Museu do Templo Maior, inaugurado em 1987 após escavações feitas entre 1977 e 1982 e que recuperaram cerca de 14.000 objetos, assim como os vestígios do que havia sido o Templo Mayor de Tenochtitlán.

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No Palácio Nacional, cuja entrada é gratuita (de segunda a sexta das 9 às 19h, sábados de 9 às 18hs e aos domingos de 10 às 15h) a principal atração é uma série de murais pintados pelo Diego Rivera entre 1930 e 1951 e que formam um grande painel contando a sofrida história do povo mexicano.

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Abaixo uma visualização de como era Tenochtitlán, construida sobre as águas.

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No painel abaixo à direita pode-se ver Frida Kahlo em primeiro plano.

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Acima vemos a tomada de Tenochtitlán pelos espanhóis.

Curiosidades: o Palácio Nacional foi construído usando grande parte do material do palácio de Montezuma II que ficava neste mesmo lugar. Porfírio Diaz foi o último presidente mexicano que utilizou o palácio como residência.

Além dos incríveis painéis, há jardins internos com belas construções e algumas esculturas interessantes.

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A Catedral Metropolitana, vista abaixo, é uma das mais antigas da América. Na minha opinião, não é das mais bonitas, mas vale uma visita ao seu interior.

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Vários outros edifícios nesta região, incluindo a Catedral, sofreram inclinação devido a terem sido construidos sobre solo argiloso e também com as frequentes inundações. A foto ao lado dá uma razoável ideia deste fenômeno, que requer várias obras de contenção para resguardar todo o tesouro histórico do centro da cidade.

Logo colado à Catedral, se encontra o Templo Mayor e seu museu adjacente, ambos abertos de terça à domingo, das 9 às 19h e com entrada a 57 pesos mexicanos (como a maioria dos grandes locais turísticos mexicanos).DSC04664DSC04667

Após a entrada, primeiramente se vê as ruínas do que foi o Templo Mayor, centro religioso de Tenochtitlán.

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Depois percorremos as oito salas de exibição com os inúmeros objetos retirados das escavações, fazendo desta uma das maiores coleções de objetos aztecas do país.

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Veja abaixo uma representação de Tlaloc, conhecido como Deus da Chuva, Senhor do Raio, Relâmpago e Trovão.

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Uma boa opção para um almoço tardio ali no Centro é o restaurante Azul Histórico, mostrado abaixo. Um dos 3 exemplares do “conceito Azul” do chef mexicano Ricardo Muñoz Zurita (os outros são o Azul Condesa e o Azul y Oro, todos em D.F.), tem como forte a culinária mexicana.

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Este restaurante fica numa galeria na Calle Isabel la Catolica, em um lugar bastante agradável e circundado de lojinhas descoladas e muitas galerias de arte.

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Enquanto aguardávamos uma mesa, foram oferecidas algumas bebidas e voltamos um pouco no tempo vendo este senhor e seu passarinho treinado para tirar a sorte dos clientes do restaurante.

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Pedi uns incríveis camarões ao molho com uma panelinha de arroz de amêndoas como acompanhamento. Delícia!

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Fizemos esta visita em duas partes e mesmo assim ainda ficou faltando coisa para se ver – não deu tempo de irmos até a Plaza Garibaldi ver os mariachis, pena!

Ou seja, se você estiver pensando seriamente em explorar esta parte da cidade, dedique pelo menos dois dias inteiros a ela e escolha bem as atrações de modo a maximizar sua visita.

Lembrando mais uma vez que o centro histórico à noite não é dos lugares mais seguros, portanto acorde cedo e aproveite o melhor do centro histórico enquanto durar a luz do sol.

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3 Comentários leave one →
  1. 10 fevereiro 2014 11:26 am

    Oi, JB. Tubo bem? 🙂

    Seu post foi selecionado para a #Viajosfera, do Viaje na Viagem.
    Dá uma olhada em http://www.viajenaviagem.com

    Até mais,
    Natalie – Boia

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  1. Um dia no Zócalo, o centro histórico da Cidade do México | Sundaycooks

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