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Sudeste Asiático 2014 – Hong Kong dia 3

24 janeiro 2015

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No dia seguinte o tempo estava ainda mais nublado, apesar da previsão contrária. Andamos um pouco pela ilha, passando pelo Statue Square, em frente ao prédio do HSBC, até chegar no Star Ferry Pier.

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O pier faz a ligação entre a ilha de Hong Kong e outros locais (outras ilhas, Novos Territórios e Kowloon) através de barcas muito parecidas com as que fazem a travessia Rio – Niterói.

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No pier 7 saem as barcas que nos interessavam, na direção de Kowloon. Pagamos 3 HK$ para atravessar até Tsim Sha Tsui. O token pode ser comprado em máquinas como a mostrada ao lado, com instruções também em inglês.

A travessia dura pouco mais de 5 minutos e permite um panorama lindão de ambas as margens. Lindo panorama quase de graça!

Na foto mais abaixo podemos ver as formas arrojadas do Hong Kong Convention and Exhibition Centre em primeiro plano, com o prédio da Central Plaza, em Wanchai, ao fundo.
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Desembarcamos em Tsim Sha Tsui

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…e continuamos nosso passeio pela Canton Road passando por varias lojas de luxo e dobrando à direita na Haiphong Road (foto abaixo)

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…antes de chegarmos ao Kowloon Park. Ainda estava cedo, por isso o movimento não estava tão grande nas ruas.

Vimos a Mesquita Kowloon (abaixo à esquerda) pelo lado de fora e entramos em um dos inúmeros shopping centres do bairro.

DSC02276DSC02274Como várias lojas ainda não estavam abertas, tomamos o MTR até a estação de Diamond Hill e andamos poucos metros até o parque Nan Lian, uma beleza de local no meio dos arranha céus residenciais.

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O parque é uma delícia! Cada rocha, jardim ou lago parece ter sido milimetricamente colocado para alcançar a harmonia perfeita.

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O jardim, aberto em 2006  foi desenhado pela Chi Lin Nunnery, um templo budista que fica logo ao lado, e construído com participação do Governo. Possui cerca de 35.ooo metros quadrados.

DSC02287DSC02283Desenhado no estilo clássico da Dinastia chinesa Tang (que prosperou entre os anos 618 e 907 DC, com largo uso de rochas, plantas, água e madeira, tem o intuito tanto de prover um panorama da arquitetura chinesa clássica, como o de proporcionar uma perfeita integração com o entorno do jardim, principalmente com as montanhas ao fundo.

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Um passeio recomendado e bastante conveniente para escapar do movimento incessante de pessoas nesta cidade densamente povoada.

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Ao lado ficava o complexo budista Chi Lin Nunnery, outro local bastante tranquilo e também com entrada gratuita.

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Com área de 33.ooo metros quadrados, inclui  alguns templos, jardins e um convento, além de um restaurante vegetariano. Os templos incluem estátuas de Buda, além de alguns bodhisattvas, feitas de madeira, pedra, gesso ou mesmo ouro.

O complexo foi inaugurado em 1934, mas reconstruído na década de 1990, no mesmo estilo Tang do jardim Nan Lin.

Os edifícios, todos em madeira, tem a peculiaridade de não possuir nem um prego, usando sistemas que permitem o encaixe perfeito pas peças. São as únicas construções deste tipo em Hong Kong.

 

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Voltamos de MTR a Tsim Sha Tsui e almoçamos uma pizza no Pizza Hut.

De volta à ilha de HK, desta vez andamos muito até conseguir encontrar a entrada para os famosos Mid-Level Escalators da cidade.

Uma série de caminhos rolantes (travelators, na verdade) fazem o percurso de 800 metros, transportando milhares de pessoas todos os dias e evitando o desgaste físico de se subir incontáveis escadas até chegar ao destino final, 135 metros acima. É o maior percurso coberto deste tipo no mundo. Se fosse feito de carro, o trajeto passaria por várias ruas em ziguezague e seria bem mais longo.

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Até as 10 da manhã o percurso é feito descendo o morro. A partir daí, o sentido é invertido. Como se pode ver, há escadas normais ao lado dos travelators, permitindo que se possa fazer o caminho inverso.

Há entradas e saídas em cada cruzamento de rua.

DSC02317DSC02320Durante o percurso, podemos ver um pouco mais do dia-a-dia dos locais e lojas inusitadas, como esta que apresenta seu mobiliário na varanda suspensa!.

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Também podemos ver o emaranhado de fios e os diversos luminosos que inundam as ruelas do bairro.

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Para o final de tarde, havia reservado uma ida ao Victoria Peak para apreciar o por do sol. Não deu para apreciar muita coisa com a quantidade de névoa, mas mesmo assim foi um espetáculo ver o skyline da cidade entre a neblina.

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Tomamos o ônibus 15 pagando 10 HK$ em uma linda viagem até o topo, passando por edifícios residenciais com localização inimaginável e com vista exuberante em todos os cômodos – devem custar um fortuna, já que aqui é um dos lugares mais caros da cidade, que é uma das mais caras do  mundo em termos de moradia.

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Chegamos lá ainda com luz do dia, mas logo escureceu. A vista é mesmo linda, apesar do dia nublado e vale a pena!

Sua experiência lá em cima pode ser totalmente gratuita se não se importar em apreciar a vista dos inúmeros mirantes ao longo do caminho. Se preferir, pode desembolsar alguns HK$ comprando o ingresso para subir até o Sky Terrace (sinceramente, não vejo muita vantagem).

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Voltamos pelo Peak Tram, em um percurso bem mais curto do que o ônibus faria, e com uma declividade assustadora. O preço do Peak Tram é de HK$40, ida e volta, ou HK$28 por trecho.

Se incluir o Sky Terrace, no chamado Peak Tram Sky Pass, sobe para HK$ 83 e HK$71, respectivamente.

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O tram funciona todos os dias das 7h à meia noite. Já o Sky Terrace abre das 10h (8h nos fins de semana e feriados) às 23h. Veja mais informações no site.

DSC02342DSC02347Voltamos andando até o hotel, passando pela St. John’s Cathedral, uma igreja anglicana.

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Para o jantar, escolhemos um simpático bistrô italiano para degustar uma massa carbonara.

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E assim terminou nosso período nesta cidade cheia de contrastes, misto de pujança econômica e edifícios decadentes, revelando o drama vivido por seus habitantes em ter uma moradia decente.

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Próxima parada: Filipinas!

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4 Comentários leave one →
  1. 25 janeiro 2015 3:05 pm

    Muito legal o registro da viagem. Tô acompanhando. Nunca pisei no Sudeste Asiático. O mais próximo que estive foi no Havaí. Hoje temos shows do Kaiser Chiefs e do Foo Fighters no Maracanã. Tô partindo pra lá, depois conto como foi. Abraço, Kiko

  2. 18 fevereiro 2015 10:04 pm

    Muito maneiro, é possível sentir a experiência da viagem, ao ler os registros. Parabéns você escreve muito bem!

    • 20 fevereiro 2015 10:45 am

      Olá Jovancir,

      Obrigado pelo elogio! Apareça sempre!

      Abs

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