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Sudeste Asiático 2014 – Tailândia – Bangkok dias 19 e 20

26 março 2015

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Bangkok é uma cidade fascinante. Acho que sempre vou querer passar por aqui quando estiver no Sudeste Asiático. Como a cidade é um dos hubs da região, juntamente com Kuala Lumpur e Cingapura,  isso não será tão difícil, felizmente.

Programamos dois dias neste metrópole, retrato quase fiel saído da imaginação do Philip K. Dick (que escreveu o livro que deu origem ao filme Blade Runner): caótica, perfumada, quente e futurista.

Chegamos pelo Aeroporto de Don Mueang, um pouco mais próximo da cidade do que o Suvarnabhumi.

Escolhemos um hotel mais próximo ao Chao Praya. Sua localização era imbatível, já que ficava em frente à  estação Surasak do Sky Train, um dos melhores meios de locomoção da cidade.

DSC03098 DSC03099Além da localização, o hotel conta com quartos espaçosos, uma piscina alucinante no 21° andar, alguns restaurantes e preços fantásticos para um 5 estrelas : um quarto duplo saiu a pouco menos de US$ 100 a diária, pela cotação vigente na época.

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Desta vez não utilizamos muito o Sky Train já que, com duas pessoas, andar de táxi faz mais sentido. Tente apenas evitar os horários de pico, quando o trânsito fica ainda mais caótico.

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Chegamos com fome e, depois de tomar o Sky Train para a região de Siam Square, entramos no shopping Siam Paragon até encontrar um grande supermercado com uma área de alimentação, onde se podia montar sua salada a quilo, com diversos e saborosos ingredientes.

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Fizemos nossos pratos e escolhemos um suco de lichia e voilá: um almoço rápido, saudável e barato estava pronto!

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Depois caminhamos em direção à casa do Jim Thompson, mas informações desencontradas nos levaram a errar o caminho, o suficiente para encontrarmos o local fechado no fim da tarde.

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Voltamos para o hotel para descansar um pouco das andanças. Tomamos o Sky Train e descemos na porta do hotel.

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Desta vez não fomos tão longe, pois paramos logo ao lado do hotel para checar o restaurante Blue Elephant.

Demos uma olhada no cardápio e gostamos bastante, mas estávamos de bermuda, roupa não muito adequada ao formalismo do local. Não tivemos problema: prontamente nos emprestaram alguns saris para que pudéssemos curtir o jantar.

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E que jantar: apesar da comida estar com nível de pimenta acima do esperado, estava tudo delicioso. Os preços eram um pouco mais altos em se tratando de Bangkok, mas considerando-se a qualidade da comida, estavam bem camaradas.

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No dia seguinte partimos para os passeios: primeira parada foi no Vimanmek Palace, a maior construção de teca no mundo, que fica no Parque Dusit.

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Já havia visitado este local quando estive aqui pela primeira vez (veja o relato neste post).

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O palácio foi residência do Rei Rama X no começo do século 20 e ainda podem ser vistos diversos objetos pessoais da realeza.

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Continuo achando um recanto bem tranquilo da cidade e uma atração imperdível, ainda mais se considerarmos que você vai visitar o Wat Phra Kaeo/Grand Palace e o ingresso já inclui a Vimanmek Palace como bônus.

DSC03130 DSC03134Deve ser respeitado o dress code, que proíbe bermudas muito curtas ou blusas muito decotadas. Caso você se encaixe em um destes casos (como nós, que estávamos de bermuda, no calor senegalês de Bangkok), há sarongs e t-shirts para venda.

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O Vimanmek fica aberto todos os dias (exceto segundas) das 9h às 15h15, com ingresso a 100 baht (equivalente a US$ 4, no câmbio da época) para estrangeiros e quem não possui o ingresso do Wat Phra Kaeo, lógico.

Continuando por aquela área, tomamos um táxi até o Loha Prasat, um dos mais notáveis templos da cidade, com sua arquitetura única.

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O Rei Nangklao (Rama III) começou a construir o Loha Prasat em 1846, inspirado em um templo de Sri Lanka, porém só recentemente foi finalizado. O templo fica rodeado por outro chamado Wat Ratchanaddaram.

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Possui 37 espirais de metal (daí ser conhecido também como “Castelo de Metal”), cada uma representando uma das virtudes para alcançar o iluminamento.

Das 3 construções deste tipo, esta é a única que ainda sobrevive no planeta.

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Logo depois andamos até o Wat Saket, mais conhecido como o Monte Dourado ou ‘Phu Khao Thong’.

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Sua origem remonta ao período de Ayutthaya (entre 1350 e 1767) e sofreu restaurações durante o reinado de Rama I, no século 18.

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Fica em uma colina artificial em cujo topo um enorme chedi dourado. Um chedi, ou stupa, é uma estrutura hemisférica cujo interior contém relíquias budistas, normalmente as cinzas de monges budistas, e utilizado como local de meditação.

A subida ao topo é feita por uma escada que circunda o monte e tem 300 degraus de poucos centímetros de altura, fazendo com que se dê vários passos pequenos.

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Durante o século 18, Wat Saket foi utilizado como crematório para cerca de 60 mil vítimas da praga.

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Continuando com os passeios, desta vez escolhemos um tuk tuk como transporte e, como sempre, foi muito divertido, embora este tipo de locomoção seja bem mais caro do que o táxi, mesmo  após a pechincha.

Vale pela experiência!

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Fomos deixados na Khao San Road a ruela ícone dos mochileiros e adoradores de bugigangas anônimos. Eu acho a rua a cara da cidade e sempre me divirto bastante com a clientela local e estrangeiros.

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Os aromas e quantidade de barraquinhas vendendo comida na rua são um atrativo para quem está com fome.

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Fizemos uma das massagens mais baratas da viagem e acabamos almoçando por aqui mesmo (mas preferimos comer indoors).

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Voltamos pra o hotel no trânsito infernal da cidade e aproveitamos um pouco da piscina antes de sair para o próximo passeio.

Fizemos uma visita ao Asiatique, um complexo de entretenimento à beira do Chao Praya, com diversas lojas, restaurantes, música ao vivo e até uma roda gigante.

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O local era a sede do antigo pier da East Asiatic Company, dedicado ao comércio de teca.

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O complexo foi inaugurado em maio de 2012, portanto depois da minha primeira visita à cidade. Sem dúvida já se tornou um dos locais mais agradáveis para um passeio, conjugando comprinhas e comidas

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Jantamos no restaurante italiano Capri – escolhemos um prato de frios para entrada…

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…e uma massa com cogumelos e foie gras para arrematar.

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Assim terminou mais um dia nesta cidade fantástica e de altíssimo astral. Nem a bagunça na fila do táxi conseguiu nos tirar do sério – apenas andamos mais à frente e pegamos um táxi que nos cobrou a tarifa normal sem a taxa extra por estar no Asiatique.

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3 Comentários leave one →
  1. 26 março 2015 10:13 pm

    JB, eu Pin-ei uma de suas fotos – o pratinho do Blue Elephant, com as devidas referências, viu!

    • 27 março 2015 10:41 am

      Oi Sil,

      Sem problemas!
      Saudades!

      Bjs

      • SiL permalink
        3 abril 2015 6:13 pm

        Saudades imensas, também…sniff. Apareça por cá, ou eu por lá e colocamos as boas novas em dia! bjs

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