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Santiago – onde ficar e onde comer

12 setembro 2015

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Visitar Santiago é sempre uma alegria, sempre aparecem ofertas e há vários voos diretos desde o Rio de Janeiro. Como programamos a viagem com bastante antecedência, conseguimos emitir em fevereiro passagens por 20 mil milhas ida e volta para o feriado da Independência.

Minha recomendação de hospedagem é ficar próximo de uma estação de metrô, com certeza o meio de transporte mais conveniente para se locomover na cidade. Com a queda do real, os preços no Chile não estão mais tão baratos como no passado e andar de táxi a todo instante pode pesar no bolso. No início de setembro conseguimos trocar reais a uma taxa de 170 pesos (o dólar estava em 686 pesos).

Já tendo me hospedado no Centro e na Providencia, desta vez queria experimentar a estadia em um bairro mais tranquilo como Las Condes. Aproveitando uma super oferta para membros silver da rede Accor, ficamos no novíssimo Ibis Manquehue, na porta da estação de metrô de mesmo nome, pelo equivalente a US$ 33 a diária, sem café da manhã (que custava mais US$5).

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A experiência foi bem interessante, apesar de termos que utilizar o metrô para quase tudo. O local é bem silencioso, apesar de ficar entre duas avenidas movimentadas, e há comércio, casa de câmbio e supermercado quase ao lado.

No Chile, a dica é pagar o hotel no cartão de crédito ou em moeda forte, já que assim se evita a cobrança de um imposto de 19%, ou seja, a economia é grande!

No quesito comida, além de irmos ao Astrid & Gastón (vejam no próximo post), fomos em duas das áreas mais descoladas e cheias de restaurantes badalados da cidade.

Uma delas, Lastarria fica bem próxima do Centro, logo ao lado do Cerro Santa Lucia e com certeza é meu canto favorito da cidade para um passeio noturno enogastronômico.

Não poderia recomendar com mais firmeza o Bocanariz, um misto de restaurante e bar de vinhos que deu super certo e está subindo como foguete na cotação do TripAdvisor.

diariodebaco.com.br

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Pudera: além do local bem decorado e intimista, do atendimento fantástico, com direito a um sommelier brasileiro bem entusiasmado, as comidinhas são deliciosas (provei um salmão com tapenade de azeitonas acompanhado de gnocchi carbonara, uma mistura que não acreditava que pudesse dar certo, mas que estava excelente).

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Outra particularidade do local é a sugestão de trios de vinhos chilenos por taças de 50ml ou 150ml. Ou mesmo fazer sua própria escolha dentre os 400 tipos oferecidos pela casa.

No meu caso optei por um riesling, um gewurztraminer e um pinot noir – os três combinaram perfeitamente com o prato de salmão.

IMG_20150905_205930688 IMG_20150905_215037475Outro ícone da cidade em termos de diversão é o bairro de Bellavista, aos pés do Cerro San Cristóbal. Tem como epicentro o charmoso Patio Bellavista, um conjunto de restaurantes, bares e lojas com um pátio central para ver e ser visto.

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Difícil foi escolher um local para comer, mas privilegiamos a localização e ficamos no Openbox, de frente para o pátio. Comemos uma pizza de cogumelos e rúcula e eu arrisquei um mango sour que estava bem interessante.

Tivesse eu visto o site do local antes, teria ido direto para a filial dos 100 Montaditos, uma rede espanhola que faz o maior sucesso com seus mini sanduíches deliciosos. Não me lembro de ter visto este restaurante desta vez…

IMG_20150906_142626051IMG_20150906_154904718Domingo à noite arriscamos uma ida ao Borde Rio, complexo de restaurantes que fica na Costanera.

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Aposta errada: a maioria dos restaurantes do local fecha aos domingos pela noite (apesar de dizer o contrário no site) e fomos obrigados a comer uma pasta no Le Due Torri.

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IMG-20150907-WA0000 IMG-20150907-WA0002Escolhemos um pasta carbonara e um espumante meio doce que, se não chegou a estragar a refeição, também não ajudou.

O acesso ao local tem que ser feito de táxi, já que não fica próximo a nenhuma estação de metrô. Do hotel gastamos cerca de 3.400 pesos na ida e 5.000 na volta, pois tivemos que tomar um táxi especial conveniado com o local.

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Os preços, como já disse, estão um pouco acima do padrão brasileiro, por isso evite converter sob pena de não aproveitar o passeio.

E seria uma pena você não curtir uma saída em Santiago em um destes locais só por causa do preço, né?

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