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Estônia – Tallinn – passeios, dia 2

5 dezembro 2015

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Acordamos pouco depois das 9h e descemos para o café da manhã. Tomamos a direção contrária da cidade velha até o belo parque Kadriorg, onde fica o palácio de mesmo nome e alguns museus.

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O parque é o maior da Estônia com mais de 70 hectares e foi construido em 1722 a pedido do todo poderoso Pedro, o Grande, logo depois da conquista do Báltico.

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A área foi denominada Ekaterinenthal (ou o “Vale da Catharina”) que, traduzido para o estoniano, virou Kadriorg. Hoje o elegante e prestigioso bairro abriga, além do  parque, inúmeras embaixadas estrangeiras e a residência do presidente do país.

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O lindo palácio Kadriorg abriga o Museu de Arte de mesmo nome, um dos mais importantes do país.

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O Palácio foi construído em 1718 no estilo barroco, por um arquiteto italiano chamado Niccolo Michetti.

O museu abriga vária obras de artistas ocidentais e russos, indo do século 16 ao 20.

Fica aberto de terça a domingo das 10h às 17h (até as 20h às quartas). Ingressos a 5,5 euros.

No mesmo parque fica também o modernoso Museu de Arte Estoniana, além de monumentos em homenagem a várias figuras da cultura estoniana.

Continuando o passeio pelo parque, chegamos a um simpático jardim japonês.

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Com desenho de um renomado paisagista japonês, tenta recriar a atmosfera de um jardim daquele país com os elementos encontrados na Estônia. Talvez pela época do ano – em abril, logo após o inverno normalmente rigoroso – o jardim não estivesse tão esplendoroso assim.

Se esperássemos alguns dias poderíamos ter visto o desabrochar das cerejeiras ou o jardim de rododendros no seu auge, mas tivemos que nos contentar com o (pouco) que vimos.

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DSC04106DSC04111Logo em frente ao parque, e mirando a Baia de Tallinn, fica o Monumento Russalka, em homenagem ao navio russo de mesmo nome.

Erguido em 1902, o monumento apresenta a estátua de um anjo segurando uma cruz ortodoxa apontando na direção onde o navio naufragou.

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DSC04116Continuamos explorando a cidade antiga, desta vez circundando-a na parte baixa.

A Old Town de Tallinn sempre foi a sede do poder do país, estando separada do resto da cidade por muros e fortificações.

De sua parte alta (Toompea Hill) se avistam os outros distritos, sendo um local estratégico para a defesa da cidade.

Passamos pela Igreja Luterana de St John, construida em 1862 e dedicada a São João Evangelista, mas não conseguimos visitá-la.

Encontramos a Catherine’s Passage, um beco com ares medievais e almoçamos no Contravento, um restaurante recomendado e que parecia uma taverna medieval.

DSC04127DSC04122Pedi uma massa com molho à bolonhesa, que não estava grande coisa.

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Depois do almoço percorremos um trecho das muralhas da cidade, pagando 3 euros pelo ingresso.

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Pena que o trecho aberto ao público seja pequeno, mas as vistas compensam: esta é uma das cidades medievais mais bem preservadas da Europa.

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Uma das torres principais na Old Town tem o apelido carinhoso de Fat Margaret, por ser a maior construção da cidade medieval no início do Século 16, com 20 metros de altura e 5 metros de diâmetro com a intenção de impressionar quem chegava pelo mar.

Esta torre servia como proteção para o porto de Tallinn e foi usada como armazém de munição e armas e posteriormente transformada em prisão.

Hoje abriga o Museu Marítimo Nacional, que conta em detalhes a história naval estoniana, além de apresentar uma série de objetos ligados ao passado marítimo do país.

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Todo o acervo está espalhado pelos cinco andares do museu e no ingresso de 5 euros está incluído o acesso ao terraço, de onde se tem uma linda vista do porto e do restante da cidade.

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Fica aberto todos os dias das 10 às 18h (de outubro a abril fecha às segundas).

Há um ingresso conjunto por 16 euros, que engloba a visita ao Seaplane Harbour Museum, um museu mais amplo, com direito a visita os navios, além de acesso à exposições temporárias (até abril de 2016 há uma exposição sobre a “Conquista do Polo Sul”, que parece ser bem interessante).

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Passamos pelas simpáticas “Tres Irmãs”, uma série de edifícios com arquitetura similar que eram casas de comerciantes (foram erguidas em 1362).

Depois de reformadas, atualmente servem como um hotel de charme, parte do renomado grupo Relais & Chateaux.

Depois fomos a Igreja de St. Olav, bem próximo, uma das mais antigas da cidade.

Esta igreja é famosa por ter uma das mais altas torres do mundo: sua altura chegou a 150 metros.

Depois de ser atingida por raios diversas vezes e de sofrer com pelo menos 3 incêndios, a torre foi reconstruida e agora possui 125 metros (foto abaixo).

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Visitamos brevemente seu interior antes de voltar para o hotel.

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Saímos do hotel para o jantar, mas antes queríamos aproveitar o lindo dia para tirar algumas fotos do por-do-sol.

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Desta vez chegamos a tempo de pegar o belo fim do dia em um dos mirantes, pouco antes das 21h.

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Realmente o fim do dia foi um espetáculo, não concorda?

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Jantamos no restaurante La Tratoria del Gallo Nero,  na Rua Lai, que acabou sendo uma das melhores refeições da viagem.

Comi um linguini com scampi ao profumo de arancia (nham!) que estava maravilhoso.

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O garçom estoniano que nos atendeu primorosamente (este da foto ao lado)  falava um português perfeito, pois estava tendo um “relacionamento cibernético” com uma paulista desde o início de 2015. Achei pouquíssimo tempo para tanta fluência – impressionante!

Na manhã seguinte partimos de volta para Helsinki, de onde sairia nosso vôo para Londres.

A melhor forma de fazer este trajeto é de ferry. Vários finlandeses fazem este percurso, principalmente nos fins de semana, de olho nos preços bastante convidativos das bebidas alcoólicas, se comparados com a exorbitância cobrada no país deles.

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Há inúmeras saídas diárias no trajeto Tallinn-Helsinki, com 3 companhias diferentes, em um percurso que dura pouco mais de duas horas. As passagens podem ser compradas neste site.

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Os ferries são bem confortáveis, comparados a um navio de cruzeiro. Tem show ao vivo, lanchonetes, free shop e wi-fi a bordo. Crianças também não ficarão entediadas com o espaço reservado especialmente para elas.

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Ainda passamos mais algumas horas em Helsinki antes de tomar o voo de volta ao Brasil.

E assim terminou nossa viagem ao Báltico…com um gostinho de quero mais. Como ainda falta conhecer a Letônia e Lituânia, não deve tardar muito.

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