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USA 2015 – New York – parte 1, Passeio ao Brooklyn e Staten Island

22 fevereiro 2016

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No nosso primeiro dia em NY resolvi fazer um programa que estava na minha lista há tempos: atravessar a ponte do Brooklyn.

Inicialmente fomos de metrô até a estação Clark Street (linha 2 ou 3 – vermelha) para uma visita rápida a Brooklyn Heights. Dez meses atrás havia estado lá sob temperaturas negativas (veja este post) e queria ver como o bairro ficava com as cores de outono. Lindo, como sempre, mas bem mais colorido!

DSC04862 DSC04863Caminhamos pelo Brooklyn Bridge Park até chegarmos aos pés da ponte de mesmo nome.

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Iniciamos a subida da ponte pelo acesso próximo à Old Fulton Street e caminhamos em direção de Manhattan.

A ponte de Brooklyn começou a ser construida em 1869 e só foi inaugurada 14 anos depois, em 24 de maio de 1883, sendo a primeira ligação entre as então cidades de New York e Brooklyn.

Com uma extensão de 1834 metros, só recebeu o nome atual em 1915 e, por algum tempo, permaneceu sendo a estrutura mais alta da cidade.

Hoje em dia atravessar a ponte virou um dos passeios mais bacanas que se pode fazer aqui (desde que não seja durante o inverno, quando os ventos cortantes tornam qualquer travessia um suplício).

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A travessia é tranquila, durando um pouco mais de 20 minutos dependendo do número de paradas para fotos.

Há muita gente fazendo o mesmo percurso, mas a grande maioria vai na direção de Manhattan por motivos óbvios: todo aquele skyline te acompanha durante o trajeto.

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Saímos em frente ao City Hall Park, em Manhattan e tomamos a direção sul da ilha seguindo pela Broadway

DSC04895DSC04889Fizemos uma parada na  Trinity Church, na esquina da Wall Street, a primeira igreja anglicana em Manhattan, datando de 1697. Seu coral é bastante famoso e se apresenta aos domingos e durante datas específicas no outono e primavera.

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Mais adiante fica a escultura de bronze Charging Bull, no buxixo do centro financeiro de NY. A peça também é conhecida como Bowling Green Bull porque fica no parque de mesmo nome.

Tem mais de 3 toneladas e foi trazida para cá em 1989, como símbolo da “força e poder do povo americano”, segundo seu criador, o artista siciliano Arturo di Modica.

Dizem que dá sorte se você acariciar os chifres, o nariz e os… testículos do touro! Entre na fila para tirar sua foto!

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Daqui houve uma divisão: parte do grupo seguiu até o mirante do One World Observatory e nós continuamos caminhando até o Staten Island Ferry Terminal de onde saem os ferries gratuitos até Staten Island.

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Com horários a cada 15-20 minutos na hora do rush, o passeio é uma oportunidade gratuita para aqueles que querem sentir um gostinho de ver a Estátua da Liberdade mais de perto, já que a travessia, que dura 25 minutos, nos oferece uma boa visão deste ícone novaiorquino.

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Minha sugestão seria ir fora da hora do rush (de 7h às 9h e das 17h às 19h) para evitar tumulto. Não se preocupe: os ferries funcionam todos os dias 24h (intervalos de 30 minutos fora do horário de pico).

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O ferry é bastante parecido com o modelo de barca que faz a travessia entre o Rio e Niterói, com um pouco mais de conforto.

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De quebra, ainda permite uma visão privilegiada dos arranha-céus da parte sul da ilha de Manhattan. Ou seja, independente de estar com o orçamento limitado, esse passeio é bastante recomendável.

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Antes que alguém pergunte: não é permitido ficar na barca para retornar à Manhattan. Todos os passageiros devem desembarcar e tomar o próximo ferry.

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Ainda deu tempo de tomar o metrô para um passeio de fim de tarde no Central Park West: o parque estava realmente estonteante em todo o seu resplendor de outono. Uma maravilha!

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Ficamos apreciando o cair da tarde antes de caminhar até o restaurante italiano Carmine’s, na 44th Street, entre a 7th e a 8th Avenues, bem próximo à Times Square.

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Local bastante conhecido de brasileiros (mais da metade dos clientes falava português!), é famoso por apresentar pratos enormes que satisfazem facilmente 3 pessoas.

Os pratos de massa (especialidade da casa), saem entre US$ 25 – 35, o que é uma pechincha nesta época de dólar nas alturas.

Dos pratos que provamos (acabamos indo lá uma segunda vez), gostei muito deste linguini giardiniera com prosciutto abaixo.

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Voltamos andando ao hotel (um Holiday Inn em Chelsea), não sem antes dar uma passada na sempre gostosa Carlo’s Bakery para um cupcake de sobremesa.

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