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Chapada dos Veadeiros – Comida e hospedagem

3 novembro 2016
booking.com

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Nossa opção de hospedagem foi em Alto Paraíso de Goiás, devido à sua posição central  para os passeios.

Esta escolha se mostrou bem acertada, já que lá também havia boa oferta de restaurantes, além de caixas automáticos dos principais bancos (Caixa, BB e Itaú) e um posto de gasolina (sem bandeira e caro).

O hotel escolhido – Pousada Camelot Inn – era decorado em homenagem à história do Rei Arthur, como o nome denuncia. Suas suítes temáticas com móveis simples (conseguimos um quarto triplo por R$300 a diária, com café da manhã) estão espalhadas pelo terreno, que ainda possui a onipresente (e cafona) estátua do extraterrestre.

O café da manhã era razoável, mas supria nossas necessidades. A trilha sonora, para combinar com a decoração, era composta de sucessos de Enya e Loreena Mckennitt. Mais zen, impossível!

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A oferta de restaurantes na cidade é proporcional ao número de turistas, mas o que impressiona, principalmente para quem vem de uma cidade grande, são os preços deflacionados.

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Na primeira noite, fomos no Zu’s Bistrô, cujo nome (como tudo aqui) é mais pomposo do que a realidade. Situado  no alpendre da casa da proprietária (que não se chama Zulmira), o cardápio tem nas massas e risotos seus ingredientes principais, com preços em torno de R$20.

Pedimos um talharim feito em casa com molho de frango afrodisíaco, temperado com canela. A porção era suficiente para matar a fome e o tempero estava bem bom. Ainda mais acompanhado de um malbec argentino a R$40 a garrafa!

Conselho: não peçam sobremesa! O pavê estava sofrível e nem biscoito tinha.

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No outro dia, após uma trilha extenuante no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, decidimos jantar bem e para isso, após algumas consultas online, optamos pelo Jambalaya, tido por muitos como o melhor restaurante da cidade.

O restaurante fica um pouco escondido, mas como a cidade é pequena não dá para se perder. Há um salão interno e muitas mesas do lado de fora, em um jardim bem cuidado.

A decoração do local é alternativa, com muitos móveis em madeira e redes para descansar e iluminação bem reduzida, criando um ambiente intimista. Trilha sonora com clássicos da música francesa e internacional.

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Éramos os únicos clientes em uma sexta feira à noite, o que fez com que o serviço fosse bem atencioso. Pedimos uma garrafa de vinho (em torno de R$90, preço de restaurantes do Rio ou São Paulo) e o mesmo prato que havíamos visto na Internet: um filé ao roquefort com arroz de brócolis e batatas assadas com alecrim, que estava indescritível.

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Para a sobremesa, fui em um petit gateau de doce de leite com sorvete de creme, que saciou minha vontade de comer um doce, mas não foi a sobremesa mais maravilhosa que havia comido.

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No último dia, resolvemos apostar em uma pizza. Mais uma vez fomos atrás das opiniões dos internautas e também da atendente da nossa pousada, que cravaram Vila Chamego na cabeça.

Localizado em uma rua paralela à avenida principal da cidade, é mais um local simples, com bom atendimento, mesas ao ar livre, lotado em um sábado à noite e com inúmeras e inventivas opções de pizzas, feitas em casa e bem crocantes.

As pizzas são entregues já cortadas e com um papel rígido para ser comida com a mão, mas pode-se pedir pratos e talheres também.

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Escolhemos sabores diversos, mas meu preferido foi mesmo o de shiitake com gorgonzola que estava imbatível. Mais uma vez nos deliciamos com uma garrafa de vinho de R$40, desta vez um Merlot chileno.

Como as pizzas grandes custavam entre R$30 e R$45, fizemos um lauto jantar gastando bem pouco.

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Não experimentamos o famoso Santo Cerrado Risoteria e Café, em São Jorge, ou o almoço caseiro da comunidade Kalunga, em Cavalcante, na volta da visita da Cachoeira SAnta Bárbara,  mas os dois são altamente recomendados.

Não mencionei opções para o almoço porque sempre levávamos um lanche para as trilhas, mas a cidade possui vários restaurantes a quilo para uma refeição leve. De qualquer maneira, saiba que, no item gastronomia o seu gasto na Chapada não será exorbitante.

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