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Europa 2016 – Suíça – St. Moritz e viagem até Como

26 janeiro 2017

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Saímos de Davos logo depois do café da manhã na direção de St. Moritz. A estrada não era propriamente panorâmica, mas encontramos alguns locais para boas fotos.

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Cerca de 72 km depois estávamos em St. Moritz. A primeira impressão é de que havíamos retornado a Davos, pois as duas são um pouco parecidas, com construções nos morros e um lago no meio da cidade.

Considerada a estação de esqui mais cara do mundo, a cidade fica a 1.800 metros de altitude e vem recebendo esportistas de inverno desde o século 19. Também é a estação mais alta a estar conectada por trem na Suíça.

Duas das principais viagens panorâmicas ferroviárias passam pela cidadeo trem Glacier Express parte de lá e chega nas proximidades de Zermatt. Já o Bernina Express passa pela cidade e segue na direção da Itália. Ambas as viagens são deslumbrantes, mas ainda não foi desta vez que pude fazer quaisquer dos dois percursos.

Com população estimada em 5.600 habitantes, tem uma média de 300 dias de sol por ano, o que garante atividades esportivas tanto no inverno quanto no verão. Aqui também se nota uma razoável população de portugueses, perfazendo quase 10% do total de habitantes.

 

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Neste dia agradável e um pouco nublado de outubro, a cidade estava razoavelmente vazia.

Depois de estacionar o carro, começamos fazendo o mesmo programa do dia anterior – um passeio pela beira do lago St. Moritz.

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Além da paisagem havia outras coisas interessantes, como esta escultura de um “Cavalo de Tróia” abaixo, feito por um artista local, com 14 metros de altura e pesando 5 toneladas. Esta obra foi construída em homenagem à Corrida de Cavalos noturna (Night Turf) que ocorre em fevereiro, no lago congelado.

Há uma escadinha que dá acesso ao o interior (onde cabem 10 pessoas e pode ser reservado para eventos – custa o equivalente a R$4.000 por um período de 3 horas com direito a fondue!), mas havia um grupo pequeno de adolescentes fazendo bagunça lá dentro e decidimos não provocar um conflito de gerações.

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Além do equino, outro destaque era a Igreja Católica St. Karl construída em 1880, com sua torre imponente, e onde são celebradas missas em italiano aos domingos.

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Estávamos com fome e pesquisamos alguns dos restaurantes que estavam abertos para não termos sustos quando a conta viesse. Um deles – o Steffani – pareceu bem razoável.

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Comemos uma porção generosa de spaghetti a bolonhesa, que estava bem gostoso. Pagamos pouco menos de 20 CHF pelo prato. Para os padrões suíços estava uma pechincha.

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Depois do almoço continuamos de carro nossa exploração da cidade e subimos uma das ruas para ter uma visão panorâmica da cidade e do lago. Paramos o carro assim que achamos um local adequado para as fotos.

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Acabamos encontrando a Chesa Futura (‘Casa do Futuro‘ em romanche, uma das quatro línguas oficiais da Suíça), uma construção do renomado arquiteto inglês Norman Foster, que misturou computação gráfica com técnicas e materiais tradicionais como a madeira para construir este edifício de 3 andares que, além de tudo, tem uma linda vista. Dizem que a técnica irá permitir que o edifício fique 100 anos sem precisar de manutenção.

 

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Continuamos na estrada na direção sul e o tempo  ficou mais nublado. Ainda tínhamos 145km pela frente até chegarmos ao nosso destino final: a cidade de Como, já na Itália.

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A descida foi feita bem devagar por conta das inúmeras curvas, pelo tráfego e pela chuva fina que caía. Independente destes fatores, deu para notar a beleza da paisagem, ainda mais com as cores de outono realçadas.

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Quando as curvas terminaram, estávamos próximos da fronteira italiana. Logo percebemos quando entramos no país pela diferença na sinalização rodoviária e pelo modo de condução um pouco mais arrojado dos italianos.

A estrada seguiu então margeando o lindo lago de Como, passando por vários túneis até chegarmos a Lecco, quando viramos à esquerda para tomar o caminho até Como, onde chegamos no final da tarde.

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Fomos direto para o apartamento que alugamos no AirBnb.

 

 

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