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Nova Zelândia – Queenstown

15 julho 2017

Nossa primeira parada na Nova Zelândia foi na mágica Queenstown, uma cidadezinha que foi “feita para agradar a uma rainha”, como seu nome atesta. Um dos locais turísticos mais visitados do país, a cidade de pouco mais de 15 mil habitantes parece ter sido talhada a mão.

Sua localização não poderia ser mais perfeita: em frente ao lago Wakatipu e cercada de montanhas que chegam a 2.000 metros de altitude, não à toa serviu de cenário para alguns filmes, sendo o mais famoso “O Senhor dos Anéis”. Se ainda levarmos em conta que é a meca dos esportes radicais e possui algumas estações de esqui a menos de 50 km de distância, dá para entender o fascínio que a cidade atrai.

Seu aeroporto é tão pequeno quanto bonito e fica a menos de 10 km do centro. A vista aérea na chegada à cidade já é um acontecimento por si só, como podem atestar as fotos abaixo.

Várias opções de transfer podem ser utilizadas até o seu destino final.

Uma delas é utilizar o transporte público: a passagem one way até o centro da cidade custa 12 NZD nos ônibus da Connectabus que passam a cada 15 minutos.

Como alternativa, pode-se comprar um passe de 7 dias que serve para o transporte de/para o Aeroporto, além de algumas outras rotas interessantes como Arrowtown (mas não inclui a viagem até Wanaka), por 47 NZD.

Com diversas alternativas de passeios para todos os gostos, alugar um carro não é má ideia, mas tenha em mente que devolver o automóvel em uma cidade diferente pode acarretar em uma taxa bem salgada. Optamos por retirar e devolver o carro no aeroporto de Queenstown.

Alugamos o carro com a Hertz, uma SUV de 5 lugares por aproximadamente 500 NZD o período de 5 dias. Não foi especialmente barato, mas foi uma mão na roda, apesar da direção ser na mão inglesa.

Como sugestão, considere alugar o carro pela Jucy, uma empresa que é bastante forte também no ramo de passeios e tem até alguns hostels espalhados pelo país. Seus carros tem diárias com valores bem menores do que a concorrência. Veja neste site.

Por conta de uma legislação nova, a carteira de motorista deverá ser a internacional  ou então somos obrigados a pagar  uma taxa de 69 NZD para que ela seja traduzida para o inglês.

As opções de hotéis são poucas e caras, portanto nossa melhor alternativa foi alugar uma casa pelo Airbnb. Claro que fiz questão de uma vista para o lago, o que não foi difícil de conseguir. Olhem a nossa vista da sala!

E mesma vista ao amanhecer, com frio de 2 graus e neve recente nos picos…

A cidade é pequena e o transporte público não é muito bom, portanto a dica é se hospedar não muito longe do centrinho, que concentra a maioria das lojas e restaurantes da cidade. Deste modo pode-se fazer quase tudo a pé.

Em relação à quantidade de dias, tudo vai depender do seu apetite para os passeios, que vão desde um singelo cruzeiro pelo lago até várias opções de bungee jumping e skydiving. Independente disto, reserve no mínimo 4 dias inteiros para poder ter uma boa ideia do lugar e de seus arredores.

Escolha as atividades que te interessam e planeje cuidadosamente, sempre levando em conta as condições de tempo.

A primeira dica é entrar no site do Bookme para verificar as opções de tours e restaurantes. Este site mostra várias ofertas de passeios turísticos na Nova Zelândia e Austrália e tem algumas pechinchas inacreditáveis.

Os passeios aqui em Queenstown são um pouco caros, mas qualquer passeio vale a pena pelo panorama absurdamente belo, portanto você estará economizando bastante.

Nós aproveitamos uma promoção para fazer um passeio de  45 minutos de jetboat pelos rios Shotover e Kawarau  com a Thunder Jet.

O passeio foi bom, mas estava um frio de rachar (não se preocupe que eles dão um macacão impermeável, mas leve sua própria luva, você vai precisar!) e, apesar dos loops de 360 graus feitos à exaustão pelo nosso piloto, os trechos percorridos destes rios não são os mais estreitos, ou seja, são menos emocionantes.

Um dos pontos altos da sua visita a Queenstown será a subida até o Bob’s Peak. A subida pode ser feita através de uma trilha com dificuldade média e levando cerca de uma hora.

Para quem não tem tempo/disposição pode tomar a Skyine Gondola que cobra 35 NZD pelo trajeto (ida e volta) que te leva a 450 metros acima da cidade.

Procure combinar a subida com alguma outra atração para uma economia maior. Pode ser um almoço ou jantar ou mesmo uma ou mais descidas de luge, um pequeno veículo que se assemelha ao nosso carrinho de rolimã, fácil de dirigir e que proporciona minutos de diversão por suas 2 pistas (veja as opções de pacotes neste site).

kiaoranz.weebly.com

Fiz isto da primeira vez que estive na cidade, mas agora subimos após as 17h pois queríamos aproveitar o por do sol. Infelizmente neste horário não havia mais tempo para as descidas de luge.

Chegamos lá em cima no fim do por do sol, com uma vista sensacional da cadeia de montanhas e do lago, fazendo jus ao nome da cidade.

Outro passeio interessante é pelo Queenstown Gardens, um lindo jardim botânico criado em 1867 e que possui diversas espécies de árvores.

Estrategicamente localizado em uma península, fica colado ao compacto centro da cidade, se tornando no local preferido para um passeio tranquilo tanto pelos habitantes quanto pelos turistas.

Possui espécies de plantas nativas (das quais se destaca o abeto de Douglas, parente do  nosso pinheiro) e outras exóticas. Há também um clube de tênis e de boliche, além de locais para skate e patinação.

Se quiser apenas contemplar o lindo panorama de um de seus bancos à beira do lago Wakatipu, não há lugar melhor para isso.

Aliás, a margem do lago é mesmo o local mais frequentado na cidade, não sem motivos. Até os noivos escolhem este local para a sessão de fotos!

No quesito comida, a cidade não oferece nada memorável, exceção feita ao  FergBurger, uma verdadeira instituição da cidade e reconhecida internacionalmente como um dos melhores hambúrgueres do mundo.

 

Confesso que não acho esta afirmação um exagero: a carne é bastante suculenta, o molho é incrível e o pão bem macio.

Mesmo o mais básico sanduíche é enorme e o preço compensa muito (um simples hamburger custa 11 NZD). Só comendo para crer.

O endereço é 42 Shotover Street e fica aberto das 8h30 até às 5 da manhã!

Outro lugar que eu recomendo para o almoço é o tailandês Tham Nak Thai.

O restaurante possui um menu combinado no almoço com bebida e três rolinhos primavera deliciosos de entrada, além do prato principal.

Escolhi um saboroso pad thai de camarão. A conta total saiu por menos de 20 NZD, uma pechincha para a cidade.

O restaurante fica na 7 Beach Street e abre para almoço das 11 às 15h. O jantar é servido das 17h às 21h30m.

(É isso mesmo, tanto aqui quanto na Austrália, o jantar começa ainda de tarde e a maioria dos restaurantes fecha mais cedo do que gostaríamos. Vá se acostumando e ajuste logo seu fuso para não ficar com fome!)

Para uma pizza no jantar, uma boa pedida é o Winnie’s Gourmet Pizza, que fica em 9, The Mall, também no centro da cidade.

O restaurante é um ícone local, com música alta de boa qualidade e se transformando em uma boate no fim da noite. Tem um simpático sofá à beira da lareira para quem quiser se esquentar nas noites geladas e uma mesa de sinuca.

Não ficamos para testar a balada, mas as pizzas estavam bem gostosas, com destaque para a Luigis Italian, com bacon, pepperoni, cebolas e cogumelos. Há opções vegetarianas também.

As pizzas grandes giram em torno de 36 NZD e dão para 3 pessoas com pouca fome.

 

Essas foram algumas dicas para você aproveitar melhor a cidade. Nos posts seguintes virão novas sugestões de passeios nos arredores para complementar sua visita à Queenstown e fazer de sua estada uma experiência memorável.

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