Pular para o conteúdo

África do Sul 2019 – de Port Elizabeth a Knysna

26 julho 2019

Depois do passeio matinal no Segway pela orla de Port Elizabeth saímos em direção a Knysna, nosso próximo destino.

A estrada N2 era ótima, com asfalto perfeito e acompanhava a costa sempre que possível, dando algumas oportunidades para fotos.

Fizemos um pit stop programado no Tsitsikamma National Park, outro dos parques nacionais administrados pelo governo sul-africano. Desde 2009 esse parque se juntou ao Wilderness e o Knysna Park para formar o chamado Garden Route National Park.

Apesar de unificado, existe a cobrança de entrada por pessoa (e não por carro), que varia de parque para parque. No caso do Tsitsikamma (que significa “lugar de muitas águas” na linguagem Khoekhoe) pagamos 235 rands.

Alcançando cerca de 80km da linha costeira, esse parque possui uma área de proteção marinha que foi estabelecida em 1964, para proteção de algumas espécies de peixes em extinção.

Logo na entrada encontramos um de seus habitantes mais comuns: o dassie, um animal que parece um porquinho da índia mas tem mais relação com o elefante africano (!) e que também pode ser encontrado no alto da Table Mountain em Cape Town.

Possui também várias trilhas, sendo que a mais conhecida é a Otter Trail, com 44km e que pode ser feita em 5 dias, oferecendo pernoite em cabanas espalhadas pelo parque.

No entanto, a atração mais popular do parque é mesmo a pequena trilha de quase um quilômetro que leva à ponte suspensa sobre o Rio Storms, cujas águas turvas serpenteiam por entre desfiladeiros até desaguar no oceano.

Construída em 1969 com 77 metros de extensão, a ponte fica a apenas 7 metros acima do rio.

Ainda há duas outras pontes suspensas menores que fazem parte do caminho de volta. Outras atividades incluem canoagem pelo rio.

Nosso almoço foi na filial local do restaurante Cattle Baron, famoso no país por suas carnes. O menu é extenso e com preços bem atraentes.

Na foto abaixo vemos a vegetação local e o restaurante ao fundo.

Pedimos um delicioso cheeseburger de frango acompanhado de batatas rústicas e onion rings e tivemos o espetáculo das ondas quebrando durante nossa refeição.

Logo depois do almoço partimos para nossa próxima parada: a ponte Bloukrans, próximo a Nature’s Valley, parque que se situa na porção oeste do Garden Route National Park.

Sua construção se iniciou em 1980 tendo sido finalizada 3 anos depois. Com 450 metros de extensão, faz parte da rodovia N2 e desde 1997 é o local do mais alto salto de bungee jumping do mundo com 216 metros.

Gerenciado pela empresa Face Adrenalin, além do salto há a opção de travessia da ponte, que foi nossa escolha, que já estava incluído no passe da NMBT.

A travessia se dá por uma passarela telada de onde se pode ver a paisagem 200 metros abaixo, o que garante uma certa emoção, mas nada comparável ao salto em si.

Chegamos a acompanhar de perto um grupo de brasileiros que fizeram o salto, antes de voltar para o carro e seguir viagem.

68 Km a mais e depois do único pedágio que encontramos nessa viagem, chegávamos a Knysna, uma pequena cidade de 70.000 habitantes, onde passaríamos duas noites.

Mais detalhes no próximo post.

Anúncios
No comments yet

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: