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Dia 7 – Río Dulce

26 fevereiro 2007

guatemala-rio-dulce-17.JPG

Tive que acordar cedo e tomei o café rapidamente – experimentei, mas não gostei, do café da manha chapin (como os guatemaltecas calorosamente se chamam), com ovos mexidos, feijão, queijo e tortillas.

Fui até a parada do transporte até a Finca Paraíso e tudo o que encontrei foi uma caminhonete, ou seja, tive que ir sentado na parte de trás juntamente com 13 outras pessoas – foi um pouco desconfortável… E o pior era que o trajeto até a finca não era totalmente asfaltado. No caminho fomos parados por 2 homens que queriam saber se alguém tinha uma machete para matar uma cobra que languidamente subia uma árvore próxima. Inexplicavelmente ninguém tinha uma (mas todos, absolutamente todos, possuíam um celular).

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150 solavancos depois cheguei ao meu destino e fui recompensado pelo meu sofrimento, pois o lugar é fantástico. Imagine uma piscina natural de águas frias e transparentes. Adicione uma cachoeira de água QUENTE e o resultado é este :

guatemala-rio-dulce-finca-paraiso-7.JPG

Era um lugar que não dava vontade de sair, mas infelizmente tinha que tomar o ônibus para Guate, ou seja, só deu para aproveitar o local por parcas 2 horas. A volta foi numa caminhonete um pouco maior e que tinha a vantagem de se poder ir em pé, o que, se elimina o desconforto dos solavancos, permite que AINDA MAIS pessoas viajem, aumentando o calor humano.

Ainda deu tempo de tomar um banho, almoçar rapidamente, tomar um sundae delicioso e embarcar no ônibus, que era beeeem menos luxuoso do que pensava. O trajeto foi direto, mas o ar condicionado estava um pouco cansado.

Até que as 5 horas passaram rápido e logo chegamos em Guate, uma cidade bem feia. Tomei um táxi e peguei meu primeiro chicken bus (lembra daqueles ônibus escolares amarelos americanos? Pois é, quando eles ficam velhos são trasladados até a Guatemala), se bem que depois das caminhonetes, aquilo era transporte de luxo.

Não canso de me admirar da aritmética peculiar dos guatemaltecas : aonde só cabem DUAS nádegas eles conseguem encaixar TRES por cada banco, ou seja, o corredor SOME!!! Isso pode ser uma lição de democracia, já que permite que a maior parte do povo possa usufruir do transporte.

20 cumbias praticamente idênticas depois chegávamos a Antigua, que estava superlotada devido ao início das procissões que vai culminar com as da Semana Santa. Nunca vi a cidade tão cheia, mas me esquivei da multidão e fui assistir ao Oscar.

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4 Comentários leave one →
  1. Poliana permalink
    13 novembro 2007 12:23 pm

    Ola to passandu para deixar um abraço a todos que por aki tb passar
    Bom não sei com fui parar nesse site mais adorei estar nele …
    bjao a todos good bay

  2. 13 novembro 2007 12:27 pm

    Oie to passandu para falar q aki no Brasil ha lugare lindos um deles é ILHA BELA o proprio nome já diz
    Já estive la a algum tempo atras e foi maravilhoso ..
    Lugares impressinantes escondidos por lá
    Vale a pena ir conhecer …][ bjao

  3. Paula permalink
    19 agosto 2008 7:19 pm

    Eii!
    Que delícia achar esse espacinho de relatos tão peculiares!!
    Achei um lugar especial: cachoeira de água quente! :))
    Bom saber!

Trackbacks

  1. Câmbio do dia: 110 quetzales = 242 lempiras « Viaje na Viagem

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