Coreia – Hangul
Um dos meus preparativos pré-viagem consistia em tentar aprender o básico das 2 línguas, mas logo desisti do japonês porque achei muito complicado e confiando que seria possível a comunicação em inglês por lá (ledo engano!).
O coreano, por sua vez e para minha surpresa, parecia bem lógico e fácil, pelo menos no que se refere à leitura; depois vim a saber que o coreano atual foi inventado em 1443 pelo Rei Sejong (esse aí da foto acima), o quarto imperador da dinastia Joseon, para se livrar dos ideogramas chineses clássicos (chamados hanja em coreano), até então a única forma de escrita que os coreanos possuíam. O objetivo era tornar o aprendizado da leitura e escrita tarefas menos complicadas.
Acho que ele conseguiu…
E daí surgiu o hangul, que possuía originalmente 28 caracteres, embora hoje somente 24 sejam usados. O desenho das consoantes foi feito para imitar o formato da boca e da língua utilizados para pronunciar cada uma delas. As vogais tem relação com elementos filosóficos encontrados no Book of Changes.
O alfabeto já foi descrito como uma das mais lógicos sistemas de linguagem do mundo e contribuiu para a Coreia se tornar um dos países mais cultos do mundo. Existe até um dia – 9 de outubro – para a comemoração da criação do hangul!
Infelizmente, o que a escrita tem de fácil, a fala tem de incompreensível. Melhor ficar apenas com a leitura então!
Coreia – Transporte em Seul
Seul é uma cidade muito bem servida de transportes públicos modernos, com uma cobertura ampla e preços bastante razoáveis se comparados aos nossos.
O metrô de Seul é internacionalmente reconhecido como um dos melhores, sendo o mais extenso do mundo, com 18 linhas e com o maior número de estações (só perdendo para o metrô de Nova York) cobrindo virtualmente cada canto da região metropolitana. Também é o único no mundo a ter todas as estações com o sistema de porta dupla para o embarque nos vagões, o que garante a segurança dos passageiros.
O valor da passagem é calculada baseada na distância percorrida, começando em 1150 won, o equivalente a pouco mais de US$ 1, um preço bastante razoável, considerando a qualidade do serviço apresentado.
Nos mesmos moldes de Cingapura, ao valor do bilhete de metrô comprado são acrescidos 500 won, recuperáveis no seu destino final, em uma máquina exclusiva para este reembolso.
Existe a opção de comprar o T-money, um cartão de despesas que serve para transporte e é aceito em algumas outras lojas e que dá um desconto de 100 won para a passagem do metrô. Este cartão custa 2.500 won, sendo recomendado para aqueles que pretendem passar ao menos uma semana na cidade, o que não é o caso da maioria dos turistas.
Para sair do Aeroporto de Incheon também há varias opções de ônibus, chamados carinhosamente de limousines, cada um atingindo uma parte da cidade. Voce pode ver as diversas opções clicando aqui.
Se sua opção for o Arex (Airport Express) você vai gastar bem menos (atualmente fica em 3950 won até o destino final em Seoul Station), mas ficará restrito às poucas paradas feitas por ele. Veja o trajeto aqui e torça para seu hotel ficar próximo a uma das paradas. Existe um serviço Express que vai até Seul Station sem paradas: custa o dobro (8000 won) e demora 43 minutos ao invés dos 53 minutos do trem parador. Não acho que valha a pena.
Também andamos de ônibus para chegarmos até a Seoul Tower e nos pareceu bastante simples. A passagem custa um tiquinho a mais do que o metrô e a eficiência coreana também está presente neste tipo de transporte. Existem 4 tipos de linhas, cada uma de uma cor dependendo da distância total percorrida pela linha. Confira aqui como o serviço é civilizado!
Em relação ao metrô, existe um aviso musical na estação (mostrando que o trem está se aproximando), aviso este que difere dependendo de que direção o trem está vindo. Dentro do trem também somos brindados com uma música (praticamente o único barulho que você vai ouvir dentro do vagão!) sinalizando a próxima parada. Achei muito interessante.
E não sou só eu: procurando na Internet acabei encontrando um video de um americano que usou justamente uma destas músicas e fez uma ode ao metrô de Seul que ficou tão bacana que eu não pude deixar de compartilhar com vocês.
https://www.youtube.com/watch?v=tWcDTEaATxI
Ficou sendo uma das memórias mais doces e intensas que eu levo deste país.
Coreia – Primeiras impressões de Seul
Chegamos a Seul 2 dias depois de sair de São Paulo e depois de 2 voos que, somados, duraram mais de 22 horas!
O Aeroporto de Incheon fica sobre uma ilha na cidade de mesmo nome, a cerca de 40 km do centro de Seul. Existem várias alternativas de transporte até a capital sul-coreana, a depender de onde você vai se hospedar. A opção mais rápida e barata é tomar o trem que deixa na estação central de Seul e custa apenas 3500 won. Como iríamos ficar na área de Gyeongbokgung (ou seja, ainda teríamos que tomar um táxi da estação central até lá), prefirimos embarcar em um dos muitos airport limousines, nome pomposo para um ônibus ajeitadinho e que custa 10000 won. (1000 won era equivalente a cerca de 1 US$).
Aqui cabe um parêntese para explicar nossa opção de hospedagem. A procura de hotéis em Seul e Tóquio se revelou cansativa, já que grande parte dos hotéis disponíveis no Booking.com não possuíam quartos twin e insistiam em disponibilizar o que eles chamam de “cama de casal compacta”, um pouco maior que uma cama de solteiro e com finalidades nada edificantes – ainda bem que descobri isto de antemão, lendo os comentários dos hóspedes.
Preferi não arriscar este tipo de hospedagem duvidosa e busquei alternativas mais seguras e, principalmente, mais baratas. No site da Airbnb achei várias opções para Seul, sendo que fechamos um duplex super bem localizado, próximo a várias atrações turísticas e ao metrô e com todas as parafernálias caseiras, por apenas 500 USD a semana. Isto era simplesmente a metade do preço dos hotéis que estava vendo, por isso não tive dúvidas!
Descemos na 5ª parada da limousine, pouco mais de 1 hora depois de sairmos de Incheon e fomos andando até o nosso prédio, uma caminhada de 3 minutos. Lá chegando, nossa anfitriã Su nos esperava e nos explicou, com seu inglês macarrônico, o funcionamento do apê, que era exatamente igual às fotos, bem aconchegante e com o ondol (sistema de aquecimento coreano sob o piso) funcionando perfeitamente. Ainda bem, pois a temperatura exterior estava próxima de zero!
Engraçado que o apartamento não tinha chave, apenas um código de 4 números que nos foi dado pela proprietária.
Neste primeiro dia não fizemos muita coisa, até porque estávamos exaustos de tanto voar. Apenas demos uma saída para comprar algo para comer.
Não foi difícil encontrar uma loja de conveniência e nos divertimos com a quantidade de coisas estranhas que vimos: macarrões instantâneos indecifráveis, biscoitos duvidosos e bebidas misteriosas povoavam as prateleiras, mas preferimos guardar a ousadia e escolher algo mais ocidentalizado: batatas Pringles.
A única coisa coreana que resolvi experimentar foi esse samgak kimbap aí embaixo: na verdade nada mais é do que um triângulo de arroz com recheio e envolto por uma folha de alga – nesse caso o recheio era de carne com um molho levemente apimentado (gochujang). Uma delícia e muuuito barato – somente 800 won, ou seja, menos de 1 dólar.
No dia seguinte, graças a contatos da Internet, tivemos a oportunidade de passar um tempo com uma família coreana. A Yun, amiga da mãe de Bia em um site de música, fez questão de nos conhecer pessoalmente e entrou em contato pelo Facebook.
Meia hora mais tarde seu marido estava na porta do nosso prédio e nos levou de carro até onde estava a Yun e sua filhinha adorável, de pouco mais de um ano. Tomamos um café no Starbucks local depois das atrapalhadas tentativas de conciliar os cumprimentos coreano e brasileiro.
Aliás, devo mostrar meu total assombro com a quantidade impressionante de cafés em Seul: ficam literalmente colados uns aos outros e com diversas filiais espalhadas pela cidade, além de alguns cafés temáticos. E eu que achei que os brasileiros eram os maiores viciados nesta bebida…
Passeamos pela cidade e cruzamos o Rio Han até a badalada Gangnam, para um delicioso e leve almoço em um restaurante bem agradável chamado The Flying Pan, que era de propriedade de um amigo da família. De acordo com pesquisas na Internet, é um dos 10 melhores brunches de Seul. Altamente recomendado.
Escolhemos vários pratos para agradar a todos: saladas, omeletes e salsichas e um spaghetti carbonara delicioso. De sobremesa, uma torta de chocolate para dividir.
Olha só que ambiente aconchegante!
A comunicação era um pouco difícil, já que o inglês deles era beeeem básico, mas deu para eles notarem que Bia era fã da música coreana, o que foi o suficiente para iniciarmos uma excursão aos principais templos dos amantes do K-pop.
Veja a cara de contentamento de Bia ao conhecer os locais onde seus artistas prediletos gravam suas músicas!
Uma das coisas que notei, especialmente aqui em Gangnam, é que existe um sem número de anúncios para cirurgia dos olhos, coisa que parece ser muito comum entre as coreanas – segundo Bia, todas as cantoras de K-Pop já fizeram este tipo de operação, para ficar mais ocidentalizadas. Que povo estranho!
Depois da tietagem explícita, fomos parar na área próxima à Universidade de Hongik. Neste local há inúmeras lojas de cosméticos e várias barraquinhas de roupas, acessórios e comidas típicas, só que ainda estávamos digerindo o lauto almoço e não provamos nada desta vez.
A última parada foi no restaurante de propriedade da família, chamado simplesmente Steve. Sim, além do passeio pela cidade, do almoço gratuito e da paciência para percorrer a via crucis K-popiana, ainda fomos agraciados com um early dinner inesperado.
Ainda eram 5 da tarde, portanto não havia ninguém no local. A especialidade da casa é o bulgogi, uma espécia de churrasco coreano, se me permitem a comparação injusta: em cada mesa há uma grelha para tostar os pedacinhos da carne e cogumelos, que podem ser degustados com o acompanhamento tradicional neste tipo de casa, ou seja, vários exemplares de kimchi (uma espécie de vegetal fermentado, sendo o de repolho o mais comum), cebolinhas e algas diversas, além de uma pasta apimentada.
O ritual recomendado é passar a pasta na carne e comer de uma vez só, acompanhado de uma folha de alface, o que dá uma saborosa crocância à coisa toda: uma delícia!
Tudo isso acompanhado da bebida abaixo, um misto de refrigerante e remédio, que degustei como se fosse o melhor vinho italiano.
Logo após o anoitecer fomos deixados em casa depois de um dia em que não imaginávamos ter. Agradecemos em profusão pela grata surpresa, que fez nossa experiência coreana ficar muito mais íntima.
Que belo início de viagem, não acham?
Coreia e Japão – Introdução
A ideia de ir a Coreia e ao Japão nunca havia passado pela minha cabeça. Não via muitos atrativos nestes dois países e sempre me pareceram destinos longes e caros demais.
Isto até minha filha, amante do K-pop e J-pop e das culturas destes dois países, insinuar sutilmente que gostaria de fazer uma visita ao extremo oriente. Não pude resistir, né?
Pelo fato deste ser o último ano escolar dela antes da faculdade, só poderíamos ir em janeiro ou fevereiro. Isto implicaria em pegarmos os meses mais frios naquelas bandas, mas procuramos ver o lado bom da coisa: o fluxo de turistas seria menor e os dias ensolarados mais frequentes (o que poderia facilitar avistar o Monte Fuji em sua totalidade, por exemplo).
Meu roteiro ideal seria combinar a ida até lá com um pit stop em algum lugar no meio do caminho para descansar: Dubai me pareceu o destino perfeito para uns 3 dias antes ou depois da saga asiática. Fiquei namorando as tarifas da Emirates por um bom tempo – estavam em cerca de USD 2100 ida e volta com direito ao stopover.
Eis que a Qatar Airways resolve fazer uma promoção daquelas e após algumas simulações, fechei a ida por Seul e a volta por Tóquio por pouco mais de USD 1200. A parte ruim é que a companhia aérea não permitia um stopover em Doha, e a permanência no aeroporto seria de apenas 3 horas na ida e na volta. Chato, sem dúvida, mas reclamo de barriga cheia.
Estávamos contando com a possibilidade de assistir a algum show de grupos de K-pop e J-pop, por isso reservei uma semana para Seul e 8 dias para Tóquio. Infelizmente só conseguimos ingresso para um show em Tóquio, mas foi uma experiência inesquecível, ainda que altamente estranha (ou, talvez, por causa disto!).
No final das contas, o tempo na Coreia foi um pouco superdimensionado, mas pudemos fazer os passeios com mais calma e tivemos também mais tempo para lidar com o jet lag dos dias iniciais.
Enfim, foi uma experiência bastante gratificante, com choques culturais e tudo. Pegamos dias lindos, frios, neve nos dois países, chuva na visita a Panmunjon, mas saímos (principalmente Bia, por razões óbvias) encantados com tudo o que vimos.
Esqueça a diferença de fuso horário e nos acompanhe nesta viagem!
Nevada – Las vegas parte 3
Livre das compras, pudemos finalmente aproveitar o spa do hotel: pena que nesta época do ano o sol demora um pouco para bater na área de lazer.
Depois da farra na piscina, deu fome e aproveitamos para testar os buffets dos outros hotéis. O do Monte Carlo já havia sido solenemente dispensado, portanto fizemos uma pesquisa para saber quais seriam os mais conceituados.
Acabamos escolhendo o do Bellagio, que era unanimemente aclamado. Por US$ 20,99 tínhamos várias opções nas prateleiras.
A comida era acima da média para Las Vegas e as sobremesas muito boas, mas achei o ambiente um pouco pesado, como a maioria dos restaurantes de hotel, sem qualquer vista para o exterior.
Descemos na estação intermediária e demos uma volta no Crystals, o shopping do hotel Aria, muito bonito.
No dia seguinte, resolvemos continuar na busca do buffet perfeito e conseguimos melhorar indo ao do hotel Aria.
Now we’re talking! Atendimento perfeito, opções orientais, frutos do mar no almoço, sobremesas celestiais, e o melhor de tudo: a vista para o exterior, item raro por aqui. Pagamos US$ 22,99, um preço mais do que justo para a comilança inevitável!
Não fui a nenhum show em Vegas: não curto o Cirque du Soleil e ainda não estou tãaaao saudosista para assitir Rod Stewart ou Elton John, ou seja, a “night” local não era para mim.
Numa oportunidade rara, consegui comprar ingressos para um bissexto show de um grupo contemporâneo: o “The XX” iria tocar na área da piscina do hotel Cosmopolitan, bem próximo ao nosso hotel. Não está nos meu Top 100, mas, dentro das possibilidades, era como se tivesse tirado a sorte grande!
O local estava apinhado de gente e mal pude suportar o enfadonho show de abertura, até que finalmente o trio subiu ao palco envolto em fumaça.
Estávamos na sexta música quando o impensável aconteceu: uma chuvinha chata começou a cair…e o show era ao ar livre!
Uma solução paliativa foi criada com a colocação de ombrellones sobre os músicos, mas a chuvinha teve um upgrade para torrencial e aí nào houve outra alternativa senão abortar o show!
Quem era mesmo sortudo, hein?
E assim terminou a epopéia em Vegas. Quer saber: acabei gostando mais do que eu esperava, já que me despi de todos os preconceitos e tentai ao máximo curtir esses 5 dias.
Claro que o exagero torna a cidade um tanto quanto enfadonha, os casinos são todos claustrofóbicos (e utilizam a mesma pegadinha dos shopping que, por não possuírem janelas para o exterior, perde-se a noção do tempo, o que faz com que fiquemos mais do que gostaríamos), a gratuidade em certas coisas tem o seu preço, a molecada realmente pira com as bebidas e o apelo sexual da cidade, o calor pode ser insuportável em certas horas, assim como a multidão de turistas…
Enfim, dá sim para se divertir aqui (até eu consegui encontrar um show que me interessasse!) se sua expectativa não for muito grande.
Nevada – Las Vegas parte 2
O dia começou da mesma maneira que o anterior: uma ida às compras logo de manhã.
Deixa eu explicar: desta vez fomos até o Premium Outlets North, que fica um pouco mais ao norte do Stratosphere. Diferentemente do seu irmão do sul, este é um shopping a céu aberto.
Nossa ida até lá se deveu a um casal brasileiro que estava no Premium South no dia anterior e que entreouvimos dizer que o “outro era muuuuito melhor!” Melhor era não ter ouvido isso.
De fato, o North é superior sim, embora tenha quase as mesmas lojas. O que eu não esperava é que a lista das meninas tivesse subitamente dobrado de tamanho: enquanto eu levei menos de uma hora para comprar os casacos de frio, para a viagem do Japão, na Columbia (loja que não existe no outro shopping), tive que esperar por mais 3 horas até que elas voltassem da farra consumista!!!
Voltamos ao hotel cheio de sacolas e partimos para o almoço: escolhi uma saladinha para ver se conseguia equilibrar as calorias, mas não acho que a troca tenha sido vantajosa calorie-wise, não com todo este molho!
O grupo voltou ao hotel para descansar e eu parti sozinho para o Stratosphere.
Como chegar até lá sem carro?
Comprei um passe de ônibus 24 horas por módicos US$8, mas acabei entrando no Deuce Bus ao invés do Strip and Downtown Express. O primeiro é incrivelmente lerdo, parando a cada esquina, ou seja, demorei mais de uma hora para fazer o trajeto até o Stratosphere!! O segundo tem menos paradas, como o nome diz.
Chegando lá, comprei meu ingresso para o observatório com direito a andar em uma das 3 atrações do local por US$23.
Tem-se um panorama completo da cidade lá de cima, mas com certeza deve render fotos mais bonitas ao por-do-sol. Pena que não consegui chegar a tempo!
E os brinquedos?
Tinha que escolher entre Insanity (um braço mecânico que gira externamente à torre a cerca de 300m de altura) X-scream (uma montanha russa com uma pequena descida na direção do “precipício”) e Big Shot (o já conhecido elevador que despenca).
Escolhi o Insanity, of course. Os outros pareciam brincadeira de criança perto dele.
Voltei de ônibus e desci no Hotel Venetian para explorar um pouco a área do shopping. Achei o conjunto um pouco mais convincente e menos kitsch do que o Forum Shops.
Estava com uma vontade grande de comer uns dumplings e sabia que encontraria neste hotel.
O Noodle Asia é simples mas tem comida honesta e barata – os dumplings de porco e camarão estavam gostosos, mas se fossem um pouco menores estaria perfeito!
Ainda deu tempo de ver novamente o espetáculo das águas no Bellagio e de tomar o ônibus de volta ao hotel.
Nevada – Las Vegas parte 1
Depois de nos acostumarmos com a geografia de Vegas, fomos logo para o que não podíamos deixar de fazer: compras!!!
Pegamos a Las Vegas Strip na direção sul até chegarmos ao Premium Outlet, com suas inúmeras lojas dispostas num prédio térreo e cheio de corredores. Claro que, quando as compras envolvem mulheres, não se pode ter a mínima esperança de que a tarefa dure menos do que a metade do dia, por isso já fui preparado para gastar um bom tempo por lá. Claro que eu aproveitei para riscar vários itens da minha listinha, né?
Voltamos ao hotel, deixamos as sacolas e tomamos o tram gratuito que sai do Monte Carlo e desemboca no Bellagio, talvez um dos poucos hotéis que não exagera na breguice. A interior é muito bonito, de aspecto clássico, com uso preciso de vidros e com a decoração do átrio principal colorida na medida certa.
Aproveitamos a ocasião para apreciar o espetáculo das águas, que ocorre de hora em hora na frente do hotel e que muda de acordo com o horário (vimos 2 vezes e foi completamente diferente um do outro, inclusive na trilha sonora).
A multidão em frente ao Bellagio se dispersa assim que termina o espetáculo e nós fizemos o mesmo.
Foi só olhar para trás e ver dois ícones parisienses brilhando no crepúsculo, em frente ao… hotel Paris, claro! Mais um #Epcotfeelings!
Deixei as meninas no Colosseum do Caesar’s Palace para assistir ao show do Rod Stewart e aproveitei para dar uma olhada no Forum Shops, um shopping que fica dentro das dependências do hotel.
Para minha surpresa encontrei uma filial do Cheesecake Factory dentro do shopping. E o melhor: a fila estava pequena! Não resisti e entrei após esperar meros 5 minutos.
A decoração do restaurante combinava com o tema romano do shopping e gastei uns bons 15 minutos tentando achar o que queria comer dentre as inúmeras opções do cardápio.
Para não encher demais a barriga, optei por pedir apenas uns rolinhos vietnamitas de entrada, mas quase nào consegui ir até o fim!
Pelas segunda vez dei uma chance para os cheesecakes da casa, mas ainda não foi desta vez que fiz a escolha acertada: o exemplar de caramelo com chocolate branco e macadâmias estava até bom, mas não inesquecível. Já me disseram para parar de experimentalismos e pedir o tradicional. Vou continuar tentando!
Confesso que me incomodou um pouco o tom fake do céu e a decoração em geral! O que vocês acham?
Este passeio pelo shopping durou exatamente até o fim do show do Rod Stewart e voltamos todos ao Hotel para passar algum tempo nos caça- níqueis. Tudo o que o hotel conseguiu tirar de mim foram US$10 – em compensação, não ganhei um mísero cent! Humpf!



























































































