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Los Roques – Dicas

30 outubro 2011

1)      Leve bastante protetor solar – o sol é escaldante e queima bastante, mesmo debaixo do guarda-sol.

2)      Não se esqueça do repelente de insetos – você não vai conseguir escapar deles, principalmente no final de tarde.

3)      A alta temporada da ilha coincide com os feriados e o verão europeu, ou seja, de dezembro a março. Os preços ficam um pouco mais baratos fora desta época e é muito mais fácil de achar vagas nas pousadas.

Dos Mosquises

Que peixe estranho!!

4)      Troca de dinheiro deve ser feita no Aeroporto de Maiquetía – ao sair da área de desembarque você fatalmente será abordado por inúmeros cambistas mal-encarados com propostas para cambiar seus dólares apetitosos. A negociação é chata, sempre sendo oferecido um valor inicial baixo. Tenha paciência para negociar…

Quando fomos, a melhor cotação que conseguimos foi de 8 BsF por 1 USD. Você vai precisar de cerca de 40 BsF de taxa de vôo nacional, 152 BsF de taxa ambiental em Los Roques e 192 BsF de taxa de vôo internacional (esta última não se aplica para passagens compradas após agosto de 2011, cheque com a cia aérea). Valores de outubro de 2011.

Gran Roque

5)      A troca também pode ser feita em Gran Roque por valores um pouco menores aos de Maiquetía (e com menos stress também!). Recomendado.

6)      Esqueça o cartão de crédito na Venezuela. Os preços serão convertidos utilizando o câmbio oficial, que estava em 4 BsF por US$1 (outubro de 2011). Na verdade é só para isso que o câmbio oficial presta…

7)      Esqueça também as compras no Free Shop de Maiquetía, pelo menos por enquanto. As mercadorias são de baixa qualidade, a variedade de perfumes é fraquíssima e os preços absurdos. Soube por um venezuelano que as lojas estão sendo renegociadas, ou seja, este cenário pode melhorar no futuro próximo (piorar é impossível).

Madrisquí

8)      Existe vida noturna em Gran Roque, sim: o point principal é o bar Arrecife, próximo ao porto, onde às vezes roalm festas regadas à salsa e merengue (e música brasileira, ora bolas, afinal somos quase maioria na ilha!) e muitos drinks; além desta, os eventos da Posada La Gotera são elogiados; de quinta a domingo, você pode se misturar aos locais e dançar até se acabar no Neptuno Club, uma casa simples e bem animada, um pouco mais afastada da “muvuca” das pousadas.

9)      Se você não tiver contratado a pensão completa, pode jantar em alguns restaurantes de pousadas (o El Galeón, da Posada Natura Viva, me pareceu interessante) ou na pizzaria local. Caso escolha a primeira opção, não se esqueça de avisar na pousada em questão que você virá para o jantar naquele dia.

Cayo de Agua

10)  A temperatura da água é perfeita, em torno dos 24 graus, pelo menos em outubro, quando fomos. Não é tão fria como a das praias cariocas, nem tão quente quanto as do Nordeste brasileiro.

11)   A areia é de origem coralina, ou seja, é formada de pedaços minúsculos de conchas e outras partes de corais; esta característica faz com que nunca esquente, por mais caliente que esteja o sol.

Vista do porto em Gran Roque

12)  Além dos passeios descritos nos posts anteriores, vários outros podem ser feitos, com ênfase para aqueles que levam a locais venerados por quem mergulha; entre eles, Boca de Cote e Sebastopol, situados na parte sul do arquipélago; as saídas são sempre entre 9h30 e 10hs e a volta impreterivelmente até às 17h30; o custo varia entre 100 e 140 BsF, dependendo da distância viajada. Os passeios a Madrisquí e Francisquí também podem ser contratados, caso não estejam incluídos no pacote da pousada. Custam entre 40 e 60 BsF.

13)  Um passeio interessante em Gran Roque é ir até o farol no alto da colina (ainda não foi desta vez que eu fui).  É uma curta caminhada até lá e que pode ser feita em menos de 30 minutos.  A vista do topo deve ser muito bonita.

Los Roques – Noronquí, Crasquí e Rabusquí

29 outubro 2011

Praia em Noronquí

Noronquí fica a 10 minutos de lancha de Gran Roque e possui vários pontos de mergulho, além de ser o melhor local da ilha para se ver tartarugas marinhas (não conseguimos, mais uma vez!). Também deve ser o local com maior quantidade de pelicanos (e outras aves) por metro quadrado da ilha.

Mais um "habitante" local...

Bote certeiro!

Crasquí, assim como Francisquí, possui um restaurante (o famoso restaurante da Juanita, onde a pedida é um peixe frito – não experimentamos), mas, por ser mais distante de Gran Roque, não é tão freqüentada.

Mesmo se fosse, a extensão da ilha é suficiente para se achar um cantinho menos “muvucado”.

A belezura de Crasquí

Salada de arroz com peito de peru, yummy!

Canto da praia em Crasquí

Centenas de conchas

Rabusquí é visitada ao final do passeio, para avistarmos estrelas-do-mar, além de outros habitantes marinhos como o ouriço e o pepino-do-mar.

Estrela "tigrada"

"Pepino" do mar, bem indigesto né?

Ouriço

A laguna Rabusquí

Este passeio custou 140 BsF e durou o dia inteiro (até as 17h).

Los Roques – Cayo de Agua

28 outubro 2011

Duas praias em uma!

Cayo de Agua fica no extremo oeste do arquipélago e é um passeio imperdível. A viagem até lá dura cerca de 45 minutos, mas antes fizemos uma parada em Dos Mosquises (no original, Domus’ Keys), onde há um acanhado projeto de proteção das 4 espécies de tartarugas marinhas que habitam estas águas.

Dos Mosquises

Cobra-se 10 BsF pelo ingresso que dá direito à explanação rápida de um funcionário e a mostra de algumas espécies mantidas em cativeiro (não é permitido tocar nelas).

A chegada a Cayo de Agua (que tem este nome graças às pequenas lagoas de água doce no seu interior) já nos deixa estupefato com a beleza do local, exacerbado pelo trecho de areia que liga as duas partes da ilha. Se uma praia já era boa, duas praias são de fazer o queixo cair!

Farol em Cayo de Agua

Além da tonalidade das águas, as areias aqui são branquíssimas o que torna a paisagem indescritível.

Aquelas fotos do Caribe que você vê nas revistas, e que dá uma vontade danada de pegar o primeiro avião para lá, parecem coisa de amador perto do espetáculo que é Cayo de Agua!

Depois de nos refestelarmos com as praias perfeitas, ao final da tarde fomos conhecer mais uma ilha do arquipélago.

A parada final é escolhida pelo “comandante” do barco e normalmente fica entre Carenero, Espenquí e Sarquí, dependendo do número de barcos que já se encontram nestas ilhas. No nosso caso, paramos nesta última, mas não havia nada de muito interessante para relatar,  já que não houve nenhuma aparição “quelônica”.

Barco cheio de brasileiros...

O sol caindo em Sarquí

Este passeio custa 160 BsF e dura o dia inteiro.

Após a chegada, consegui tirar algumas fotos do por-do-sol em Gran Roque, aproveitando que as nuvens hoje foram mais camaradas.

É ou não é o paraíso?

Los Roques – Ilhas próximas (Francisquí e Madrisquí)

26 outubro 2011

Francisquí

Os passeios abaixo normalmente já estão incluídos nos pacotes das pousadas.

Francisquí é a praia mais cheia do arquipélago, e por algumas razões: é uma das mais próximas à Gran Roque e possui uma infraestrutura básica de restaurantes e bares. Claro que “cheia” é um exagero, principalmente para nós acostumados a não ver a areia nas praias brasileiras no auge do verão. Algumas pessoas chegam até aqui num bate-e-volta direto de Isla Margarita, o que aumenta o número de turistas, principalmente nos fins de semana.

Ei, cadê minha praia deserta?

Outro problema é que a presença de mosquitos pode ser intensiva em algumas ocasiões (não foi o caso da nossa visita, felizmente!).

A praia possui uma boa extensão e a profundidade é baixa, o que contribui para ser uma praia familiar. Para os amantes do snorkel, pode-se chegar a uma piscina natural através de uma pequena trilha.

Piscina natural em Francisquí

Madrisquí é uma das praias mais bonitas do arquipélago e a mais próxima de Gran Roque (5 minutos em lancha). Também foi por onde começaram as desapropriações de construções irregulares na ilha. As suas águas possuem uma transparência impressionante.

É praia ou piscina?

Tem coisa mais bonita que isso?

Deixamos para conhecer Madrisquí no nosso último dia, por facilidade logística, já que teríamos que retornar mais cedo para a pousada, tomar um banho e finalizar a arrumação das malas a tempo de chegar ao aeroporto antes do voo.

Do outro lado está Cayo Pirata

Nosso farnel

Construção em Madrisquí

As águas mais transparentes do arquipélago

A parte mais interessante da área fica próximo a estas construções; a desvantagem é que a maioria dos turistas fica por ali. Quer saber? Vale a pena mesmo assim…

Los Roques – Chegada

25 outubro 2011

O voo até a ilha de Gran Roque pode ser feito por várias companhias aéreas (inclusive desde Porlamar, na Isla Margarita). De Maiquetía, são 40 minutos em linha reta.

O pacote da pousada incluía o vôo pela Chapi Air, ambas de propriedade do italiano Giorgio. O jato possuía 16 lugares, mas a companhia possui jatos até menores!

Para auxiliar os incautos, informo que o check-in é feito no último balcão à direita de quem entra no Terminal Doméstico, já que não há nenhuma menção de que ali é o balcão da Chapi. Atente para a franquia de bagagem de 10 quilos!

Está vendo Chapi Air escrito em algum lugar? Pois é...

Vamos embarcar?

Apesar do “amadorismo” no check-in, o voo é bem tranquilo e o pequeno tamanho da aeronave não assusta tanto assim. Além do mais, são cerca de 40 minutos que, literalmente, voam…

vxc

Como disse o Ricardo Freire neste post completíssimo, os primeiros instantes da viagem são monótonos, mas a partir dos 30 minutos, avistamos uma mudança impressionante na cor do oceano e ficamos completamente embasbacados com a beleza que se aproxima.

Depois de aterrisar na minúscula pista, atravessamos o pequeno portão que o separa da vila de Gran Roque e  fomos recepcionados pelo atendente da pousada. Poucos passos adiante, pagamos uma taxa de 152 bolívares fuertes (BsF) de entrada no Parque Nacional.

Este pagamento só pode ser feito em BsF cash e deve ser verificado antes de chegar, pois estes valores mudam constantemente. Ou seja, você já deverá ter trocado seus dólares no Aeroporto de Maiquetía (veja no post “Dicas” como fazê-lo).

A vila de Gran Roque tem pouco mais de 1.000 habitantes (sem contar os cachorros) e inúmeras pousadas. A ilha é a única do arquipélago a ter um relevo, razão pela qual deve ter sido a escolhida para o povoamento, já que facilita a instalação de equipamentos de comunicação e a locação do aeroporto.

Outra coisa que chama a atenção é que quase todos os nativos andam descalços, já que grande parte das ruas de Gran Roque é de areia.

Exemplo de pousada em Gran Roque

As construções em Gran Roque são bem pitorescas, com predominância de cores fortes. Quem conhece diz que faz lembrar um pouco Trancoso. Não posso dizer, pois ainda não estive naquele canto da Bahia.

Nossa pousada, a Acquamarina, é simples, mas tem áreas comuns com bastante charme. Os quartos são espartanos e a propalada água quente nos banheiros ficou só na promessa (apesar disto, não fez falta nenhuma!).

A falta de luz parece ser um problema corriqueiro na ilha e, descobrimos isso logo na primeira noite: caiu a fase do ar condicionado na nossa rua, o que, somado à barulheira da festa na pousada logo atrás e os quase invisíveis mosquitos,  tornou difícil conseguir pegar no sono.

Fomos gentilmente acomodados em quartos mais distantes da cantoria, mas, mesmo assim, o calor era grande. Se a falta de luz tivesse sido completa, seria mais fácil. Pelo menos teríamos sido poupados do som estridente…

Em relação à comida, ficamos muito satisfeitos com a pousada. O café da manhã tinha suco, queijo e presunto, ovos, torradas, manteiga, geléia e deliciosas panquecas. O almoço, acomodado em uma cava, tinha sanduíches, salada de fruta, refrigerante, água e cerveja, além do prato frio do dia, que variou entre uma massa ao pesto e uma salada de arroz com peito de peru, ambas muito gostosas.

Mesa do jantar - ao ar livre

"Pasta" de entrada

Café da manhã

Depois da praia, encontrávamos sempre um lanche, com sucos e salgados (pastéis e bolinhas de queijo) deliciosos.

O jantar tinha entrada (massa) e peixe como prato principal, além de saladas e outros acompanhamentos. Cerveja, refrigerantes e água à vontade. E sobremesa e café, para arrematar. Tudo com um ótimo tempero.

O esquema de pensão completa pode variar um pouco de pousada para pousada, mas não foge muito do descrito acima.

Logo após a chegada, colocamos a roupa de banho e partimos para o nosso primeiro contato com as praias locais. Maiores detalhes no próximo post.

Los Roques – Introdução

16 outubro 2011

Madrisquí

Neste último feriado de 12 de outubro de 2011, o “trio elétrico”, formado por mim, a Carla do Idas e Vindas e Paulinho, fez uma visita curta a Los Roques.

Para quem (ainda) não sabe, Los Roques é um arquipélago que fica a cerca de 130 km ao norte da costa venezuelana. Em 1972, foi declarado Parque Nacional, sendo o maior do Caribe. Tem formato de atol e é composto de mais de 50 ilhotas (cayos) e vários bancos de areia.

As praias são belíssimas. O catálogo Pantone deve ter se inspirado em Los Roques para definir os diversos tons de verde e azul de suas águas: tem o verde 325 de Francisquí, o azul 297 de Noronsquí, o verde 345 de Cayo de Agua e por aí vai. Impressionantes!

Francisquí

Cayo de Agua e todos seus tons

É também o refúgio de milhares de pelicanos e gaivotas, além de uma fauna marinha exuberante, um verdadeiro paraíso para (não só) os mergulhadores.

O mais famoso habitante das ilhas

Curiosidade etimológica: os nomes das ilhotas locais vem da corruptela da palavra original cayo, que virou Key através dos piratas de língua inglesa e posteriormente foi convertido em quí, uma grafia mais próxima ao castelhano. Daí France’s Key virou Francisquí, Crab’s Key se tornou Crasquí e Soeur Key se transformou em Sarquí.

Voltando: é o destino perfeito para usar aquelas milhas que você lutou tanto para acumular: são necessárias apenas 20.000 delas (isso pela GOL; na TAM são necessárias 30.000 milhas) para chegar até o Aeroporto de Maiquetía em Caracas – você precisaria 50% a mais de milhas para chegar a Punta Cana, por exemplo.

Vista aérea de Maiquetía

Aliás, não poderia haver 2 lugares tão distintos: enquanto os resorts abundam nesta última, em Los Roques as pousadas são bastante simples, embora não totalmente desprovidas de um charme europeu (natural, já que as ilhas foram “descobertas” pelos italianos, donos da maioria das pousadas).

Pousada Villa Caracol

Antigamente podia-se ir a Caracas no voo noturno da TAM e voltar no equivalente da GOL, desta forma evitando pernoitar em Maiquetía (uma cidade absolutamente desinteressante) antes de tomar o voo para Gran Roque. Infelizmente, desde o começo do ano, a TAM modificou o horário de seu voo de ida, fazendo com que o pernoite seja obrigatório.

Já que era inevitável, escolhemos ficar no Marriott Playa Grande, mas o custo benefício foi pequeno, pois a diária era cara, não incluía o café da manhã e o hotel não era nem um pouco digno de ostentar a marca Marriott.

Pelo menos não precisamos sair do hotel para jantar. O buffet, simpático, custava o equivalente a pouco mais de 25 dólares no câmbio negro.

Área de lazer do Marriott

Depois de resolver como chegar a Caracas e em que hotel se hospedar (infelizmente há poucas opções em conta em Maiquetía), o passo seguinte é escolher uma pousada do seu agrado e fechar um pacote, de preferência com o trecho aéreo Maiquetía-Gran Roque-Maiquetía incluído.

A maioria das pousadas oferece, dentro do pacote, o passeio às ilhas mais próximas (Francisquí e Madrisquí, entre elas) e pensão completa. Apesar de ser possível comprar mantimentos e bebidas nas lojas e alugar um isopor (cava) para levar para as praias, não acho que seja uma boa idéia dispensar esta opção.

Ô vidinha mais ou menos...

Pronto: agora é só escolher o número de dias do pacote e aproveitar ao máximo esta belezura. Como não estávamos pensando em mergulhar, ficamos apenas 4 dias, o que foi de bom tamanho.

Seguem alguns relatos dos passeios e dicas para curtir Los Roques como se deve. Vamos lá!

Budapest – Dicas

30 setembro 2011

1) Quando ir : A melhor época para aproveitar Budapest é no outono ou na primavera, quando as temperaturas ficam mais amenas. O verão tem calor e o auge da turistada, portanto evite esta época se não quiser enfrentar filas.

Devo dizer que o inverno foi uma ótima escolha para visitar a cidade, para quem não se incomoda com o frio, claro. Os preços de hospedagem despencam e as atrações turísticas ficam bem mais “privadas”, digamos assim. Lembrando que as temperaturas abaixo de zero são uma constante no inverno húngaro, assim como a neve…

Mas a cidade fica linda toda de branco, não acham?

Detalhe do Monumento do Milênio - City Park

2) Transporte público – um dos pontos altos de Budapest, a oferta é enorme : trens urbanos (HEV), metrô, bondes, barcos, funiculares, ônibus, tudo funciona à perfeição.

Um dos destaques é a linha 1 (amarela) do metrô, a segunda mais antiga do mundo, datando de 1896 e só perdendo para a Metropolitan Line do metrô londrino (inaugurada em 1863!!!).

Esta linha (declarada Patrimônio da UNESCO em 2002) sai de Vörösmarty tér e segue por toda a extensão da sofisticada Andrassý Út, percorrendo vários pontos turísticos, como a  Basílica de St. István, a Opera, Hösök Tere (Praça dos Heróis) e o Parque da Cidade, onde se encontram o Museu de Artes Plásticas e o Zoológico. Outra característica desta linha é que ela é super acessível – basta descer um lance de escadas e você já estará na plataforma de embarque.

Voltando aos transportes, você deve sempre validar o seu bilhete nas máquinas, sob pena de levar uma muta de 6000 HUF se for pego sem um ticket válido.

Dependendo do número de dias, pode ser vantajoso comprar um passe, mas na maioria das vezes, o melhor custo/benefício é o pacote de 10 tickets por 2800 HUF.

Vagão do metrô - linha amarela

HEV - trem urbano

3) Budapest Card :   ele andou sumido, mas parece que voltou este ano, segundo o site de turismo em Budapest; o esquema é o mesmo de outros cartões de cidades – transporte ilimitado, entrada grátis em alguns museus e descontos em tours e outras atrações; custa 5500 HUF (um dia), 6900 HUF (2 dias) e 8300 HUF (3 dias); levando-se em conta que Budapest é uma cidade compacta, acho que só vale mesmo a pena se há planos de conhecer vários lugares por dia.

4) Compras : um dos itens mais interessantes para se trazer da Hungria é uma garrafa do fabuloso Tokaji (diga “tocai”), um dos mais famosos vinhos de sobremesa do mundo e bastante apreciado, não só pelos enólogos; Este vinho,  inclusive, é mencionado na letra do hino nacional húngaro!

Não se deixe encantar pelas variações secas deste vinho. Vá direto às garrafas que ostentam o nome Aszú em seu rótulo ; esses vinhos, de uma cor dourada,  são resultado da colheita de uvas atacadas pelo fungo Botrytis cinerea que, bem administrado, pode gerar a conhecida “podridão nobre”, que dá luz a vinhos com características especiais de sabor e doçura (entre eles, o Sauternes francês e o Amarone italiano).

Outra coisa a ser observada é a quantidade de Aszú adicionada ao vinho, aqui medida em número de puttonyos. Quanto maior a quantidade, mais doce (e mais caro) fica o resultado final. O vinho feito inteiramente de uvas Aszú é chamado de Tokaj Eszencia.

O melhor lugar para adquirir um Tokaji é o Mercado Central.

5) Outros passeios : um dos itens recomendados, mas que não pude fazer devido ao tempo gelado, é um passeio de barco pelo Danúbio; há opções diurnas e noturnas (mais românticas), inclusive com jantar e música ao vivo. Duram, normalmente, entre uma e 2 horas e percorrem os principais pontos turísticos de Budapest, incluindo a Margaret Island (Margit sziget), outra atração que não pude conhecer.

Maiores detalhes, incluindo preços, vejam aqui.

Danúbio

6)  Bate e volta :    a pitoresca cidadezinha de Szentendre (mais conhecida como Santo André :-) ) é uma boa pedida para um passeio de um dia. A viagem de trem urbano (HEV) parte da estação de Batthyany tér, em Buda, na frente do Parlamento. O bilhete custa 1500 HUF e a viagem dura cerca de 40 minutos.

No verão, o acesso à cidade também pode ser feito de barco, saindo de mesma Batthyany tér.

A cidade é um dos mais antigos enclaves no Danúbio e servia como fortificação. Hoje em dia, é sede de várias galerias de arte, um curioso Museu da Cerâmica e inúmeras igrejas.

Budapest – comida

27 setembro 2011

Gundel Étterem

Um dos destaques desta linda cidade são as opções gastronômicas para todos os gostos. Mais impressionante ainda são os preço super em conta, mesmo nos melhores restaurantes. Melhor combinação impossível, né?

1) Pampas – resolvi ir a este restaurante logo no primeiro dia, já que ficava bem próximo ao hotel, na Vámház Körút (metrô: Kálvin ter) e não é nada agradável ficar procurando um lugar para comer com temperatura abaixo de zero e neve, ainda por cima.

O local é bem acolhedor, com o menu dando óbvia preferência às carnes. Comi um peito de frango grelhado na brasa com salada que estava muito bom. Tanto que só me lembrei que estava com a câmera quando veio a sobremesa: uma incrível torta de chocolate com caramelo. Ah, e o vinho desceu muito bem também…

Restaurante argentino Pampas

2) Ruszwürm – aconchegante casa de chá próximo ao Castelo de Buda, foi um refúgio providencial do inverno húngaro. Depois de andar pelas imediações do Castelo e ir até o Bastião dos Pescadores para uma linda vista de Pest, nada melhor do que um chocolate quente num ambiente aquecido, acompanhado de uma sobremesa dos deuses, a famosa torta mil folhas com um creme chantilly insuperável na leveza.

Aberto desde 1827, viram?

Overdose de chantilly (e calorias, por supuesto...)

3) Centrál Kávéház – uma tradicional confeitaria/restaurante, fica na Károlyi Mihály utca (metrô: Ferenciek tere) e é uma boa opção para um lanche no meio da tarde ou mesmo um jantar frugal, que foi a minha escolha.

Começando com uma taça de vinho branco húngaro, escolhi um penne ao creme de tomates. Na verdade, foi só uma desculpa para provar os deliciosos doces do local. Após pensar bastante, resolvi encarar uma irrepreensível torta de chocolate com creme. Até pensei em experimentar outra, mas consegui resistir à gula.

Uma taça de vinho branco húngaro

Penne ao creme de tomates

Torta de chocolate e creme

4) Krizia – Lendo as resenhas do Tripadvisor, achei este restaurante italiano, muitíssimo bem colocado no ranking dos melhores de Budapest. Como era próximo à Opera, na Mozsár utca (metrô : Opera), não tive dúvidas: é com esse que eu vou!

Sábia escolha: tudo o que os leitores comentaram era verdade. O ambiente aconchegante, o serviço cortês (a entrada, uma crostata de frango com molho de mostarda, foi cortesia da casa!) e até os preços convidativos eram motivo mais do que suficientes para coroar o local de superlativos.

O ponto alto da noite foi o maravilhoso tortelloni de fegato d’oca fatti in casa in salsa tartufata, ou seja, um tortelloni recheado com o renomado foie gras húngaro feito em casa, coberto com molho de trufas. De comer ajoelhado…

Mal sabia eu que a sobremesa, um simples tiramisú, viria a se tornar outro ponto alto. A adição do molho de frutas vermelhas aliado à textura perfeita do mascarpone foi uma covardia!

Restaurante altamente recomendável!!!

entrada – cortesia da casa
Tortelloni com fois gras e molho de trufa – indescritível!!!
Delicioso tiramisú com calda de frutas vermelhas
Restaurante Krizia

5) Gundel  – o restaurante mais tradicional e bacanudo da cidade, tem menus no almoço a preços inacreditáveis, começando a 3800 HUF (ou apenas 30 reais, se formos traduzir para nossa moeda). Além disto, no brunch dominical, você só paga o equivalente a 52 reais e pode comer à vontade (pena que minha estada por lá não incluiu um domingo!).

A localização é perfeita, próximo ao Zoológico (metrô: Hösök tere), o que me parece lógico, afinal Gundel significa elefante em húngaro!

Escolhi uma quinta-feira para provar o menu do almoço – vejam abaixo:

Gundel restaurant
Foie gras com blinis, geléia de páprica e salada
Peito de codorna com suflé de abóbora e molho de cranberry
Baked Alaska – sorvete com marshmallow queimado

 

Pena que não deu tempo de passar na famosa Confeitaria Gerbeaud, naVörösmarty tér, e provar seus igualmente famosos quitutes. Se eu fosse você, não pulava este capítulo…

Budapest – passeios em Pest

26 setembro 2011

Parlamento Húngaro, nas margens do Danúbio


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1) Basílica de Szent István (St. Stephen) :  esta majestosa Basílica teve sua construção iniciada em 1850, mas o domo central caiu e foi necessário voltar à estaca zero, só sendo terminada em 1905.  O nome se refere ao primeiro rei húngaro, que foi o responsável pelo conversão do povo ao cristianismo. A peça mais famosa da basílica é a mão direita do Rei István, mantida em um recipiente de vidro.

Horários : diariamente das 9h às 18h.

Entrada : grátis; pequena taxa para subir as torres.

Como chegar :  Metrô – linha 1, estação Bajzsy Zsilinszky Ut.

Interior da Basílica de Szent István

Domo da Szent István

A mão direita de Szent István fica aqui

Basílica de Szent István

2) Városliget (Parque da Cidade) : uma das maiores áreas verdes da cidade, o parque é facilmente alcançado através da linha 1 do metrô (estação Hösök Tere), bonde (linhas 75 e 79) ou ônibus (linhas 20, 30 e 105) e possui várias atrações, entre elas o Zoológico, o restaurante Gundel, além de rinque de patinação (no inverno) e um pequeno parque de diversões.

Também abriga a famosa termas de Szecheny, que possui piscinas termais a céu aberto e menos turistas do que as termas do Géllert.

Parque da Cidade e suas atrações

Parque da Cidade

Rinque de patinação

3) Monumento do Milênio (ou Memorial do Milênio) :  no centro da Hosök Tére, fica este que é um dos mais bonitos monumentos que já vi. Ele contem as estátuas dos 7 líderes da fundação do país no século 9 (Árpad, considerado o fundador da nação húngara, além de Előd, Ond, Kond, Tas, Huba, e Töhötöm ) e outras figuras imp0rtantes na história húngara. Sua construção se iniciou por volta de 1896, justamente quando os húngaros comemoravam mil anos da fundação do país, mas só terminou 4 anos depois.

Na época de sua construção, a Hungria estava sob domínio austríaco, por isso ele originalmente continha algumas estátuas de membros da dinastia dos Habsburgos. Depois de ser destruido na Segunda Guerra, o monumento foi reconstruido sem estas estátuas.

Monumento do Milênio

Os 7 líderes da fundação da nação húngara

4) Museu de Artes Plásticas :  um dos melhores museus húngaros, contem um acervo de importantes pintores europeus, desde o século 14 até os pós-impressionistas, além de uma coleção de arte egípcia e exposições temporárias (ingresso extra).

Abertura : De terça a sábado, das 10h  às 17h30 (quintas , até as 22h). Não abre na segunda.

Entrada : 1600 HUF; grátis nos feriados nacionais (15 de março, 20 de agosto e 23 de outubro).

Museu de Artes Plásticas

Museu de Artes Plásticas

5) Palácio das Artes (Műcsarnok) :  em frente ao Museu de Artes Plásticas  fica este hall de exibição, construido em 1895, em estilo neoclássico. Contém obras de artistas húngaros contemporâneos, além de exposições temporárias com outras formas de artes visuais.

Abertura : De terça a domingo, das 10h às 18h (de 12h às 21h na sexta). Não abre na segunda.

Entrada : 1900 HUF

6) Vajdahunyad Castle (Vajdahunyad-vár) :  um castelo construido no final do século XIX, em parte uma cópia de um castelo na Transilvania, também chamado Vajdahunyad. Foi originalmente fieto em papelão e madeira para a exposição de 1896, mas fez tanto sucesso que foi reconstruído em tijolos e pedras. Hoje abriga o Museu da Agricultura. Também possui uma estátua em homenagem ao famoso ator Bela Lugosi.

Abertura : De terça a domingo, das 10h às 16h (17hs no verão). Não abre na segunda.

Entrada : 1000 HUF

Como chegar :  Metrô – linha 1, estação Széchenyi Fürdő

Castelo Vajdahunyad

7) Parlamento Húngaro :  apesar da óbvia influência arquitetônica do Palácio de Westminster, consegue ser ainda mais majestoso do que o edifício que o inspirou. Foi construido para coincidir com os festejos do Milênio, em 1896.Ornamentado com torres  neo-góticas e arcos, é a construção mais destacada no panorama do Danúbio.

Pode ser visitado através de um tour guiado (que é gratuito para membros da comunidade Européia), dado em diferentes línguas.

Para uma foto mais abrangente do Parlamento, vá até Buda e aproveite para visitar a Igreja de Szent Anna.

Abertura : Diariamente das 8h às 16h (até às 18h no verão), até às 14 nos domingos.

Entrada : 3200 HUF

Como chegar :  Metrô – linha 2, estação Kossuth tér

Parlamento

Igreja de Santa Anna (Szent Anna) - em frente ao parlamento, em Buda

8 ) Budapest State Opera :  não estava em meus planos uma ida à ópera, até porque não sou o maior fã deste tipo de arte, mas achei que seria um desperdício não aproveitar a ocasião, já que estávamos em plena temporada e a cidade respira música clássica.

Outro fator que me convenceu a ir foram os preços pra lá de camaradas dos ingressos – o mais barato custava apenas 400 HUF na maioria dos espetáculos, mas preferi comprar um assento um pouco melhor localizado a 1200 HUF (mesmo assim uma barganha, se considerarmos a conversão para nossa moeda – apenas o equivalente a 12 reais!!!).

Cada dia havia uma apresentação diferente – escolhi a ópera Madame Butterfly de Puccini. Apesar de conhecer superficialmente a estória, não pude aproveitar muito o enredo, já que não havia tradução simultânea para o inglês ou qualquer outra língua um pouco mais inteligível.

Como programa, contudo, foi realmente um espetáculo: o edifício é lindo, a performance dos músicos foi emocionante e de quebra, ainda jantei num dos melhores restaurantes da cidade, o Krizia  (veja no post de comidas). Melhor impossível!!

Mais informações aqui

Abertura : Nesta época do ano (fevereiro) havia espetáculos quase diariamente, sempre às 20h.

Entrada : os ingressos começam a 400 HUF na maioria dos espetáculos

Como chegar :  Metrô – linha 1, estação Opera

Opera

Detalhe do lustre da Opera Budapest

Platéia e local da orquestra

Interior da Opera Budapest

9) Mercado Central (Nagyvasarcsarnok: o maior mercado da Hungria, é  o local certo para comprar aquela lembrancinha de encomenda. O seu telhado foi reformado com coloridos azulejos Zsolnay.

No térreo ficam os stands de comida e bebida, com ênfase para o famoso foie gras húngaro, a cobiçada páprica e o não menos conhecido vinho de sobremesa Tokaji. O segundo andar é dedicado aos souvenires e pequenas lanchonetes.  No subsolo, um supermercado e barracas de peixes. Dá para passar uma tarde inteira por ali.

Abertura : De segunda a sábado, a partir das 6h (fecha às 17h na segunda, às 18h, de terça a sexta, às 15h no sábado). Não abre no domingo.

Entrada : grátis

Como chegar :  Metrô – linha 3 , estação Kalvin tér

Mercado Central

Interior do Mercado Central

Interior do Mercado Central

Estes foram os passeios que consegui fazer nos 4 dias de estada. Claro que a cidade oferece mais opções, dependendo da época do ano que você vier. Veja no post “Dicas” outras sugestões de passeios.

Budapest – passeios em Buda

25 setembro 2011

Vista de Pest do Castelo de Buda


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1) Castelo de Buda : um dos principais monumentos da cidade, o Castelo foi erguido na parte sul das colinas de Buda, logo após a invasão mongol, no século XIII, quando Buda foi declarada capital da Hungria. Situado à beira do Danúbio, serviu de residência para os Reis Húngaros. Foi destruido e reconstruido algumas vezes desde então.

Fica na região conhecida como distrito do Castelo (Castle District), famoso por abrigar diversos prédios medievais e barrocos. Várias outra atrações da cidade ficam próximas, como o Bastião dos Pescadores e a Igreja Mattias, além dos principais museus húngaros, como o Museu Histórico (aberto de quarta a segunda, das 10h às 16h, ingressos a 1100 HUF), a Galeria Nacional (aberta de terça a domingo, das 10h às 18h, entrada grátis) e a Biblioteca Nacional, a maior da Hungria.

A subida pode ser feita sem muito esforço através dos jardins que adornam a colina. Com neve, contudo, preferi evitar escorregões denecessários e optei pelo funicular (aberto diariamente das 07h30 às 22h, ingressos a 840 HUF       ou 1450 HUF ida e volta) , que sai da praça Clark Adam, diante da Széchenyi Chain Bridge.

Castle District

Casas coloridas no Castle District

Funicular para o Castelo

2) Bastião dos Pescadores : o nome desta construção vem do tempo em que pescadores defendiam aquela área. Foi construido no final do século XIX e suas 7 torres simbolizam os 7 chefes das tribos que ajudaram os húngaros a construir a sua nação, no fim do século IX.

É o local onde se tem uma das mais belas vistas de Pest.

Horários : todos os dias das 9h até 18h.

Entrada : grátis (só se paga para subir às torres).

Bastião dos Pescadores com a estátua do Rei István I (Stephen I)

Bastião dos Pescadores

3) Mattias Church :  esta igreja tem seu nome em homenagem ao rei Mattias, o Justo, embora o nome oficial seja Igreja de Nossa Senhora. O prédio mantem algumas características góticas, apesar do teto ser no estilo art nouveau, típico do final do século XIX.

Horários : De segunda à sexta, das 9h às 17h. Sábados, das 9h às 13h. Domingos, das 13h às 17h.

Entrada : 600 HUF

Mattias Church

Templo Evangélico de Buda

4) Széchenyi Chain Bridge : foi a primeira ponte permanente entre Buda e Pest. Foi danificada durante a 2° Guerra Mundial e reaberta ao público em 1949, exatamente 100 anos após sua inauguração. Fica especialmente bonita à noite com a iluminação.

Vista de Pest

Chain Bridge

5) Caverna Szemlőhegyi : Budapest é uma das poucas cidades no mundo a ter mais de 100 cavernas no seu perímetro urbano, sendo que apenas 3 delas são abertas ao público. As cavernas foram descobertas no início do século passado, quando começaram as construções das casas e são fruto da ação das mesmas águas termais que abastecem a cidade.

A Szemlőhegyi-barlang consiste em uma série de corredores com uma variedade de formações minerais, especialmente aragonita e gipso. Há uma visita guiada a cada hora cheia, mas quando cheguei, aparentemente, os guias estavam na hora do almoço, portanto tive que fazer a minha própria incursão ao local.

Horários : de quarta à segunda das 10hs até 16h. Fechada às terças.

Entrada : 1500 HUF, ou 1000 HUF com o Budapest Card.

Como chegar : ônibus 29  desde Kolosy tér. Descer na parada  Szemlőhegyi barlang.

Entrada do complexo de cavernas Szemlőhegyi

Interior

6) Memento Park  – este é um parque no subúrbio da cidade, para onde todas as estátuas com motivos comunistas foram movidas, após a queda do regime em 1989. O ingresso dá direito também a um filme que mostra a estória do comunismo na Hungria, começando em 1956, e indo até o fim da década de 1980. O filme é bastante educativo, embora um pouco triste.Você pode também adquirir alguns souvenires relativos àquela época, como t-shirts, bandeiras, CDs, até mesmo uma vela de Lenin!

Horários : todos os dias das 10hs até o por-do-sol.

Entrada : 1500 HUF, ou 1000 HUF com o Budapest Card.

Como chegar : há um ônibus que sai às 11h diariamente de Deák Tér e custa 4500 HUF (ou 3950 HUF para os portadores do Budapest Card) já incluindo o acesso ao parque;  a opção mais barata é o ônibus 150 que sai do  Allee Center em Buda, e custa apenas 320 HUF (o Budapest Card é aceito). Para chegar ao Allee Center, é só tomar o bonde número 4 e descer na estação Fehérvári út.

7) Hotel Gellért – um dos hotéis mais charmosos e tradicionais da cidade, vale a visita pelo seu parque aquático: um complexo de piscinas e saunas num ambiente familiar e aconchegante (principalmente quando está fazendo 4 graus negativos lá fora!).

Horários : diariamente, das 6h às 20h.

Preços : Atenção ao comprar sua entrada, pois existem várias opções que dão um nó na cabeça dos mais incautos. O pacote básico, que dá direito a sauna, piscina , toalha e armário, custa 3700 HUF ( ou 2800 HUF, após as 17h). Nos fins de semana, os preços sobem para 4000 HUF e 3700 HUF, respectivamente. Massagens e tratamentos de beleza, a partir de 2200 HUF. Mais detalhes, no site do Hotel.

Como chegar : O Hotel fica quase às margens do Danúbio, bem próximo à Ponte da Liberdade (Szabadság híd), podendo ser acessado facilmente de bonde (linhas  8, 19, 47 e 49) ou ônibus (linhas 7, 7A and 86).

O imponente Gellért

Uma das piscinas do hotel

Hall

Brrr...

E tudo isto é só o começo: a seguir as opções de Pest.

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