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Nova York com adolescentes – comida

1 julho 2015

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O bom de visitar uma cidade grande como Nova York é que há chance de encontros super agradáveis, como o que tivemos com a querida Marcie, do ótimo blog especializado na Big Apple, Abrindo o Bico.

Ela nos levou ao aconchegante Brio, um vero ristorante italiano na 61st Street para um almoço delicioso.

Minha pasta estava perfeita: um pappardelle com salsiccia e funghi.

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Bia pediu uma pizza quatro formaggi…

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…e nossa anfitriã foi de tagliatelle con ragú alla bolognese (mas sem carne).

O restaurante é bem aconchegante, o atendimento primoroso e a comida, soberba!

Adoramos o encontro, viu, Marcie!

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Depois do almoço, ainda visitamos o Sprinkles, logo ali, dobrando a esquina na Lexington, para completar o almoço.

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IMG_20150213_135837267Os cupcakes de lá são deliciosos. Experimentei um de dark chocolate e Bia finalmente provou um red velvet.

O  legal é que existe no local um ATM de cupcakes e a loja nem precisa estar aberta para você ter um deles.

Em outra ocasião, aproveitando um passeio por Chinatown, resolvemos matar nosso apetite por dim sums. Escolhemos um local altamente recomendado em diversos sites chamado Nom Wah Tea Parlor (veja na foto que abre o post), insuspeito nome para um restaurante.

A fila para entrar estava grande naquele domingo gelado, mas felizmente não o suficiente para nos deixar do lado de fora.

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O espaço é apertado e barulhento, mas o cardápio é bem generoso e tudo o que pedimos estava acima da média.

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São porções pequenas, a maioria com preços entre US$3 e US$5, bem em conta para os padrões novaiorquinos. E todos deliciosos, como os shrimp rice rolls acima!

Abusamos dos dim sum de camarão, como os har gau da foto abaixo, meus preferidos…

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…e os apetitosos sui mai abaixo.

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Os guiozas eram de porco e cebolinha, perfeitos!

A conta saiu um pouco mais de US$30, uma pechincha, não? Impossível não recomendar este restaurante para quem curte a culinária oriental!

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No dia seguinte visitamos o Eataly, que recentemente abriu uma filial concorridíssima em São Paulo. A de NY, inaugurada em 2000, é meio apertadinha, mas tem várias coisas interessantes.

IMG_20150215_191219733 IMG_20150215_191234976Impossível resistir àquelas gulodices: massas, chocolates e biscoitos tornam uma ida ao local uma tarefa difícil para os que estão de dieta. Para piorar as coisas, acabaram de inaugurar um bar de Nutella em seu interior, vejam só!!!

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O lugar mais descolado para um lanchinho a gente encontrou no final do passeio pela High Line,  na (agora) badalada Gansevoort Street.

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É o mercadinho de mesmo nome – Gansevoort Market – que tem vários stands de comidinhas e doces gourmet

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…com espaço até para uma kombi vendendo apetitosos exemplares de comida mexicana.

Além de bem arrumadinho, o local não estava tão lotado neste dia, com espaço suficiente para um almoço/lanche tranquilo.

IMG_20150217_114839077 IMG_20150217_114859074_HDRUma invenção recente americana, o bruffin – mistura de brownie com muffin – marcava presença em um dos quiosques do local.

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Mas o cantinho gastronômico preferido de Bia, como não poderia deixar de ser, foi o ícone da junk food “badalada” de NY: o queridinho Shake Shack.

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Com várias lojas espalhadas por Manhattan, era parada obrigatória, mas as filas são de desanimar qualquer mortal.

Nem o frio intenso espantava os fregueses ávidos por um dos itens do cardápio enxuto, cuja ênfase é mesmo no hambúrguer. Batatas fritas e, claro, os milkshakes são acompanhamentos quase obrigatórios.

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Confesso que o hambúrguer de lá é mesmo acima da média, com gosto real de carne e com preço bem competitivo. As fritas também foram aprovadas com louvor.

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O único senão é a espera para vagar um lugar nas parcas mesas do lugar. Vá munido de (muita) paciência, inclusive para enfrentar as filas quilométricas.

IMG_20150217_131610169_HDRIMG_20150217_133943762_HDRSucesso no mundo inteiro graças ao programa Cake Boss, o Carlo’s Bakery tem uma filial na Times Square (8th Avenue com 42nd Street) perfeita para uma passada depois do almoço no Shake Shack.

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As variações de cupcakes era grande e fiquei um pouco na dúvida entre um de carrot cake e um red velvet.

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Acabei optando pelo primeiro, enquanto Bia mais uma vez se deliciava no seu sabor de cupcake favorito. Estavam todos bem gostosos, mas não saberia dizer se a qualidade é proporcional à fama.

IMG_20150217_135030996_HDR IMG_20150217_135039341_HDREnfim, NY tem opções para todos os paladares e bolsos, é só saber onde procurar!

Nova York com adolescentes – outros museus

27 junho 2015

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É inegável que a oferta de diferentes museus em NY é uma de seus principais chamarizes turísticos.

Bia tem especial apreço por museus interativos de ciência e, por este motivo, incluí o New York Hall of Science no nosso roteiro.

O museu fica um pouco longe do buxixo turístico, em Queens, em um enorme parque onde também se encontra a sede do Aberto de Tênis dos Estados Unidos (Flushing Meadows) Apesar de longe, é facilmente acessível pelo metrô, linha 7 (desça na estação da 111st Street).

O único problema era que o dia programado para a visita – gratuita aos domingos ate as 11 da manhã – perigava ser o mais frio do inverno, com rajadas de vento que fariam a sensação térmica despencar para impensáveis -25° C.

Tomamos o metrô que emergiu à superfície assim que saímos de Manhattan. O dia estava claro e ensolarado, prenúncio de frio intenso e, pelo mapa, andaríamos apenas quatro quadras até chegar no museu.
IMG_20150215_110353734 IMG_20150215_111456434Assim fizemos: percorremos as ruas de uma Queens quase deserta naquela hora da manhã de domingo e o frio estava até suportável, mas uma rajada intensa nos pegou quando estávamos quase chegando e nos fez sentir a sensação de congelamento facial, nada agradável! Brrr!

O horário gratuito deste museu é apenas aos domingos até as 11h da manhã – conseguimos chegar dois minutos antes do final da gratuidade.

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Sendo o único museu interativo de ciências de NY, esperava um pouco mais de suas 400 instalações. Me pareceu que a ênfase era para crianças e adolescentes até 14 anos, que formavam a maioria dos visitantes.

Existe um Science Playground bem grande, que proporciona uma série de atividades interativas ao ar livre, mas que obviamente não abre durante o inverno. Pena!

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New York Hall of Science

Endereço47-01 111th St, Queens

Horário: Dias de semana das 09h30 às 17h; fim de semana das 10h às 18h; fecha no Labor Day, Thanksgiving e Natal

Ingresso: US$15 (US$12 estudantes e crianças até 17 anos)

Gratuidade: aos domingos até as 11h.

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O dia de pay-what-you-wish no Guggenheim era no sábado, a partir das 17h45.

Chegamos de metrô, descendo na estação da 86th Street (linhas 4, 5 ou 6) e já havia uma fila considerável dobrando a esquina, mas, assim que o horário gratuito se iniciou, conseguimos entrar em menos de 10 minutos.

O Museu é um dos meus preferidos em NY, tanto pelo acervo quanto pela arquitetura do edifício, obra do Frank Lloyd Wright.

IMG_20150214_175623647 IMG_20150214_180730471Infelizmente as exposições em cartaz não eram muito interessantes e o acervo de arte do Século XX estava restrito a uma pequena sala, insuficiente para abranger o mínimo necessário para uma devida apreciação. Apesar de possuir uma das maiores coleções de Kandinsky do mundo, me parece que a ênfase atual do museu é focar na arte contemporânea.

De qualquer modo, aí vai uma dica: o jeito mais prático de visitar este museu é tomar o elevador até o quinto andar e descer pela rampa em espiral.

Solomon R. Guggenheim Museum

Endereço:  1071 Fifth Avenue na 89th Street

Horário: de 10h às 17h45, sábados até 19h45; fecha às quintas

Ingresso: US$25 (US$18 estudantes, grátis para crianças abaixo de 12 anos)

Pay what you wish: Sábado das 17h45 às 19h45

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IMG_20150214_110011383 IMG_20150214_110045179_HDRResolvemos dar uma passada no Sony Wonder Technology Lab, quatro andares dedicados a experiências interativas sobre tecnologia para todas as idades.

O forte aqui são as instalações que estimulam a participação em experimentos áudio visuais, esquetes de TV, video games e outros exemplos de aplicações multimídia. Parece interessante, mas fiquei com a impressão de que Bia já está ultrapassando esta fase.

 

Sony Wonder Technology Lab

Endereço550 Madison Avenue na 56th Street

Horário: Terça a sábado, das 9h30 às 17h30

Ingresso: Grátis (necessário reservar no próprio local até 90 dias antes; se for para o mesmo dia, recomendável chegar cedo, pois os ingressos são concorridos)

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Pelo pouco tempo, vários museus interessantes ficaram de fora desta vez.

Poderia indicar alguns outros que considero muito bons, como o Museum of Modern Art (MOMA) ou mesmo o The Cloisters, este último pelas obras de arte e pela sua localização, à beira do Hudson, junto ao Fort Tryon Park, no norte da ilha de Manhattan.

Ficarão para uma próxima visita!

Nova York com adolescentes – Metropolitan Museum

22 junho 2015

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O Met, como é chamado pelos locais, é o maior museu de arte dos EUA e um dos 10 maiores do mundo, com uma coleção que chega a 3 milhões de itens.

Assim como o American Museum of Natural History, aqui é pay-what-you-wish todos os dias, deste modo dá para economizar os US$25 da entrada regular (que também te dá direito de visitar o Cloisters Museum, filial que fica no norte da ilha de Manhattan e é especializada em arte e arquitetura da Europa medieval).

IMG_20150216_115531101_HDRFundado em 1870 e aberto ao público dois anos mais tarde, tem galerias dedicadas à arte egípcia, grega, romana, vestuário, armaduras, fotografias e instrumentos musicais, além de pinturas e esculturas europeias e americanas de praticamente todos os movimentos.

Os objetos de arte egípcia somam quase 26.000 peças, a maioria resultado de 35 anos de excursões arqueológicas no Egito, iniciadas a partir de 1906.

Uma das alas mais impressionantes, a Sackler Wing, contem o Templo de Dendur, construido pelo governador romano Petronius perto do ano 15 AC, em homenagem a Isis e Osiris.

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A coleção de esculturas é magnífica, com um exemplar de Bernini feito quando  o artista tinha apenas 18 anos!

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DSC03545 DSC03546Dentre as várias exposições temporárias em cartaz naquele momento, destaco a fantástica sobre Cubismo.

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Foi uma delícia poder vagar por entre obras de Picasso, Braque, Leger e Gris, parte da coleção do filantropo e empresário do ramo de cosméticos Leonard A. Lauder, que foi presenteada ao Museu e que estava sendo apresentada ao público pela primeira vez.

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Avaliada em mais de 1 bilhão de dólares, o conjunto das 78 obras destes artistas vai preencher o vazio histórico do Met em obras do Século XX.

Isto sem falar na enorme seção dedicada à evolução da arte e do design americanos, em um acervo espalhado por 25 salas, com centenas de pinturas, esculturas, desenhos e outros exemplos de arte decorativas.

Por ser tão abrangente, é uma aposta certa para agradar qualquer visitante, que irá fatalmente se encantar por alguma de suas várias galerias.

Desnecessário dizer que não há tempo hábil para ver tudo, portanto concentre-se naquilo que mais te interessar ou volte em outro dia, se você tiver tempo.

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Metropolitan Museum of Art

Endereço: 1000 Fifth Avenue na 82nd Street

Horários: Domingo a Quinta – das 10 as 17h30. Sexta e sábado – das 10h às 21h; fecha no Thanksgiving, Natal,  1° de Janeiro e a primeira segunda-feira de maio

Ingresso: US$ 25 adultos, incluindo acesso ao The Cloisters Museum (US$12 estudantes, grátis para crianças menores que 12 anos)

Pay what you wish : Todos os dias

Nova York com adolescentes – Museu de História Natural

17 junho 2015

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Nova York é cara: não bastassem os preços absurdos de hospedagem, as entradas nos museus também podem tornar a visita a esta cidade um pesadelo econômico. Felizmente vários museus oferecem entradas gratuitas ou pay-what-you-wish em determinados dias e/ou horários (para ver a lista completa de gratuidades, clique aqui).

Claro que fiz meu roteiro contando com esta possibilidade de economia.

Nosso primeiro museu visitado foi o American Museum of Natural History (AMNH), um dos mais famosos da cidade. Este local ficou conhecido pelos filmes “Uma noite no Museu”.

Assim como o Metropolitan, a política aqui é pay-what-you-wish todos os dias (entrada normal a US$ 16, com pagamento extra para o Planetário Hayden, exibições especiais e filmes).

DSC03493 DSC03494Recomendo usar a entrada principal do Museu, no Central Park West (acessível através do metrô linhas B ou C, estação 81St -Museum of Natural History) onde se encontra a estátua equestre de Theodore Roosevelt, o primeiro novaiorquino a se tornar presidente do país.

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Uma boa forma de ser introduzido ao acervo é através das visitas guiadas, já que, com mais de 40 salas de exibição, você ficará naturalmente em dúvida sobre o que ver primeiro.

Logo na entrada, na Rotunda, fica o impressionante Barosaurus (foto ao lado), a maior montagem de um dinossauro no mundo.

Aliás, o museu tem uma das mais completas coleções de dinossauros, que atraem os olhares de adultos e crianças, com seis pavilhões que contam a história dos vertebrados.

 

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Espalhado por 25 prédios, o AMNH é o maior museu de história natural do mundo. Tem evidente apelo ao publico infantil e adolescente e até possui um aplicativo chamado Explorer (para Apple e Android) para ajudar no planejamento e acompanhamento da visita.
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Outro destaque é o pavilhão da Biodiversidade que mostra vários dioramas de povos dos diferentes continentes, suas moradias e costumes.

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Claro que existe uma ala devotada aos animais, como em todo museu de história natural. E para os geólogos, um salão com meteoritos e minerais em geral.

Vimos a fantástica canoa de 20 metros, adquirida em 1883 e feita com um único tronco de cedro pelos nativos da Columbia Britânica, no Canadá.

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Passamos muito rápido pelo Rose Center for Earth and Space, mas não visitamos o Planetário, que tinha filas bem longas.

O Rose Center foi inaugurado em 2000 e ocupa um edifício de 4 andares com uma grande esfera ocupando o centro, obra do arquiteto James Polshek. Nesta esfera, a montagem Scales of the Universe mostra a enorme variação de tamanhos no nosso universo.

Resumindo, é diversão garantida para a família inteira!

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American Museum of Natural History:

Endereço: Central Park West na altura da 79th Street

Horários: Todos os dias das 10hs às 17h45. Fecha no Natal e Thanksgiving.

Ingresso: US$ 16 adultos (US$9 crianças)

Pay what you wish : Todos os dias

Nova York com adolescentes – chegada

13 junho 2015

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A viagem deste ano com minha filha (que já fez 18 anos e por definição ainda é teenager, muito a contragosto) foi para uma cidade que cumpre todos os requisitos que ela impõe para sair de casa: tem que ser urbana, superpopulosa, capital do país ou uma de suas cidades mais importantes.

Confesso: não morro de amores por Nova York, mas não pisava lá desde o século passado, então achei uma proposta interessante.

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Comprei (em agosto de 2014) uma passagem para o Carnaval de 2015, pela United, a um preço muito convidativo, saindo de São Paulo.

Chegamos no Aeroporto de Newark, menorzinho e muito menos caótico do que o JFK, pelo menos no que diz respeito ao processo de imigração – demoramos meros 15 minutos na fila.

O voo chegou pouco depois das 6h30 da manhã (com -2° de temperatura ambiente) e nosso plano era ir direto ao outlet Jersey Gardens, ao lado do aeroporto, para matar 2 coelhos: fazer algumas compras e aguardar o horário de check in, às 15hs.

O plano deu errado: a imigração foi tão eficiente que inviabilizou a ida direto, já que o shopping só abriria às 10h!

Resultado: resolvemos tomar o trem até a Penn Station, deixar a mala no hotel e voltar de ônibus até o Jersey Gardens.

Inicialmente tivemos que tomar o Airtrain, que nos transportou desde o terminal de desembarque até a Newark Airport Train Station (veja mapa acima).

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De lá pegamos um trem da Amtrak até a Penn Station de NY, na 34th Street, um trajeto que demorou pouco menos de 30 minutos, passou pela Penn Station de NJ (não confundir as duas!!!) e custou US$12,50 por pessoa.

Neste valor já está incluída a porção referente ao Airtrain (US$ 5,50), que só é gratuito entre os terminais e estacionamentos do Aeroporto.

IMG_20150212_073810387 IMG_20150212_074824552Nosso hotel ficava na 32nd Street, uma caminhada de duas (longas) quadras desde a Penn Station.

O NYMA (New York Manhattan Hotel) era do tipo simples e bem localizado, em meio aos restaurantes e lojas da movimentada Koreatown.

O quarto era amplo e confortável, mas o café da manhã, como costuma acontecer nos hotéis americanos, não era nenhuma maravilha: além de só ter os itens básicos, tínhamos que torcer para haver lugar livre para sentar.

Depois de deixar as malas, compramos o passe de metrô de 7 dias (Metrocard, à venda na maioria das estações de metrô)  por US$30 cada e fomos até a estação Times Square 42nd St pela linha R.

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Fomos andando até o Port Authority Bus Terminal, de onde saem os ônibus que vão até o shopping. No caso, linha 111 (mais frequente) ou 115, com saídas a cada meia hora e preço de US$ 13, ida e volta, por passageiro.

Se quiser ir direto do Aeroporto de Newark, é só tomar um shuttle por US$ 9 (ida e volta, em dinheiro apenas) que começa a sair às 10h da manhã, de meia em meia hora.

Mais informações no site do shopping.

A viagem foi relativamente curta àquela hora da manhã e, em menos de meia hora, chegávamos ao Jersey Gardens.IMG_20150212_132213217

A primeira providência é apresentar-se no balcão de entrada portando seu passaporte para ter direito a uma cartela de descontos extras em determinadas lojas.

O shopping é coberto, diferentemente do Woodbury, outro queridinho dos brazucas famintos por consumo. Neste frio glacial, este pequeno detalhe fez toda a diferença.

Para falar a verdade, não achei nada demais no Jersey Gardens: tem (quase) todas as lojas de grife, mas com preços pouco convidativos e peças com qualidade inferior. Como meu objetivo era comprar uma mala pequena para Bia, assim que conseguimos achar uma que a satisfizesse, fomos almoçar um hambúrguer e pegamos o ônibus de volta para Manhattan, andando da 42nd St até o hotel, pela Broadway.

Passamos pela Carlo’s Bakery, famosa pelo programa Cake Boss e objeto de desejo de 10 entre 10 pessoas que amam cupcakes. Como a fila estava grande, deixamos para outra ocasião.

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Logo após o check in no hotel, andamos pela 5th Avenue até o Rockfeller Center para apreciarmos os patinadores na pista de gelo.

DSC03459 DSC03471Dezenas de patinadores, amadores ou profissionais, aproveitam a localização central para fazer um exercício ou simplesmente desfilar para os transeuntes.

Ela abre em outubro e é o point local até março do ano seguinte. Para os iniciantes, é possível ter aulas de patinação ali.

O edifício também abriga os estúdios da NBC, várias lojas de presentes e restaurantes. Eu retornaria a este local para subir até o Top of the Rock, mas isso é assunto para outro post.

DSC03474 Logo ao lado ficava uma das paradas obrigatórias no roteiro de Bia: a mega loja Kinokuniya, com centenas de  exemplares de mangás, animes, bonecos, revistas e tudo o mais relacionado à cultura japonesa.

A loja só não possuía um único banco para sentar! Tive que aturar quase uma hora com a mochila nas costas e a lombar reclamando. Quando fizer minha série de viagens da terceira idade, este com certeza não será um local recomendado!

Voltamos caminhando pela Avenue of the Americas e paramos em uma lanchonete chinesa bem simples, que tinha um macarrão frito com camarões delicioso. Infelizmente não me lembro do nome…

E isto foi tudo para o primeiro dia!

Fim de semana – Brasília, domingo

31 maio 2015

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No domingo, como usual, o ritmo foi um pouco mais lento.

Começamos pela Torre de TV, que esteve fechada à visitação até pouco tempo atrás, e que ainda atrai grande número de turistas e moradores, ávidos pela linda e completa visão da cidade e pela  atração grátis. Felizmente a fila estava pequena e a espera foi de apenas 15 minutos.

IMG_20150412_103939232 IMG_20150412_104403457_HDRFiquei espantado pelo crescimento da cidade, principalmente na parte oeste, mais especificamente em Taguatinga e Águas Claras onde agora florescem vários espigões e onde a especulação imobiliária chegou forte. Segundo o taxista, naquela área há engarrafamento até na garagem dos prédios…
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A visão do enorme Parque da Cidade, outro local muito conhecido da cidade, era convidativa, mas preferimos ir para outras bandas.

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Seguimos para o Santuário Dom Bosco na W3 Sul, que impressiona pela quantidade de vitrais azuis, replicando o céu de da cidade.

Construída em homenagem ao padroeiro de Brasília, São João Belchior Bosco, tem um lustre central que possui 7400 copos de vidro de Murano e pesa mais de 2 toneladas! Um espetáculo!

IMG_20150412_123051581_HDR IMG_20150412_123318963Tomamos outro táxi que nos deixou no Centro Cultural Banco do Brasil, um pouco afastado da área turística. Existe um ônibus gratuito que passa por alguns pontos da cidade em determinados horários levando até lá. Veja neste site.

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O prédio em si é meio decepcionante, um monstro de concreto sem nenhum personalidade.

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As exposições eram interessantes, em particular a que ficava neste prédio abaixo, mas não justificam o grande desvio em detrimento de outras atrações da cidade. Vá apenas se tiver com tempo disponível!

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Este lustre abaixo era todo feito de absorventes íntimos.

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Para as crianças existe um pequeno parque com brinquedos coloridos.

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No começo da tarde fomos até o Lago Paranoá passear pelo Pontão do Lago Sul, uma área de lazer com alguns restaurantes e lojas e local favorito para um passeio ao ar livre.

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Primeiro fomos buscar um lugar para almoçar, mas a maioria dos restaurantes estava superlotado àquela hora.

Paramos  no Delfinna para comer um singelo frango à milanesa com arroz e batatas fritas.

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Depois fomos para o quiosque Náutico, de onde saem os passeios de catamarã pelo Lago. Nos fins de semana, sempre às 16h e 17h30 (este último ideal para o por-do-sol).

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Oferecido pela empresa com o sugestivo nome de Mar de Brasília, o passeio dura cerca de uma hora, narrado por um guia. Custa R$40 (em abril de 2015).

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O Lago Paranoá, artificialmente construído através do represamento de um rio, tem como uma de suas funções principais servir como um umidificador do ambiente, já que o Planalto Central é conhecido pela baixa umidade do ar.

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Também é muito utilizado pelos locais para a prática de esportes, como a vela, jet ski e, a coqueluche nacional: o SUP , ou Stand Up Paddle.

IMG_20150412_163003970_HDR IMG_20150412_164058308_HDR Infelizmente o tempo não estava aquela maravilha, não favorecendo as fotos.

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Passamos pela belíssima Ponte JK, que liga o Lago Sul à parte central da cidade, com comprimento total de 1,2 km.

Com sua estrutura de 3 grandes arcos, imitando o movimento de uma pedra quicando na superfície d’água, chama a atenção (alguns detratores acham que chama DEMAIS a atenção) na paisagem da cidade.

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Não conseguimos pegar o por-do-sol, já que nosso voo saía no começo da noite. As nuvens também impediram que víssemos o fenômeno…

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E assim terminou nosso passeio pela capital do país, uma cidade que oferece várias lições de história e civismo, um convite a passeios ao ar livre e toda uma herança deixada pelo gênio de Niemeyer.

Altamente recomendável conhecer Brasília.

Fim de semana – Brasília, sábado

27 maio 2015

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A capital do país foi a escolhida do mês de abril para continuar com a série “Fim de Semana”. Por sua localização central – está a pouco mais de uma hora e meia de voo da maioria das capitais  – Brasília é perfeita para uma escapada depois de uma semana estafante.

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Mais uma vez saí direto do trabalho para o Santos Dumont, de onde tomei o simpático avião pintado pel’ Os Gêmeos.

Pouco depois das 19hs já estava no Planalto Central, aguardando o Paulinho que viria de um voo do Galeão. De lá, resolvemos parar no meio do caminho e jantar antes de seguir para o hotel.

Pedimos ao táxi para nos deixar no buchicho da quadra 404 Sul, onde existe uma grande opção de restaurantes. Daí foi só uma questão de escolhermos o que queríamos comer.

A tarefa foi difícil, mas nos encantamos pela atmosfera colorida e festiva do El Paso.

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Pedi uma fajita de camarones acompanhado de um pisco sour, que aplacou a saudade da comida mexicana.

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O feijão refrito estava um pouco líquido para meu gosto, mas o guacamole e as tortillas passaram no teste.

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Depois do jantar, rumamos para o Mercure Brasilia Eixo, que fica no Setor Hoteleiro Norte (SHN). As tarifas de fim de semana nos hotéis da capital são bem atrativas – a do nosso quarto ficou em R$140, com um ótimo café da manhã incluído.

Esta é a melhor região da cidade para hospedagem, já que é bem central e próxima a várias atrações, eliminando quase por completo a necessidade de usar transporte público.

Da janela do quarto tínhamos a visão do belo estádio Mané Garrincha.

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O sábado estava com tempo exuberante e os ciclistas aproveitavam o dia. A cidade é plana e tem um vasto circuito de ciclovias.

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Já que estávamos ao lado, aproveitamos para conhecer o estádio,. As visitas guiadas estão atualmente ocorrendo apenas aos sábados na parte da manhã.

Não é preciso reservar, é só aparecer e esperar completar o grupo – dizem que o número mínimo é de 50 pessoas, mas nosso grupo tinha bem menos. A visita é gratuita.

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Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, também conhecido como  Estádio Nacional de BrasíliaArena Mané Garrincha ou simplesmente Mané Garrincha, é o segundo maior estádio de futebol do Brasil, após a reforma visando adequar suas instalações aos requisitos da FIFA para a Copa de 2014.

IMG_20150411_100904653_HDRIMG_20150411_101555638Durando pouco mais de meia hora, a visita é bastante simples e mostra o interior do estádio, incluindo os vestiários. No dia em questão haveria uma festa de formatura da Polícia Militar, por isso o gramado estava coberto por lona.

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Decidimos aproveitar o tempo bom e andar na direção da Esplanada dos Ministérios, passando, é claro, pela Rodoviária da cidade.

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A primeira obra do Niemeyer que encontramos foi o Museu Nacional Honestino Guimarães.
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Parte do Complexo Cultural da República João Herculino, o local é sede de exposições de artistas diversos, além de palestras e mostras de filmes.

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A Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, outro ponto símbolo da cidade, presente em praticamente todas as fotos de turistas, foi nossa próxima parada.

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O acesso à Catedral é feito por um corredor escuro, projetado pelo Niemeyer com a função de surpreender o visitante com o contraste de luz, assim que ele entra em sua nave.

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E que interior!!! Com paredes e piso de mármore de Carrara, impressiona pelas formas geométricas e pela beleza e colorido simples dos vitrais.

IMG_20150411_114316158 IMG_20150411_114414537Possui capacidade para 4000 fiéis, embora pareça bem menos. Uma verdadeira obra de arte!

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Decidimos visitar tudo o que era possível no sábado, já que, por conta das manifestações programadas para o domingo, os prédios governamentais estariam todos fechados.

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Conhecer o Senado Federal e a Câmara dos Deputados é um programa que todo brasileiro devia fazer.

Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o Palácio consiste em um edifício principal, na horizontal, que serve de plataforma para as cúpulas do Senado Federal e da Câmara dos Deputados.

A cúpula menor, voltada para baixo, abriga o Plenário do Senado Federal. A cúpula maior, voltada para cima, abriga o Plenário da Câmara dos Deputados.

Atrás do edifício principal e entre as duas cúpulas se encontram duas torres de 28 andares: uma delas pertence à Câmara e a outra ao Senado. (fonte: site do Congresso Nacional)

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As visitas, gratuitas, podem ser feitas todos os dias sem agendamento, que é somente necessário para grupos acima de 15 pessoas.

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Nos dias úteis há um dress code a ser seguido – nada de bermudas, camisas sem manga, minissaias ou chinelos.

No fim de semana não há esta proibição e o público é encaixado na visita seguinte, com distribuição de senhas.

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Nos finais de semana e feriados, o acesso dos visitantes é feito pela rampa principal, na entrada do Palácio que fica em frente à Esplanada dos Ministérios. O grupo é recepcionado no Salão Negro.

Em dias úteis, o atendimento é transferido para a Chapelaria (Salão Branco, no subsolo).

IMG_20150411_122353931 IMG_20150411_131222205_HDRDurando cerca de uma hora,  inicialmente visitamos a Câmara dos Deputados, onde se pode sentar em uma das mesas ocupadas por um dos deputados.

 

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Impossível não imaginar o local lotado de parlamentares discutindo acaloradamente…

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… enquanto apertam um dos botões abaixo, em um gesto que irá certamente mexer com a vida de cada um de nós.

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O salão da Câmara é amplo e bem iluminado, de onde se destaca o lindo painel de Di Cavalcanti,  chamado Alegoria de Brasília.

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O mobiliário segue a linha clássica e austera. Acho meio cafona…

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Já o Senado Federal tem um tom mais soturno com seu carpete azul marinho, mas a mesma aparência solene.

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O Túnel do Tempo, nome que foi inventado pelos funcionários do Senado, e que é um corredor de 100 metros que fica abaixo do Eixo Monumental e liga o edifício principal e Anexo I às novas construções – Anexo II e IIb, abriga a exposição “Senado Brasileiro, do Império à República”.

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Alguns dos salões do local são palco de exposições temporárias, como a galeria de fotos mostrada abaixo.

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Foi uma aula de civismo, mas ficou aquele gostinho de poder um dia, quem sabe, assistir a uma sessão do plenário.

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A última parada do dia foi no Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores. A visita guiada gratuita acontece em vários horários durante os dias de semana, de hora em hora, com intervalo para o almoço, começando às 9h com último horário às 17h.

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Nos fins de semana, há 2 horários pela manhã (9 e 11h) e três pela tarde (14, 15 e 17h). Podem ser feitas visitas em inglês e também em francês, desde que agendadas previamente através do telefone (61) 2030-8051 ou por meio do endereço visita@itamaraty.gov.br.

Infelizmente, somente no saguão principal e nos jardins externos é permitido tirar fotografias.

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No seu interior, ricamente decorado, há obras de artistas como Athos Bulcão e Sérgio Camargo, além de um afresco de Alfredo Volpi.

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O paisagismo, tanto o externo quanto o interno,  é de Burle Marx. Em frente ao Palácio , sobre o espelho d’água se encontra a escultura “Meteoro”, de Bruno Giorgi.

IMG_20150411_153834841_HDR IMG_20150411_153854347_HDRAcabamos ficando sem almoço, já que não existe, nas redondezas, local aberto para  um lanche sequer! Tivemos que voltar à região do hotel e comer algo no shopping… Fica a dica, caso você faça esta maratona de visitas nesta área, no fim de semana.

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À noite, tivemos nossa oportunidade de revanche do humilde almoço e jantamos no restaurante Limoncello, na quadra 402 Sul, um italiano entre os melhores da cidade.

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Pedimos brie com geléia de entrada, para acompanhar o vinho malbec.

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De prato principal, um medalhão ao molho de vinho tinto com risoto de parmesão.

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De sobremesa, claro, um limoncello de aperitivo, oferta da casa. Serviço perfeito e comida ótima.

Os preços assustam um pouco, sendo até maiores do que em restaurantes similares no Rio, mas vale a pena pela qualidade da comida e pelo atendimento.

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E assim terminou o dia…

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