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Sudeste Asiático 2014 – Indonésia – Jogjakarta dia 14

2 março 2015

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No dia seguinte fomos andando visitar o Palácio do Sultão, na área conhecida como Kraton.

Passamos pela principal artéria da cidade, chamada Malioboro, com suas lojas diversas e vários quiosques vendendo toda sorte de badulaques. Prato cheio para quem adora uma pechincha!

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No meio da avenida encontrei esta singela homenagem ao Scrat, do filme A Era do Gelo. Entenderam a conexão? Nem eu…

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Breve parênteses para explicar a historia de Jogjakarta: esta região formava o poderoso Reino de Mataram, que foi dividido em dois em 1755, criando-se os Sultanatos de Jogjakarta e de Surakarta. Este último não possui atualmente a denominação de Sultanato e, hoje, a cidade é conhecida como Solo. Neste período iniciou-se a construção do Kraton pelo Príncipe Mangkubumi.

A participação de Jogjakarta foi fundamental durante o período da luta pela Independência, entre 1945 e 1949, inclusive tendo se tornado capital do país por 2 anos, depois da conquista de Jakarta pelos holandeses. Por conta deste apoio, a cidade recebeu o título de Região Administrativa Especial, tornando-se a única do país a ser governada por um monarca.

Fecha parênteses…

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O Palácio foi finalizado em 1790 no modelo arquitetônico tradicional da ilha de Java. Cada edifício traduz a visão que os javaneses tem sobre o mundo. A frente do complexo fica voltado para o Monte Merapi, um dos vulcões mais ativos da Indonésia. A parte de trás está voltada para o Oceano Índico.

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Não há um palácio propriamente dito e sim uma série de pequenas construções abrigando vestimentas, mobiliário e inúmeros objetos relacionados com a história da cidade.

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Este Palácio ainda é utilizado hoje como residência do Sultão Hamengku Buwono X , além de ser o local para as cerimônias e eventos culturais da Corte.

DSC02710DSC02712Fica aberto todos os dias das 8h às 14h. A entrada custa 12.500 IDR mais 1.000 IDR para a câmera.

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O rapaz aí embaixo sofreu um assédio considerável pelos locais. A quantidade de fotos tiradas com ele nos fez pensar que se tratava de alguma celebridade. Aliás isso parece ser muito comum por aqui, nós mesmos fomos parados diversas vezes em Borobudur para que tirassem fotos conosco.

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Depois andamos até o Water Palace, erguido para servir de residência de verão para o sultão, um palácio também muito simples e até um pouco mal cuidado.

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Antigamente o Sultão escolhia as suas concubinas observando as mulheres que se banhavam nas piscinas do Palácio.

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Dizem que o Sultão é benquisto justamente por não ostentar, o que faz bastante sentido, observando as suas residências, todas sem muito luxo.

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Visitas podem ser feitas todos os dias, das 8h às 14hs, com entrada a  7.000 IDR, mais 1.000 IDR para a câmera.

Por este motivo, sugiro que você faça o passeio conjugado (Kraton + Water Palace) logo pela manhã.

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Saímos um pouco da área do Water Palace para pesquisar as ruelas locais e ter um pouco de noção da rotina dos habitantes – a maioria dos que vivem nas redondezas, se ocupam da pintura e do batik, produto nacional de exportação da Indonésia.

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Estava um calor grande e a chuva se aproximava, portanto era hora de voltar para o hotel e aproveitar um pouco a piscina antes do toró de fim de tarde.

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Para a última noite, reservamos no hotel nossos ingressos para o espetáculo do balé típico de Jogja, o Ramayana.

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Antes, acabamos fazendo uma boquinha no próprio hotel, no clube do 6o. andar – sanduíches, frango empanado com molho tártaro e uma especialidade indonésia chamada bakwan jagung, um tipo de fritada de milho.

Pela módica quantia de 65.000 IDR vale a pena para um lanche no final da tarde, ou mesmo como um jantar leve.

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Esse balé é habitualmente encenado em 2 lugares: em um teatro na cidade e em Prambanan. Se você tiver a chance, não perca a oportunidade de ver em Prambanan. Como estávamos na época de chuvas, o evento é transferido para um teatro e perde-se um pouco a magia de ver a história contada dentro do templo.

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O táxi ate o teatro deu pouco mais de 10.000 IDR, mas o motorista tinha um cartaz afixado que dizia que o valor mínimo a ser cobrado era 20.000 IDR. Acho até que o cartaz era verdadeiro, mas achamos estranho que nenhum outro táxi tenha utilizado esta regra até aquele momento. Na dúvida, não pagamos…

A história do balé versa sobre o amor de Rama e Sinta e é cheia de personagens com superpoderes, homens macaco, vilões implacáveis e uma boa dose de realismo fantástico. Dura cerca de 1h30 e, contrariando a minha expectativa e o assento sem encosto, não cansa nem um pouco. Vale a pena assistir!

Pagamos 250.000 IDR pelo ingresso ao espetáculo, mas havia um pacote a 350.000 IDR incluindo o jantar, antes do evento. Como chegamos mais cedo, pudemos dar uma olhada no buffet e parece valer a pena. Há várias opções de comidas típicas e algumas variedades ocidentais, e o preço inclui as sobremesas.

E assim terminou nossa passagem pela Indonésia.

Sudeste Asiático 2014 – Indonésia – Jogjakarta dias 12 e 13 – Prambanam e Borobudur

28 fevereiro 2015

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Na manha seguinte, saímos depois do café para o Aeroporto de Changi, para embarcar no voo da Air Asia até Jogjakarta.

Assim como na Cebu Air, havíamos reservado comida: neste caso escolhemos um macarrão com frango a bolonhesa, que estava acima da média quando se pensa em comidas de avião.

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A chegada ao minúsculo aeroporto de Jogja, como a cidade é carinhosamente chamada pelos locais, foi bem confusa. Não havia muito espaço para a formação de filas para pagamento da taxa de visto (que aumentou recentemente de US$25 para US$35) e apenas 4 atendentes na imigração, ou seja, demoramos quase uma hora para sair do aeroporto.

Os caixas automáticos ficavam do lado de fora do aeroporto e até chegarmos lá fomos assediados com várias ofertas de táxi e pude começar a exercitar a negociação enquanto andava. O que começou com 120 mil IDR caiu rapidamente para 60 mil IDR (US$ 1 valia cerca de 12.500 IDR em novembro de 2015), preço que acabamos fechando! Barganhar ou morrer!

Nosso motorista Doni tinha um carro novinho e super confortável. Ele nos deu seu cartão e os preços para visitarmos Borobudur e Prambanan. Ao chegar no hotel, verificamos que os 450 mil IDR pedidos por ele pelo transporte para o dia inteiro era um valor bem inferior ao que o hotel ou a agência de turismo cobravam.

Marcamos com ele para a manhã seguinte e fomos explorar o hotel, que era outro oásis em meio a uma cidade feia, suja e com excesso de motoristas, coisa normal em se tratando do superpopuloso sudeste asiático. De certa forma nos lembrou o Vietnã, embora os veículos e motos aqui tenham um aspecto bem melhor.

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Vimos os preços das massagens no spa do hotel – eram o triplo do cobrado pelo spa do outro lado da rua!

Marcamos uma massagem javanesa com aromaterapia por 90 mil IDR, mas antes fomos comprar um lanchinho e pudemos ver o contraste: o supermercado era bem modesto, mas logo na entrada havia uma revenda de carros Honda zero quilômetro!

A massagem foi boa, mas a massagista tinha uma mão super pesada e saímos meio desconjuntados do local. Decidimos jantar no próprio hotel: pedi um frango a milanesa com vegetais cozidos e um lassi de manga.

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Havia coisas piores no cardápio de bebidas…

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Saímos as 8h30 da manhã seguinte do hotel direto a Borobudur.

Felizmente o café da manhã aqui, apesar de contar com a mesma oferta onipresente no Sudeste Asiático de macarrão, arroz, sopas e peixes, tinha várias outras alternativas ocidentais, como waffles, queijo e presunto. Ponto para o Melia!

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Viajamos cerca de 1h45 ate Borobudur, enfrentando o tráfego pesado da manhã de sexta. O templo é menor do que eu pensava e dá para ser percorrido sem pressa em menos de 3 horas.

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Borobudur é o maior monumento budista do mundo, erguido no Século 9. Tem notada influência indiana, mas com outras características e elementos que o tornam verdadeiramente indonésio.

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O templo é o local mais visitado na Indonésia e se situa no topo de uma colina, com uma área equivalente a 15.000 metros quadrados.

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Borobudur lembra uma grande stupa, mas visto de cima, forma na verdade uma mandala. Tem 504 estátuas de Buda e 2672 painéis em alto-relevo e foi construído sem qualquer utilização de cimento ou argamassa.

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Os seus inúmeros painéis mostram passagens da história de Buda, no que os estudiosos consideram ser o mais completo relato presente em um monumento.

DSC02602DSC02605Durante muito tempo ficou negligenciado, mas foi redescoberto em 1815, coberto de cinzas vulcânicas. Um projeto conjunto de restauração  do Governo Indonésio e da UNESCO, que durou cerca de 8 anos, trouxe de volta o esplendor original.

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Pode-se ver na foto abaixo que cada uma das stupas contem uma estátua de Buda em seu interior.

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Borobudur foi construído em três estágios, cada um representando uma das esferas superpostas do Universo budista: kamadhatu, rupadhatu, e arupadhatu.

DSC02617DSC02620Respectivamente a esfera dos desejos, das formas e da ausência de formas, que são representados pela base do monumento (kamadhatu), pelos cinco terraços (rupadhatu) e pelas três plataformas circulares e pela stupa superior (arupadathu), que pode ser vista na foto abaixo.

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Na saída do monumento, o que encontramos? Uma feirinha de badulaques e souvenires, como em qualquer outro lugar…

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Depois rumamos para Prambanan, o que nos fez atravessar a cidade inteira. O trajeto entre os dois templos demorou quase uma hora.

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Prambanam é um templo hindu, um dos maiores do sudeste asiático. Este conjunto de templos também data do Século 9, o que mostra que, ao menos aqui, as duas religiões conviviam (ou conviveram, mais exato) pacificamente.

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Aqui também houve uma série de erupções vulcânicas e terremotos, o que fez com que o templo ficasse esquecido por muitos anos e só redescoberto no Século 17.

O abalo mais recente,  em 2006, danificou boa parte dos templos, e o complexo chegou a ficar meses fechados à visitação pública.

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O conjunto de templos principal é dedicado ao Trimurti, ou seja, a representação do hinduísmo para o criador (Brahma), o preservador (Vishnu) e o Destruidor (Shiva).

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Além destes, se destacam três templos menores, chamados de Vahana e situados em frente aos principais, que simbolizam os animais que representam cada um dos deuses: Nandi, o touro (Shiva), Hamsa, o cisne sagrado (Brahma) e a águia Garuda (Vishnu).

DSC02658DSC02648Este complexo conta ainda com mais de 200 outros templos menores e que demandam mais algumas horas de contemplação que não possuíamos naquele instante.

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A sua construção também respeita a crença hindu nos três níveis, aqui chamados de bhurloka, bhuvarloka e svarloka, em ordem crescente de importância e similares, respectivamente, aos budistas kamadhatu, rupadhatu, e arupadhatu.

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Além dos templos, existe um pequeno museu, mais interessante pelo seu exterior do que pelo conteúdo da sua área interna.

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Achei Prambanam mais fotogênico do que Borobudur, com oportunidades de fotos mais interessantes.

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Como já disse, fechamos um pacote completo com o motorista, mas pode-se chegar aos templos de maneira independente usando o transporte público. Minha recomendação é que só se deve utilizar essa opção em último caso – não acho que o desconforto compense a economia.

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Prambanam tem entrada custando US$ 18 – em Borobudur é um pouco mais caro: US$ 22. Neste preço estão incluídos uma garrafa de água e o empréstimo de um sarong, obrigatório para a visita e que deve ser devolvido ao final.

Existe a opção de comprar uma entrada conjunta, um pouco mais barata do que as duas individualmente. As entradas também podem ser pagas em IDR, claro.

Para o jantar, tomamos um táxi para a Rua Prawirotaman, onde encontramos o simpático restaurante/lojinha/pousada chamado Via Via, onde degustamos um ótimo nasi goreng a preços mais que camaradas.

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Tudo isto foi acompanhado por um show de jazz gratuito, que ocorre nas noites de sexta. Fica a dica!

Achei que a visita aos dois templos no mesmo dia foi bem aproveitada, se você se dispuser a sair cedo, mas há quem prefira devotar um dia inteiro a cada um. A escolha é sua!

Sudeste Asiático – Cingapura, dia 11 – ida a Universal Studios em Sentosa

19 fevereiro 2015

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No dia seguinte decidimos ir a Sentosa Island, o playground de Cingapura.

Depois de verificar as opções dos pacotes, achamos melhor aproveitar o desconto de 10% dado pelo hotel para o ingresso da Universal Studios – pagamos apenas 68 SGD.

Chegar a Sentosa é facil: basta descer na estação Harbour Front do MTR e escolher sua forma de alcançar a ilha: indo pela Sentosa Boardwalk você paga 1 SGD e percorre um caminho com travelators circundado por jardins.

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A opção intermediária é o trenzinho, que custa 4 SGD e foi nossa escolha. O meio mais caro é o teleférico, que custa absurdos 26 SGD! Vai quem quer!

Todas as opções de transporte: de dentro do trem, a boardwalk está abaixo e o teleférico ao fundo!

Todas as opções de transporte: de dentro do trem, a boardwalk está abaixo e o teleférico ao fundo!

A Universal fica logo na primeira parada do trenzinho: Waterfront, onde fica o Resorts World, em rosa no mapa abaixo.

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O parque é dividido em 5 áreas, mas é bem menor do que seu irmão da Florida. Felizmente também parece ser menos lotado, e, com a fila de single rider, conseguimos andar em todos os brinquedos com tempo mínimo de espera.

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O layout do parque é circular e, após a entrada, tomamos a direção anti-horária, passando pela área chamada New York, com as inúmeras citações aos anos 50, Radio City Music Hall e carros antigos.

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Isto sem falar nas “romerobritices” da entrada do parque e do transatlântico encalhado no meio da rua!

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Sci-Fi City estava com sua principal atração ainda para ser inaugurada. Uma pena, pois eu sou completamente fanático por montanhas-russas e senti falta de uma para diversão completa.

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A área do Ancient Egypt tem o brinquedo mais interessante, na minha opinião: a montanha-russa da Múmia (repetimos umas 3 vezes!), além de um cenário interessante, com enormes estátuas.

Aqui pudemos verdadeiramente abusar da vantagem da fila de single rider: cada vez que íamos à Múmia, não ficávamos nem um minuto na fila!

Pena que ali não havia muito a oferecer: os outros brinquedos desta área (e do parque em geral) me pareceram um pouco infantis – só restou a opção de tirar mais fotos!

 

 

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A “Lost World” tinha uma atração imperdível, para tentar combater um pouco os efeitos do calor: o passeio de barco do Jurassic Park.

Com garantia de um banho de água no final, era tudo o que queríamos no momento!

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Na área de Far Far Away, havia um lindo castelo e um cine 3D mostrando um episódio divertido com  Shrek e seus amigos.

As áreas de Madagascar e Hollywood não pareceram muito interessantes para a gente, não!

Resumo da ópera: em pouco mais de 3 horas já tínhamos percorrido o parque todo e até reprisado os melhores brinquedos

Fomos então explorar as outras atrações da ilha, mas antes passamos no McDonalds para experimentar o Ebi burger, um hambúrger de camarão com molho suave de wasabi delicioso, acompanhado de fritas com tempero salgado de algas, white peach drink, uma mistura de suco de pêssego com sprite e torta de manga e maracujá.

Detesto confessar, mas estava tudo muito gostoso. E por menos de 10 SGD!

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Tomamos o bonde em Beach Station indo primeiro para oeste e depois para o leste (agora só existe um único bonde que faz os dois trechos).

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Paramos no ponto mais ao sul do continente asiático para tirar algumas fotos e deu uma vontade danada de tomar um banho de mar, pois o mormaço estava insuportável.

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A ilha tem várias atividades para todos os gostos, como aquário, luge (que eu experimentei da outra vez e recomendo sempre), …

Há pacotes que incluem 3, 5 ou todas as atrações (excluindo a Universal) começando por 39 SGD que tem custo benefício muito bom. Veja todas as opções aqui.

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Voltamos para o hotel e saímos para caminhar até o rio, passando pelo Museu da Civilização e atravessando o rio na linda Cavenagh Bridge.

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Tínhamos um encontro marcado com um colega de empresa que está trabalhando aqui. Subimos até o 63 andar do One Raffles Place para ir ao bar Altitude, de onde pudemos observar o skyline da cidade.

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Claro que tudo isso tem um preço, alto como o bar: os drinks começam em 20 SGD! É o privilégio de ter esta vista que compensa todo o resto…

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Depois descemos até a Riverwalk, onde encontramos esta simpática escultura do Botero. A história conta que, em 1995, após ter uma escultura similar danificada por bombas em Medellin, ele resolveu enviar esta escultura, que foi chamada de “Bird of Peace”, para bem longe!

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Resolvemos jantar em um simpático restaurante italiano. Os grissinis enrolados com parma de entrada estavam sensacionais!

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E assim terminou nosso primeiro período em Cingapura – voltaríamos 3 dias depois para fechar com chave de ouro a visita à esta cidade.

Sudeste Asiático 2014 – Cingapura dia 10

14 fevereiro 2015

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Tivemos tempo de tomar o ultimo café da manha filipino (nenhuma saudade!) antes de tomar o táxi para o Terminal 3 do NAIA (Ninoy Aquino International Airport).

Foi muito difícil convencer o motorista a usar o taxímetro, mas ele concordou, meio a contragosto. No final da corrida, pagamos pouco mais de 160 php – ele queria nos cobrar 250php!

Meu conselho nas Filipinas: insista sempre no taxímetro!

Vale avisar que existe também uma taxa a ser paga no Aeroporto para voos internacionais, no valor de 550 php, que normalmente não está incluída na sua passagem aérea. O valor pode ser pago em dólares, a um câmbio desfavorável, claro!

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O voo para Cingapura foi em um enorme A-330 que levava mais de 400 passageiros, mas que felizmente estava com a lotação pela metade. Outra vez fui sorteado com uma lembrancinha da Cebu Air.

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Como Cingapura é um país ultra civilizado, o procedimento de imigração foi tranquilo e rápido.

Descemos para tomar o MRT para a estação de City Hall. Vi que foram inauguradas novas estações desde que aqui estive por último, principalmente na área do Marina Bay.

O MRT (Mass Rapid Transit, mas pode chamar de metrô) é, de longe, o melhor meio de transporte em Cingapura e, dos lugares em que já estive, continuo achando este o melhor custo benefício para se sair de algum aeroporto.

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De Changi são apenas 11 estações até lá (linha verde), com uma troca de trens em Tanah Merah…E por um preço absurdamente barato – 2,50 SGD (o equivalente a 5 reais na época).

Outra coisa que mudou: agora não é mais necessário pagar 1 SGD a mais para reavê-lo quando devolver o ticket. Atualmente o cartão magnético é válido para 6 viagens, com descontos de 10 centavos na terceira e sexta viagens.

Preste atenção na hora de comprar seu bilhete na máquina automática: ela dá um troco máximo de 4 SGD – caso contrário vai ter que trocar dinheiro na bilheteria! Por isso, não pense que ela estará recusando sua nota de 10 SGD apenas por estar amassada…

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Acabei repetindo o hotel da minha primeira estada: o Residence at the Singapore Recreation Club – tem ótima localização, quartos pequenos, mas aconchegantes, e todo um parque aquático para se aproveitar gratuitamente.

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Chegamos ao hotel e logo fomos desfrutar do parque aquático do clube: saunas, piscina aquecida, jacuzzis, experimentamos tudo o que tínhamos direito.

DSC02578DSC02590Saímos para um pequeno passeio nas imediações do hotel, aproveitando o cair da noite.

Fomos até o riverside da cidade, para sentir a agitação local. Todas as fotos do post são daquela região, que fica fervendo à noite!

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Acabamos jantando no Din Tai Fung do Shopping Raffles City, mas estava próximo ao horário de fechamento e a nossa garçonete era péssima: não falava inglês e ainda queria que efetuássemos o pagamento enquanto estávamos comendo.

E para o primeiro dia estava de bom tamanho. O dia seguinte prometia ser cheio…

Sudeste Asiático 2014 – Manila, Filipinas dia 9

10 fevereiro 2015

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No dia seguinte saímos outra vez a pé, desta vez para fora de Intramuros, submergindo um pouco no incrível caos da cidade.

Atravessamos avenidas e percorremos passagens subterrâneas até chegarmos ao Parque Rizal, local de encontro dos filipinos, com palcos para shows e um modestíssimo jardim japonês cuja entrada custou 10 php.

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Havia um jardim chinês (também pago, 10 php), que nos pareceu mais interessante, mas decidimos não entrar.

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Como era uma segunda feira, não havia muitas possibilidades turísticas, já que a maioria dos museus estava fechada, incluindo o bonito Museu Nacional do Povo Filipino (foto que abre o post).

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Preferimos então tomar um táxi até Taguig City, onde fica a Bonifacio High Street, a parte mais moderna da região metropolitana.

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Estamos falando de um empreendimento recente, com prédios futuristas, shopping centers e ruas de pedestres com inúmeros restaurantes charmosos, bem ao estilo da 3rd Street (mas não chega aos pés!) em Santa Monica. Perdoem o clichê, mas é verdadeiramente um oásis no meio do deserto, tranquilo e sofisticado, um contraponto absurdo à feiúra reinante em Manila.

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Ou quase…ao final da Bonifacio High Street fica o Market Market, um big shopping center de produtos “populares” com mochilas da North Fake, que estava apinhado!

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Arriscamos um almoço executivo em um restaurante italiano: salada caesar de entrada…

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…frango com legumes e penne ao funghi de prato principal – tudo por 550 php.

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Andamos mais um pouco e voltamos de táxi ate o hotel para tentar escapar do horário do rush. A volta foi um pouco menos demorada do que a ida, mas mesmo assim levamos quase uma hora no trajeto.

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Tentamos ver o por-do-sol do terraço do hotel, mas o tempo estava bem nublado.

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Também tentamos uma mesa externa no restaurante, mas a regra requeria um consumo mínimo absurdo. Como o calor era grande, preferimos mais uma vez nos acomodar no restaurante italiano para mais uma farra de massa e vinho!

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Último dia nas Filipinas, um país fascinante e maltratado, com um povo super simpático. O contraste entre a beleza e tranquilidade com sorrisos abundantes de Palawan e a magnitude e caos da capital é abismal.

Não me arrependo de ter ido a Manila, poderia com certeza ter ficado menos um dia, mas pelo menos conseguimos ter um retrato mais abrangente da cultura local.

O turismo é barato e a quantidade de ilhas enorme – estivemos bem perto, mas não conseguimos ver as belezas tão faladas de El Nido, ao norte de Palawan.

Acho que o país merece uma segunda visita, sim! Quem sabe?

Sudeste Asiático 2014 – Manila, Filipinas dias 7 e 8

6 fevereiro 2015

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No dia seguinte tomamos o café da manhã e zarpamos de van (cortesia do hotel) rumo ao Aeroporto para o voo até Manila. Fomos surpreendidos com a cobrança de uma taxa aeroportuária de 100 php para voos nacionais. Ainda bem que ainda tínhamos dinheiro local sobrando!

O voo da Cebu é bem animado, com trilha sonora moderninha e sorteio de brindes – acabei ganhando um.

A chegada em Manila foi pontual e nos recomendaram tomar um táxi ate o hotel. O primeiro contato com a cidade foi o pior possível: pobreza por toda parte, aliada a um transito caótico e o calor, davam a impressão do inferno na Terra!

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Levamos quase uma hora para fazer um percurso de menos de 10 km ate o Bayleaf de Intramuros, que parecia ser um oásis no meio de tanta sujeira e caos. Para piorar, o hotel não tinha piscina (fui enganado pela linda foto do terraço que fazia crer que havia uma) e nem isso pudemos aproveitar!

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Aqui vale um parênteses para você escolher bem o seu hotel quando vier: como qualquer metrópole, existe a cidade propriamente dita e a sua região metropolitana – veja ao lado.

Na cidade de Manila, confesso que é muito prático, turisticamente falando, ficar em Intramuros. Mesmo assim, venha preparado para o choque visual.

Os melhores e mais modernos hotéis, contudo, ficam na região metropolitana, principalmente nas cidades de Taguig ou Makati.

Ali você encontra maior variedade de restaurantes e comércio do que em Manila propriamente dita – mas quase sem atrativos culturais. Fica a seu critério.

Fecha parênteses…

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Almoçamos em um dos restaurantes do próprio hotel – escolhi um prato local que trazia folhas de taro cozidas no leite de coco com porco e camarão, bem interessante!

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Subimos ao terraço para uma vista da cidade. Não posso dizer que era linda porque este é um adjetivo que normalmente não se aplica a Manila, mas era bem abrangente, sim.

Fizemos um passeio de reconhecimento pelas redondezas, mas só conseguimos andar um pouco pelas muralhas até um certo ponto. Há inúmeras escolas ao lado do hotel e a população estudantil era maioria absoluta nas ruas, mesmo em um sábado.

Para o primeiro dia não nos sentimos a vontade para excursões mais distantes, por isso ficamos a maior parte do tempo no hotel mesmo.

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O café da manhã do hotel era o usual: arroz, legumes, sopas, peixe e outras comidas salgadas somavam mais da metade das ofertas. Ficávamos mesmo restritos ao pão de forma com manteiga e geléia e ovos nas suas mais diversas variações. De suco, só o de calamansi.

Depois de forrar o estômago fomos andar um pouco e encontramos uma Intramuros vazia naquela manhã de domingo. Pudemos tirar varias fotos sem a horda de adolescentes do dia anterior.

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Passamos pela Catedral de Manila. Desde sua inauguração, em 1571, já foi reconstruída inúmeras vezes após sofrer com os constantes terremotos,  incêndios, tufões e bombardeios que assolaram Manila.

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Depois andamos até o lindo Forte Santiago, em uma das pontas da cidade murada – este foi o primeiro estabelecimento espanhol em Manila.

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Deve ser o local mais procurado na cidade para as fotos de casamento!

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Neste forte ficou aprisionado um dos heróis da libertação filipina: o médico e poeta José Rizal, que, em 30 de dezembro de 1896, com apenas 31 anos, partiu daqui para ser fuzilado no que hoje vem a ser o Rizal Park.

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Percorrendo suas muralhas se consegue ver parte do Rio Pasig, que corta a cidade de leste a oeste.

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O forte (entrada a 30 php) é muito bem cuidado, e o museu dedicado ao herói nacional é bastante didático, com objetos, fotos e o último poema escrito por ele antes de morrer. E ainda tem o atrativo extra de possuir ar condicionado! Vale (muito) a visita.

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Ainda fomos a Igreja de San Agustin, linda!

Esta igreja é a mais antiga das Filipinas, erguida em 1556, e também destruída inúmeras vezes por terremotos. Em 1976 foi declarada Monumento Histórico pelo Governo e em 1993 incluída como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

DSC02495DSC02498Por sorte chegamos ao final da missa e pudemos admirar o seu interior, em forma de cruz latina, com 14 capelas laterais. Infelizmente, 5 minutos mais tarde a visitação foi encerrada e a igreja fechada.

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Tendo explorado as atrações de Intramuros, tomamos um táxi até o Ocean Park de Manila, um parque aquático travestido de shopping center popular e bastante limitado, mas adorado pela população local.

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Compramos um ingresso combinado por 550 php, que dava direito a ver 5 atrações (uma delas iríamos fatalmente perder: o espetáculo de luzes só ocorreria no final da tarde e não pretendíamos ficar tanto tempo no local)

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Uma das atrações era o pavilhão das águas-vivas, bem modesto, mas com ótima trilha sonora: durante todo o período em que estivemos lá estava tocando o Canon de Pachelbel em loop!

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Fomos ao aquário propriamente dito, um pouco melhor, inclusive com espécimes amazônicos como o enorme pirarucu. Claro que as espécies mais populares eram aquelas retratadas em “Procurando Nemo”, como o peixe-palhaço abaixo.

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Também marcamos presença no “Encontro com arraias e tubarões“, mas parece que estes últimos estavam em greve, pois só conseguimos tocar as arraias!

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Depois de muito andar e passar sempre pelos mesmos lugares e ser constantemente assediados pelos mesmos vendedores, tentando nos empurrar alguma baboseira pseudo tecnológica, enchemos o saco e resolvemos sair dali.

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Tomamos um táxi até o Mall of Asia, um dos maiores shopping centers do sudeste asiático. Um experimento sociológico, digamos assim…

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No caminho passamos por alguns prédios com uma arquitetura mais moderna… Acho que esse aí embaixo é um Centro de Convenções, mas não tenho certeza.

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O shopping é realmente gigantesco e estava lotado neste domingo. Era interessante notar a quantidade de gente que fica sentada, apreciando o desfile de pedestres.

Este parece ser o principal atrativo do shopping, juntamente com o ar condicionado gratuito. Não havia quase ninguém com sacolas de compras!

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O local é grande o suficiente para ter um rinque de patinação no gelo, que deve ser a maior novidade nas Filipinas!

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Uma feirinha de alimentos nos chamou a atenção, com produtos feitos artesanalmente, como cupcakes, biscoitos e bolos.

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Almoçamos uma pizza, andamos mais um pouco e nos entediamos rapidinho… Afinal, era apenas mais um daqueles mega malls que os brasileiros conhecem muito bem!

Antes de ir, decidi provar a sobremesa nacional das Filipinas: o visualmente impactante e carnavalesco Halo Halo (foto ao lado).

Vou tentar descrever os ingredientes: frutas, leite em pó, coco, tapioca, gelatina, gelo raspado, pudim de arroz, cerejas, feijões(!) e uma bola de sorvete roxa por cima (praticamente a única coisa boa do conjunto)!

Não podia dar certo esta mistura, né? As raspas de gelo são totalmente incômodas e fazem o “samba” atravessar. Veredito final: Fantasia 10, Harmonia 0!

Voltamos para o hotel e mais tarde jantamos uma ótima massa acompanhada de vinho no lindo restaurante italiano Raffaele, que ficava no terceiro andar.

Os pãezinhos de entrada estavam sensacionais, quentinhos e regados a uma mistura de balsâmico e azeite de oliva.

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O spaghetti carbonara também estava bem saboroso, com pedaços bem suculentos de bacon. O vinho, italiano, casou muito bem com a refeição.

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E assim terminou o longo dia…

Sudeste Asiático 2014 – Palawan, Filipinas dia 6

1 fevereiro 2015

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No dia seguinte reservamos no próprio hotel o passeio a Baia de Honda por 1350 php, com almoço incluído. Esta baia tomou o nome emprestado da palavra espanhola hondo, que significa “fundo”.

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Depois do café da manhã, estávamos partindo. Desta vez o trajeto por terra foi bem menor e sem muitas paradas para outros passageiros. Antes das 8h30 já estávamos dentro do barco zarpando para Pandan Island, uma das mais famosas ilhas do local, em uma viagem rápida e tranquila, de 20 minutos, no máximo.

Lá pudemos utilizar o snorkel e sapatos que alugamos no meio do caminho por 150 php cada (os mesmos que se pode encontrar no próprio porto por 50 php a menos). Fica a seu critério!

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A agua estava cristalina e a visibilidade era muito boa. A existência de corais próximo à costa faz com que se veja uma grande variedade de animais marinhos: peixes de várias cores, incluindo o tão amado peixe palhaço, nos rodeavam sem medo.

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Vi um solitário peixe agulha de quase 1 metro – depois vim a saber que corri o risco de ser perfurado por ele (parece que, atraído por uma luz forte, ele se lança sobre a água até a fonte de luz, podendo terminar preso na barriga de um incauto).

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A estrutura na praia era boa e o grupo de 6 pessoas, mais o guia, ficou alojado em uma simpática cabana. Nossos companheiros aproveitaram para pedir peixe frito, caranguejos e camarões, tudo a preço de banana.

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Por falar nisso, comemos aqui um delicioso doce folheado de banana, que explica o verdadeiro sentido da expressão anterior – custou o equivalente a 25 centavos de real.

E assim as horas se passavam, entre os mergulhos, as conversas com nossos companheiros de excursão e a contemplação do lindo panorama praiano. Dolce vita, indeed! E pensar que estávamos do outro lado do mundo…

Normalmente os passeios incluem 3 ilhas, mas o grupo preferiu passar mais tempo em Pandan (que parece mesmo ser a melhor do arquipélago) do que ficar pulando de ilha em ilha.

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Achei que foi uma escolha acertada!

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Após os mergulhos, a próxima ilha nos aguardava, em um percurso de 25 minutos, meio instável por conta do vento constante.

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Cowrie Island é um pouco menor que a ilha anterior, com águas mais turvas, não sendo muito recomendável para a prática de snorkel. A temperatura da água, contudo, era um convite para ficar de molho.

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Aqui fica o restaurante buffet que, mais uma vez, apresentou uma comida simples mas saborosa, especialmente o frango empanado e um vegetal verde crocante cujo nome não me lembro.

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Ainda ficamos um tempo lagarteando na praia, e eventualmente nos refrescando, antes de tomar o barco de volta.

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Chegamos ao hotel antes das 17h, a tempo de pegar um pouco de sol e tomar uma margarita na piscina (eu sei, não estamos no México, mas estava com saudades!).

Infelizmente nossa atividade seguinte teve que ser abortada pois os horários de massagem estavam todos ocupados. Não nos restou outra opção senão irmos jantar um pouco mais cedo.

Escolhemos um restaurante italiano bem recomendado no Trip AdvisorLa Tana de la Libelula. Ficava próximo ao hotel, por isso resolvemos ir a pé mesmo.

O casal de proprietários genuinamente italianos, Nick e Lisa, resolveram se estabelecer aqui depois de uma visita turística e por conta da crise em seu país. Vocês já devem ter ouvido esta história antes, né? Aparentemente está dando certo, pois uma extensão do restaurante já está sendo providenciada…

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Infelizmente a experiência gastronômica não foi tão boa quanto o papo: comemos um spaghetti carbonara mediano, assim como o vinho tinto, sem nenhum atrativo. E saímos frustrados e sem sobremesa, pois o tão falado tiramisú da casa havia acabado!

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