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Sudeste Asiático 2014 – Tailândia – Bangkok dias 19 e 20

26 março 2015

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Bangkok é uma cidade fascinante. Acho que sempre vou querer passar por aqui quando estiver no Sudeste Asiático. Como a cidade é um dos hubs da região, juntamente com Kuala Lumpur e Cingapura,  isso não será tão difícil, felizmente.

Programamos dois dias neste metrópole, retrato quase fiel saído da imaginação do Philip K. Dick (que escreveu o livro que deu origem ao filme Blade Runner): caótica, perfumada, quente e futurista.

Chegamos pelo Aeroporto de Don Mueang, um pouco mais próximo da cidade do que o Suvarnabhumi.

Escolhemos um hotel mais próximo ao Chao Praya. Sua localização era imbatível, já que ficava em frente à  estação Surasak do Sky Train, um dos melhores meios de locomoção da cidade.

DSC03098 DSC03099Além da localização, o hotel conta com quartos espaçosos, uma piscina alucinante no 21° andar, alguns restaurantes e preços fantásticos para um 5 estrelas : um quarto duplo saiu a pouco menos de US$ 100 a diária, pela cotação vigente na época.

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Desta vez não utilizamos muito o Sky Train já que, com duas pessoas, andar de táxi faz mais sentido. Tente apenas evitar os horários de pico, quando o trânsito fica ainda mais caótico.

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Chegamos com fome e, depois de tomar o Sky Train para a região de Siam Square, entramos no shopping Siam Paragon até encontrar um grande supermercado com uma área de alimentação, onde se podia montar sua salada a quilo, com diversos e saborosos ingredientes.

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Fizemos nossos pratos e escolhemos um suco de lichia e voilá: um almoço rápido, saudável e barato estava pronto!

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Depois caminhamos em direção à casa do Jim Thompson, mas informações desencontradas nos levaram a errar o caminho, o suficiente para encontrarmos o local fechado no fim da tarde.

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Voltamos para o hotel para descansar um pouco das andanças. Tomamos o Sky Train e descemos na porta do hotel.

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Desta vez não fomos tão longe, pois paramos logo ao lado do hotel para checar o restaurante Blue Elephant.

Demos uma olhada no cardápio e gostamos bastante, mas estávamos de bermuda, roupa não muito adequada ao formalismo do local. Não tivemos problema: prontamente nos emprestaram alguns saris para que pudéssemos curtir o jantar.

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E que jantar: apesar da comida estar com nível de pimenta acima do esperado, estava tudo delicioso. Os preços eram um pouco mais altos em se tratando de Bangkok, mas considerando-se a qualidade da comida, estavam bem camaradas.

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No dia seguinte partimos para os passeios: primeira parada foi no Vimanmek Palace, a maior construção de teca no mundo, que fica no Parque Dusit.

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Já havia visitado este local quando estive aqui pela primeira vez (veja o relato neste post).

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O palácio foi residência do Rei Rama X no começo do século 20 e ainda podem ser vistos diversos objetos pessoais da realeza.

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Continuo achando um recanto bem tranquilo da cidade e uma atração imperdível, ainda mais se considerarmos que você vai visitar o Wat Phra Kaeo/Grand Palace e o ingresso já inclui a Vimanmek Palace como bônus.

DSC03130 DSC03134Deve ser respeitado o dress code, que proíbe bermudas muito curtas ou blusas muito decotadas. Caso você se encaixe em um destes casos (como nós, que estávamos de bermuda, no calor senegalês de Bangkok), há sarongs e t-shirts para venda.

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O Vimanmek fica aberto todos os dias (exceto segundas) das 9h às 15h15, com ingresso a 100 baht (equivalente a US$ 4, no câmbio da época) para estrangeiros e quem não possui o ingresso do Wat Phra Kaeo, lógico.

Continuando por aquela área, tomamos um táxi até o Loha Prasat, um dos mais notáveis templos da cidade, com sua arquitetura única.

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O Rei Nangklao (Rama III) começou a construir o Loha Prasat em 1846, inspirado em um templo de Sri Lanka, porém só recentemente foi finalizado. O templo fica rodeado por outro chamado Wat Ratchanaddaram.

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Possui 37 espirais de metal (daí ser conhecido também como “Castelo de Metal”), cada uma representando uma das virtudes para alcançar o iluminamento.

Das 3 construções deste tipo, esta é a única que ainda sobrevive no planeta.

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Logo depois andamos até o Wat Saket, mais conhecido como o Monte Dourado ou ‘Phu Khao Thong’.

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Sua origem remonta ao período de Ayutthaya (entre 1350 e 1767) e sofreu restaurações durante o reinado de Rama I, no século 18.

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Fica em uma colina artificial em cujo topo um enorme chedi dourado. Um chedi, ou stupa, é uma estrutura hemisférica cujo interior contém relíquias budistas, normalmente as cinzas de monges budistas, e utilizado como local de meditação.

A subida ao topo é feita por uma escada que circunda o monte e tem 300 degraus de poucos centímetros de altura, fazendo com que se dê vários passos pequenos.

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Durante o século 18, Wat Saket foi utilizado como crematório para cerca de 60 mil vítimas da praga.

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Continuando com os passeios, desta vez escolhemos um tuk tuk como transporte e, como sempre, foi muito divertido, embora este tipo de locomoção seja bem mais caro do que o táxi, mesmo  após a pechincha.

Vale pela experiência!

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Fomos deixados na Khao San Road a ruela ícone dos mochileiros e adoradores de bugigangas anônimos. Eu acho a rua a cara da cidade e sempre me divirto bastante com a clientela local e estrangeiros.

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Os aromas e quantidade de barraquinhas vendendo comida na rua são um atrativo para quem está com fome.

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Fizemos uma das massagens mais baratas da viagem e acabamos almoçando por aqui mesmo (mas preferimos comer indoors).

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Voltamos pra o hotel no trânsito infernal da cidade e aproveitamos um pouco da piscina antes de sair para o próximo passeio.

Fizemos uma visita ao Asiatique, um complexo de entretenimento à beira do Chao Praya, com diversas lojas, restaurantes, música ao vivo e até uma roda gigante.

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O local era a sede do antigo pier da East Asiatic Company, dedicado ao comércio de teca.

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O complexo foi inaugurado em maio de 2012, portanto depois da minha primeira visita à cidade. Sem dúvida já se tornou um dos locais mais agradáveis para um passeio, conjugando comprinhas e comidas

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Jantamos no restaurante italiano Capri – escolhemos um prato de frios para entrada…

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…e uma massa com cogumelos e foie gras para arrematar.

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Assim terminou mais um dia nesta cidade fantástica e de altíssimo astral. Nem a bagunça na fila do táxi conseguiu nos tirar do sério – apenas andamos mais à frente e pegamos um táxi que nos cobrou a tarifa normal sem a taxa extra por estar no Asiatique.

Sudeste Asiático 2014 – Siem Reap, Camboja dias 17 e 18, ida a Angkor

22 março 2015

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O voo da Jetstar saiu um pouco atrasado de Cingapura, mas as 2h25 passaram bastante rápido. Como estávamos sentados nas primeiras filas, pudemos sair rapidamente e preencher os formulários do visto antes dos outros passageiros do voo. Dica preciosa!

O visto de turismo tem preço de US$ 30 e vale para 30 dias – o processo todo é bem engraçado, pois seu passaporte vai passando na mão de vários oficiais cambojanos até finalmente ser entregue de volta.

Saímos do pequeno mas arrumadinho aeroporto e fomos direto contratar um táxi ate o hotel. Como aqui as coisas são tratadas diretamente em dólares, não há necessidade de sacar moeda local nos ATMs. Conseguimos táxi a US$ 7 e chegamos lentamente ao hotel cerca de 20 minutos depois.

À primeira vista o Khmer Mansion Boutique Hotel parecia agradável, mas aos poucos fomos descobrindo coisas que nos deixaram desapontados. Nosso quarto era no terceiro andar, sem elevador. Havia um cheiro desagradável no banheiro, que também não possuía cortina que fechasse completamente a área do chuveiro.

Do lado esquerdo havia uma obra que começava a martelar às 7 da manhã. Do outro lado, um bar com música ao vivo que terminava após as 23h! Nossa primeira impressão de Siem Reap não foi das melhores. Pelo menos não podemos reclamar da localização: ficamos bem próximos da Pub Street!

Para culminar resolvemos contratar, no hotel, transporte para ver o por do sol em Angkor e fomos informados de que deveríamos ir de tuk tuk pois o táxi demoraria um pouco para chegar ao hotel.

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Pagamos US$ 7 pelo tuk tuk mais lento da face da Terra, que era ultrapassado pela bicicleta mais lerda. resultado: chegamos 2 minutos após fecharem o acesso ao morro de onde veríamos o por do sol, já que ainda tivemos que parar no meio do caminho para comprar o passe para os templos (compramos para um dia, por US$ 20, que dava direito ao por do sol desse dia até o dia seguinte).

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Voltamos frustrados e aborrecidos ao hotel e reclamamos sobre o ocorrido. A partir daí, fomos tratados como reis, com milhões de pedidos de desculpas, ofertas de drinks gratuitos, transporte grátis para ver o por do sol no dia seguinte e mimos diversos.

No dia seguinte saímos bem cedo para ver o nascer do sol em Angkor Wat, um dos programas mais disputados do local. Desta vez conseguimos chegar a tempo, apesar de termos achado que seria um repeteco do dia anterior, já que o nosso motorista chegou 15 minutos atrasado.

Na chegada, conseguimos um lugar imprensado no meio da horda de turistas que nos garantiria fotos sem obstáculos à frente.

E, justiça seja feita, é mesmo um espetáculo ver o sol nascer por trás do templo. Inúmeras fotos não dão a noção exata do que se trata, mas vejam que belezura!

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O café da manhã era muito bom, a la carte. Pedimos a opção americana, com pães, ovos mexidos, bacon, salsicha, tomate, frutas, suco e café.

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Nem deu tempo de descansar após o café – em poucos minutos o nosso guia chegou no hotel e logo depois saímos em um carro confortável, com ar condicionado e água gelada para explorarmos os templos.

O complexo de Angkor é gigantesco, com centenas de templos. Além de Angkor Wat, os templos mais visitados são Angkor Thom e o Ta Prohm (veja o mapa abaixo).

O que resta hoje é apenas a ponta do iceberg de um império que se estendia de Myanmar ao Vietnam.

Assim como aconteceu com outros templos do sudeste asiático, ficou esquecido por algum tempo até que, no início do Século 20, um grupo de arqueologistas franceses iniciou  um árduo e demorado trabalho de recuperação, com ênfase na remoção da vegetação que estava destruindo os templos. Fizeram um excelente trabalho!

Hoje em dia, vários países financiam projetos de restauração, cada um cuidando de uma parte específica do complexo.

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O Rei Jayavarman II, que estabeleceu as bases do Império Khmer, unificou os dois estados que hoje formam o Cambodia no início do Século 9. O seu filho, chamado Yashovarman, estabeleceu a cidade de Yashodapura, mais tarde chamada de Angkor, ao norte do Tonle Sap (Grande Lago). Angkor permaneceu capital do Império até o século 15.

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Começamos nosso passeio visitando Angkor Thom, obra do Rei Jayavarman VII.

Entramos por um de seus cinco majestosos portões. Em cada um deles, há 54 estátuas de deuses à esquerda e o mesmo número de representações de demônios à direita do corredor de acesso. O número 108 era auspicioso para os budistas.

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O nosso guia era esforçado e nos acompanhava a todos os lugares, mas seu inglês era incompreensível, o que prejudicou bastante o entendimento das histórias e detalhes dos monumentos.

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Um dos principais destaques é o templo conhecido como Bayon, que se situa exatamente no centro desta cidade (Angkor Thom significa Grande Cidade em sânscrito), que, nos seus tempos áureos, chegou a ter um milhão de habitantes!

A sua posição central indicaria a interseção do Céu e da Terra, de acordo com a cosmologia hindu.

Existem vários murais com esculturas em baixo relevo, impressionantes.

Outra de suas características são as enigmáticas e sorridentes representações de Avalokiteshvara, um bodhisattva (“ser iluminado”) que incorpora a compaixão de todos os Budas.

DSC03015 DSC03019Passear no lombo de um elefante também pode ser uma atividade a ser feita no local. Não posso recomendar porque não fizemos.

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O local estava apinhado de turistas, tornando difícil conseguir uma foto apenas das construções.

DSC03035 DSC03047Saindo de Bayon, encontramos uma grande estátua de Buda e acompanhamos um pouco o ritual dos fiéis.

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Saindo de lá, visitamos outro templo, chamado Baphuon.

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Este templo estava sob um projeto de restauração quando os arqueologistas responsáveis foram expulsos pelo Khmer Rouge, durante a Guerra Civil em 1972, o que destruiu grande parte do trabalho de reconstrução até aquele instante. Não por acaso, hoje é aqui onde os esforços de restauração estão concentrados.

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DSC03065 DSC03069Similarmente a Angkor Wat, este templo é uma representação piramidal do Monte Meru (a moradia dos devas, de acordo com o budismo, deva sendo um dos mais poderosos seres não-humanos).

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Medindo 120 por 100 metros em sua base, este templo foi dedicado à deusa Shiva.

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A última visita da manhã foi em Ta Prohm, um dos mais pitorescos dos templo em Angkor. Tanto que já foi objeto de filmagens diversas, a mais conhecida do filme Tomb Raider, com Angelina Jolie.

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Normalmente é o local mais apinhado de turistas, não sem razão: no meio de densa vegetação, com várias e enormes árvores cujas raízes penetram as inúmeras construções, tem uma aura de mistério e é incrivelmente fotogênico.

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O que pode parecer um desleixo dos arqueologistas na verdade é proposital. A intenção aqui é realmente deixar o local do jeito que foi encontrado, exibindo uma relação simbiótica entre a natureza e as construções.

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Pausa para o almoço, em um dos restaurantes do complexo. Escolhemos um amok shrimp, uma variação bem gostosa do amok fish, o prato mais incensado aqui no Cambodia.

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Depois do almoço, chegou a hora de visitar a cereja do bolo: Angkor Wat.

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Construído entre os séculos 9 e 13, Angkor Wat se tornou o maior templo religioso do mundo, exemplo maior da arte Khmer, com claras influências da arquitetura indiana, mas que evoluiu intensamente e incorporou características de outras culturas.

É também o mais bem preservado dentre todos os templos do complexo.

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O responsável pela construção de Angkor Wat foi o Rei Suryavarman II, que reinou entre 1103 e 1145. Ele dedicou o templo ao Deus Vishnu.

DSC03093 DSC03094 Entra-se em Angkor Wat normalmente  através de  um corredor de 12 metros de largura por 250 metros de comprimento, ladeado por um fosso  com um perímetro de 5,5 quilômetros.

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O templo também foi construído seguindo a representação do mítico Monte Meru, por isso o fosso, a forma de pirâmide e as cinco torres, tendo a maior 65 metros de altura.

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Aqui foi onde senti mais falta de um bom guia para compreender a estória por trás dos incríveis baixo-relevos, principalmente o conhecido como The Churning of the Ocean of Milk, que relata a epopeia dos deuses e demônios que escavaram o oceano para produzir o elixir da imortalidade. Poético, não?

Inicialmente um templo hindu, foi convertido em um templo budista no século 14, por isso se vê algumas estátuas de Buda.

Sua construção utilizou blocos de arenito retirados de uma colina cerca de 30 km ao norte do local, provavelmente transportados através de canais.

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Sem dúvida é o mais impactante templo do complexo e que merece ser visitado logo pela manhã, com menor afluxo de turistas.

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Você sabia que todo o complexo pode ser explorado através do Google Street View? Claro que não se compara com a visita in loco, mas não deixa de ser uma experiência fascinante.

Extenuados, voltamos para o hotel para aproveitar um pouco a piscina e finalmente tomar aquele drink de cortesia.

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À noite, o passatempo principal dos turistas é fazer o desfile na Pub Street e em suas vielas transversais e becos coloridos. Repleta de restaurantes, bares e lojas vendendo produtos de procedência duvidosa, é uma versão anabolizada da Khao San Road em Bangkok.

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Já havíamos tido esta experiência sensorial na primeira noite em Siem Reap para o jantar.

Gostamos tanto da ida ao restaurante Il Forno que repetimos na noite seguinte.

Situado em um dos becos e comandado por um italiano legítimo e falante e , a comida e o atendimento são acima do esperado, isso sem falar nos preços absurdamente baratos.

Antes do jantar, aproveitamos as incríveis ofertas da happy hour da Pub Street e tomamos alguns drinks por apenas US$2 cada – foi um festival de piña coladas e margaritas que nos deixou calibrados para o jantar.

Como aperitivo, umas deliciosas bruschetas, dentre as quais se destacava a de presunto de parma.

 

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Para prato principal, nada como una vera pasta carbonara, com um delicioso e cremoso molho e pedaços de bacon na medida certa.

Tudo isso acompanhado de um vinho italiano mediano, mas que cumpriu sua função.

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Depois ainda tivemos tempo para nos aventurarmos nos vários quiosques com produtos baratinhos. Acabei comprando uma mochila da North Fake por um preço justo :-)

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Siem Reap (que significa, “vitória sobre o Siam” – antigo nome da Tailândia) é uma cidade adorável: de dia o mergulho na história fantástica do Império Khmer e à noite o alto astral e agitação da Pub Street.

A cidade e a região merecem bem mais do que os parcos dois dias que dedicamos a explorá-la. Foi o principal arrependimento da viagem. Não cometam o mesmo erro!

Sudeste Asiático 2014 – Cingapura dia 16

11 março 2015

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No dia seguinte,aproveitamos o sol para tirar fotos diferentes da piscina do Marina Bay e descemos para começar nossa caminhada até Little India.

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Saindo pela Bayfront Avenue, chegamos ao bonito desenho do ArtScience Museum, um lindo lugar para fotos panorâmicas da cidade.

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De lá também temos a melhor visão do Marina Bay Sands.

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Grande parte do skyline da cidade pode ser admirado deste local.

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Seguimos pela Beach Road até Esplanade e depois de um rápido café no Mc Donalds, continuamos andando até chegar ao lendário hotel Raffles.

DSC02826DSC02822Sede dos militares britânicos durante a segunda guerra mundial, aqui foi inventado o famoso drink Singapore Sling, feito com gin, grenadine e cherry brandy.

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Claro que o bar não estava aberto a esta hora da manhã, portanto não pudemos prová-lo.

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Continuamos pela North Bridge Road, seguindo na direção norte, passando por belos edifícios e paramos em Little Arab, onde encontramos a modesta Mesquita do Sultão e umas poucas lojas de souvenirs.

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Esta Mesquita foi construida em 1824, com dinheiro doado pelo fundador da cidade, Sir Stamford Raffles (sim, o mesmo do hotel), para o Sultão Hussain Shah.

A forma atual, contudo, vem de uma restauração feita em 1932.

Desde então vem sendo o ponto de encontro da comunidade muçulmana neste bairro de Kampong Glam.

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Viramos à oeste, na direção de Little India. É fácil saber quando estamos lá, pela quantidade de casas coloridas e pelo aroma inconfundível.

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Nem só de casas coloridas vive o bairro – também há prédios inteiros com cores vivas!

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Passamos pela linda Mesquita Abdul Gafoor, na foto à esquerda e na que abre este post. O que mais chama a atenção nesta construção datada de 1907 e reformada em 2003, são os seus elaborados minaretes.

Logo encontramos o Templo Sri Veeramalakian, um dos mais antigos da cidade, construído pelos primeiros trabalhadores bengaleses a migrarem para Cingapura em 1881. Logo se tornou o foco das atividades culturais e religiosas de Little India.

Naquele instante estava acontecendo uma cerimônia de lavagem das estátuas, com muitos cânticos e rituais de adoração.

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Este templo é dedicado à deusa Kali e à Parvati, esposa de Shiva. Abaixo vejam o detalhe da torre principal (chamada Rajagopuram), uma das mais bonitas que já vi.

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Ainda visitamos outro templo, este menor e mais modesto: o Sri Srinivasa Perimal, na mesma Serangoon Road. Depois tomamos o metrô até Chinatown, emergindo justamente onde fica o epicentro das lojas baratas de lembrancinhas.

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Compramos alguns presentes e visitamos rapidamente o Templo Sri Mariamman (foto abaixo), que agora cobra para a entrada de câmeras.

Sorte que o exterior é bem mais interessante…

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…e meu favorito, o Templo Buddha Relic Tooth, também na New Bridge Road. Desta vez, infelizmente, não havia cerimônia quando entramos.

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Este templo impressiona pela sua tranquilidade e decoração em tons de vermelho e dourado. Na minha primeira visita a Cingapura, esta visita foi a que mais me impactou, principalmente pela oportunidade que tive de assistir uma cerimônia budista.

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Também impressiona o seu acervo, com um andar devotado a explicar o nascimento do budismo, jardins no terraço e inúmeras estátuas douradas de Buda.

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Andamos mais um pouco e em cada canto achávamos um ponto para fotos nesta cidade imaculadamente limpa.

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Demos uma rápida passada no pequeno Templo Thian Hock Keng, que é um dos mais antigos e importantes da cidade, tendo sido fundado em 1842.

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Depois de muito andar, voltamos de MTR até o hotel para aproveitar o resto da tarde na piscina, neste nosso último dia na cidade.

Cingapura continua um destino fantástico, perfeito para uma pausa entre viagens, digamos, mais exóticas. Se você aproveitar para incluir uma estada no Marina Bay, então, fica perfeito!

Sudeste Asiático 2014 – Cingapura dia 15, Marina Bay Sands

7 março 2015

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No dia seguinte acordamos bem cedo para pegar nosso voo até Cingapura.

Lembrando que, assim como nas Filipinas, há uma taxa a ser paga no Aeroporto, portanto guarde 100.000 idr. Ou pague a taxa em dólares (US$ 11), sabendo que, com o câmbio desfavorável no Aeroporto, o valor ficará mais alto.

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Voamos outra vez de Air Asia, que foi pontual e eficiente. Mal sabíamos que dias depois haveria aquela tragédia em outro voo saindo da Indonésia para Cingapura!

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Desta vez, reservamos apenas um sanduíche, já que voamos no início da manhã. Nada a declarar sobre ele!

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Chegamos em Cingapura pouco depois das 11h e tomamos o MRT para Bayfront, estação que fica em frente ao Marina Bay Sands. A viagem foi planejada para que tivéssemos estes dias de descanso no hotel, usufruindo o máximo possível do complexo de lazer e da vista incomparável. Considero que foi um autopresente de Natal adiantado!

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Acima veja o detalhe de uma das três torres…

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…uma visão mais completa…

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…e finalmente o hotel em sua plenitude, com o lindo Museu de Ciências à direita da foto.

Ficamos hospedados no 7º andar, uma decepção se contarmos que o hotel tem 55 andares. Pelo menos a vista do quarto era linda: podíamos ter uma visão completa do Gardens by the Bay.

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A primeira coisa a fazer foi colocar o calção de banho e ir para a famosa e estonteante piscina no ultimo andar, mesmo que o tempo não ajudasse muito.

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A área da piscina estava cheia de pessoas que aproveitavam para tirar o maior numero possível de fotos. Não as recrimino: a vista de lá é uma das coisas mais espetaculares que já havia visto, um verdadeiro ímã do qual fica muito difícil se desvencilhar.

Vejam se não estou falando a verdade!

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Descemos para comer no Marina Shoppes, um dos mais luxuosos malls da cidade, mas que possui um food court com diversas ofertas de comidas do sudeste asiático.

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Experimentei no restaurante Rasapura um okonomiyaki vegetariano que estava meio sem sal…

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De volta ao hotel, não pude resistir à vista do terraço, mostrando toda a cidade, magnífica, especialmente à noite.

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Abaixo vemos a Singapore Flyer, inaugurada em fevereiro de 2008, portanto bem depois da London Eye. No entanto, o exemplar de Cingapura ganha em altura (165 m contra 135 m).

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Para quem pensa que este luxo está bem distante dos seus sonhos, saiba que não é bem assim. A diária mais barata, que dá acesso à piscina, sauna e sala de ginástica, mas sem café da manhã, sai por US$295, se for feita com antecedência – mais barata do que uma diária em um resort brasileiro nos feriados nacionais.

E ele nem de longe é o hotel mais caro de Cingapura! Não consigo pensar, contudo, em melhor custo benefício na cidade…

Sudeste Asiático 2014 – Indonésia – Jogjakarta dia 14

2 março 2015

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No dia seguinte fomos andando visitar o Palácio do Sultão, na área conhecida como Kraton.

Passamos pela principal artéria da cidade, chamada Malioboro, com suas lojas diversas e vários quiosques vendendo toda sorte de badulaques. Prato cheio para quem adora uma pechincha!

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No meio da avenida encontrei esta singela homenagem ao Scrat, do filme A Era do Gelo. Entenderam a conexão? Nem eu…

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Breve parênteses para explicar a historia de Jogjakarta: esta região formava o poderoso Reino de Mataram, que foi dividido em dois em 1755, criando-se os Sultanatos de Jogjakarta e de Surakarta. Este último não possui atualmente a denominação de Sultanato e, hoje, a cidade é conhecida como Solo. Neste período iniciou-se a construção do Kraton pelo Príncipe Mangkubumi.

A participação de Jogjakarta foi fundamental durante o período da luta pela Independência, entre 1945 e 1949, inclusive tendo se tornado capital do país por 2 anos, depois da conquista de Jakarta pelos holandeses. Por conta deste apoio, a cidade recebeu o título de Região Administrativa Especial, tornando-se a única do país a ser governada por um monarca.

Fecha parênteses…

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O Palácio foi finalizado em 1790 no modelo arquitetônico tradicional da ilha de Java. Cada edifício traduz a visão que os javaneses tem sobre o mundo. A frente do complexo fica voltado para o Monte Merapi, um dos vulcões mais ativos da Indonésia. A parte de trás está voltada para o Oceano Índico.

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Não há um palácio propriamente dito e sim uma série de pequenas construções abrigando vestimentas, mobiliário e inúmeros objetos relacionados com a história da cidade.

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Este Palácio ainda é utilizado hoje como residência do Sultão Hamengku Buwono X , além de ser o local para as cerimônias e eventos culturais da Corte.

DSC02710DSC02712Fica aberto todos os dias das 8h às 14h. A entrada custa 12.500 IDR mais 1.000 IDR para a câmera.

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O rapaz aí embaixo sofreu um assédio considerável pelos locais. A quantidade de fotos tiradas com ele nos fez pensar que se tratava de alguma celebridade. Aliás isso parece ser muito comum por aqui, nós mesmos fomos parados diversas vezes em Borobudur para que tirassem fotos conosco.

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Depois andamos até o Water Palace, erguido para servir de residência de verão para o sultão, um palácio também muito simples e até um pouco mal cuidado.

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Antigamente o Sultão escolhia as suas concubinas observando as mulheres que se banhavam nas piscinas do Palácio.

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Dizem que o Sultão é benquisto justamente por não ostentar, o que faz bastante sentido, observando as suas residências, todas sem muito luxo.

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Visitas podem ser feitas todos os dias, das 8h às 14hs, com entrada a  7.000 IDR, mais 1.000 IDR para a câmera.

Por este motivo, sugiro que você faça o passeio conjugado (Kraton + Water Palace) logo pela manhã.

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Saímos um pouco da área do Water Palace para pesquisar as ruelas locais e ter um pouco de noção da rotina dos habitantes – a maioria dos que vivem nas redondezas, se ocupam da pintura e do batik, produto nacional de exportação da Indonésia.

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Estava um calor grande e a chuva se aproximava, portanto era hora de voltar para o hotel e aproveitar um pouco a piscina antes do toró de fim de tarde.

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Para a última noite, reservamos no hotel nossos ingressos para o espetáculo do balé típico de Jogja, o Ramayana.

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Antes, acabamos fazendo uma boquinha no próprio hotel, no clube do 6o. andar – sanduíches, frango empanado com molho tártaro e uma especialidade indonésia chamada bakwan jagung, um tipo de fritada de milho.

Pela módica quantia de 65.000 IDR vale a pena para um lanche no final da tarde, ou mesmo como um jantar leve.

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Esse balé é habitualmente encenado em 2 lugares: em um teatro na cidade e em Prambanan. Se você tiver a chance, não perca a oportunidade de ver em Prambanan. Como estávamos na época de chuvas, o evento é transferido para um teatro e perde-se um pouco a magia de ver a história contada dentro do templo.

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O táxi ate o teatro deu pouco mais de 10.000 IDR, mas o motorista tinha um cartaz afixado que dizia que o valor mínimo a ser cobrado era 20.000 IDR. Acho até que o cartaz era verdadeiro, mas achamos estranho que nenhum outro táxi tenha utilizado esta regra até aquele momento. Na dúvida, não pagamos…

A história do balé versa sobre o amor de Rama e Sinta e é cheia de personagens com superpoderes, homens macaco, vilões implacáveis e uma boa dose de realismo fantástico. Dura cerca de 1h30 e, contrariando a minha expectativa e o assento sem encosto, não cansa nem um pouco. Vale a pena assistir!

Pagamos 250.000 IDR pelo ingresso ao espetáculo, mas havia um pacote a 350.000 IDR incluindo o jantar, antes do evento. Como chegamos mais cedo, pudemos dar uma olhada no buffet e parece valer a pena. Há várias opções de comidas típicas e algumas variedades ocidentais, e o preço inclui as sobremesas.

E assim terminou nossa passagem pela Indonésia.

Sudeste Asiático 2014 – Indonésia – Jogjakarta dias 12 e 13 – Prambanam e Borobudur

28 fevereiro 2015

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Na manha seguinte, saímos depois do café para o Aeroporto de Changi, para embarcar no voo da Air Asia até Jogjakarta.

Assim como na Cebu Air, havíamos reservado comida: neste caso escolhemos um macarrão com frango a bolonhesa, que estava acima da média quando se pensa em comidas de avião.

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A chegada ao minúsculo aeroporto de Jogja, como a cidade é carinhosamente chamada pelos locais, foi bem confusa. Não havia muito espaço para a formação de filas para pagamento da taxa de visto (que aumentou recentemente de US$25 para US$35) e apenas 4 atendentes na imigração, ou seja, demoramos quase uma hora para sair do aeroporto.

Os caixas automáticos ficavam do lado de fora do aeroporto e até chegarmos lá fomos assediados com várias ofertas de táxi e pude começar a exercitar a negociação enquanto andava. O que começou com 120 mil IDR caiu rapidamente para 60 mil IDR (US$ 1 valia cerca de 12.500 IDR em novembro de 2015), preço que acabamos fechando! Barganhar ou morrer!

Nosso motorista Doni tinha um carro novinho e super confortável. Ele nos deu seu cartão e os preços para visitarmos Borobudur e Prambanan. Ao chegar no hotel, verificamos que os 450 mil IDR pedidos por ele pelo transporte para o dia inteiro era um valor bem inferior ao que o hotel ou a agência de turismo cobravam.

Marcamos com ele para a manhã seguinte e fomos explorar o hotel, que era outro oásis em meio a uma cidade feia, suja e com excesso de motoristas, coisa normal em se tratando do superpopuloso sudeste asiático. De certa forma nos lembrou o Vietnã, embora os veículos e motos aqui tenham um aspecto bem melhor.

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Vimos os preços das massagens no spa do hotel – eram o triplo do cobrado pelo spa do outro lado da rua!

Marcamos uma massagem javanesa com aromaterapia por 90 mil IDR, mas antes fomos comprar um lanchinho e pudemos ver o contraste: o supermercado era bem modesto, mas logo na entrada havia uma revenda de carros Honda zero quilômetro!

A massagem foi boa, mas a massagista tinha uma mão super pesada e saímos meio desconjuntados do local. Decidimos jantar no próprio hotel: pedi um frango a milanesa com vegetais cozidos e um lassi de manga.

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Havia coisas piores no cardápio de bebidas…

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Saímos as 8h30 da manhã seguinte do hotel direto a Borobudur.

Felizmente o café da manhã aqui, apesar de contar com a mesma oferta onipresente no Sudeste Asiático de macarrão, arroz, sopas e peixes, tinha várias outras alternativas ocidentais, como waffles, queijo e presunto. Ponto para o Melia!

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Viajamos cerca de 1h45 ate Borobudur, enfrentando o tráfego pesado da manhã de sexta. O templo é menor do que eu pensava e dá para ser percorrido sem pressa em menos de 3 horas.

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Borobudur é o maior monumento budista do mundo, erguido no Século 9. Tem notada influência indiana, mas com outras características e elementos que o tornam verdadeiramente indonésio.

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O templo é o local mais visitado na Indonésia e se situa no topo de uma colina, com uma área equivalente a 15.000 metros quadrados.

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Borobudur lembra uma grande stupa, mas visto de cima, forma na verdade uma mandala. Tem 504 estátuas de Buda e 2672 painéis em alto-relevo e foi construído sem qualquer utilização de cimento ou argamassa.

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Os seus inúmeros painéis mostram passagens da história de Buda, no que os estudiosos consideram ser o mais completo relato presente em um monumento.

DSC02602DSC02605Durante muito tempo ficou negligenciado, mas foi redescoberto em 1815, coberto de cinzas vulcânicas. Um projeto conjunto de restauração  do Governo Indonésio e da UNESCO, que durou cerca de 8 anos, trouxe de volta o esplendor original.

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Pode-se ver na foto abaixo que cada uma das stupas contem uma estátua de Buda em seu interior.

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Borobudur foi construído em três estágios, cada um representando uma das esferas superpostas do Universo budista: kamadhatu, rupadhatu, e arupadhatu.

DSC02617DSC02620Respectivamente a esfera dos desejos, das formas e da ausência de formas, que são representados pela base do monumento (kamadhatu), pelos cinco terraços (rupadhatu) e pelas três plataformas circulares e pela stupa superior (arupadathu), que pode ser vista na foto abaixo.

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Na saída do monumento, o que encontramos? Uma feirinha de badulaques e souvenires, como em qualquer outro lugar…

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Depois rumamos para Prambanan, o que nos fez atravessar a cidade inteira. O trajeto entre os dois templos demorou quase uma hora.

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Prambanam é um templo hindu, um dos maiores do sudeste asiático. Este conjunto de templos também data do Século 9, o que mostra que, ao menos aqui, as duas religiões conviviam (ou conviveram, mais exato) pacificamente.

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Aqui também houve uma série de erupções vulcânicas e terremotos, o que fez com que o templo ficasse esquecido por muitos anos e só redescoberto no Século 17.

O abalo mais recente,  em 2006, danificou boa parte dos templos, e o complexo chegou a ficar meses fechados à visitação pública.

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O conjunto de templos principal é dedicado ao Trimurti, ou seja, a representação do hinduísmo para o criador (Brahma), o preservador (Vishnu) e o Destruidor (Shiva).

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Além destes, se destacam três templos menores, chamados de Vahana e situados em frente aos principais, que simbolizam os animais que representam cada um dos deuses: Nandi, o touro (Shiva), Hamsa, o cisne sagrado (Brahma) e a águia Garuda (Vishnu).

DSC02658DSC02648Este complexo conta ainda com mais de 200 outros templos menores e que demandam mais algumas horas de contemplação que não possuíamos naquele instante.

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A sua construção também respeita a crença hindu nos três níveis, aqui chamados de bhurloka, bhuvarloka e svarloka, em ordem crescente de importância e similares, respectivamente, aos budistas kamadhatu, rupadhatu, e arupadhatu.

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Além dos templos, existe um pequeno museu, mais interessante pelo seu exterior do que pelo conteúdo da sua área interna.

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Achei Prambanam mais fotogênico do que Borobudur, com oportunidades de fotos mais interessantes.

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Como já disse, fechamos um pacote completo com o motorista, mas pode-se chegar aos templos de maneira independente usando o transporte público. Minha recomendação é que só se deve utilizar essa opção em último caso – não acho que o desconforto compense a economia.

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Prambanam tem entrada custando US$ 18 – em Borobudur é um pouco mais caro: US$ 22. Neste preço estão incluídos uma garrafa de água e o empréstimo de um sarong, obrigatório para a visita e que deve ser devolvido ao final.

Existe a opção de comprar uma entrada conjunta, um pouco mais barata do que as duas individualmente. As entradas também podem ser pagas em IDR, claro.

Para o jantar, tomamos um táxi para a Rua Prawirotaman, onde encontramos o simpático restaurante/lojinha/pousada chamado Via Via, onde degustamos um ótimo nasi goreng a preços mais que camaradas.

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Tudo isto foi acompanhado por um show de jazz gratuito, que ocorre nas noites de sexta. Fica a dica!

Achei que a visita aos dois templos no mesmo dia foi bem aproveitada, se você se dispuser a sair cedo, mas há quem prefira devotar um dia inteiro a cada um. A escolha é sua!

Sudeste Asiático – Cingapura, dia 11 – ida a Universal Studios em Sentosa

19 fevereiro 2015

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No dia seguinte decidimos ir a Sentosa Island, o playground de Cingapura.

Depois de verificar as opções dos pacotes, achamos melhor aproveitar o desconto de 10% dado pelo hotel para o ingresso da Universal Studios – pagamos apenas 68 SGD.

Chegar a Sentosa é facil: basta descer na estação Harbour Front do MTR e escolher sua forma de alcançar a ilha: indo pela Sentosa Boardwalk você paga 1 SGD e percorre um caminho com travelators circundado por jardins.

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A opção intermediária é o trenzinho, que custa 4 SGD e foi nossa escolha. O meio mais caro é o teleférico, que custa absurdos 26 SGD! Vai quem quer!

Todas as opções de transporte: de dentro do trem, a boardwalk está abaixo e o teleférico ao fundo!

Todas as opções de transporte: de dentro do trem, a boardwalk está abaixo e o teleférico ao fundo!

A Universal fica logo na primeira parada do trenzinho: Waterfront, onde fica o Resorts World, em rosa no mapa abaixo.

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O parque é dividido em 5 áreas, mas é bem menor do que seu irmão da Florida. Felizmente também parece ser menos lotado, e, com a fila de single rider, conseguimos andar em todos os brinquedos com tempo mínimo de espera.

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O layout do parque é circular e, após a entrada, tomamos a direção anti-horária, passando pela área chamada New York, com as inúmeras citações aos anos 50, Radio City Music Hall e carros antigos.

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Isto sem falar nas “romerobritices” da entrada do parque e do transatlântico encalhado no meio da rua!

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Sci-Fi City estava com sua principal atração ainda para ser inaugurada. Uma pena, pois eu sou completamente fanático por montanhas-russas e senti falta de uma para diversão completa.

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A área do Ancient Egypt tem o brinquedo mais interessante, na minha opinião: a montanha-russa da Múmia (repetimos umas 3 vezes!), além de um cenário interessante, com enormes estátuas.

Aqui pudemos verdadeiramente abusar da vantagem da fila de single rider: cada vez que íamos à Múmia, não ficávamos nem um minuto na fila!

Pena que ali não havia muito a oferecer: os outros brinquedos desta área (e do parque em geral) me pareceram um pouco infantis – só restou a opção de tirar mais fotos!

 

 

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A “Lost World” tinha uma atração imperdível, para tentar combater um pouco os efeitos do calor: o passeio de barco do Jurassic Park.

Com garantia de um banho de água no final, era tudo o que queríamos no momento!

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Na área de Far Far Away, havia um lindo castelo e um cine 3D mostrando um episódio divertido com  Shrek e seus amigos.

As áreas de Madagascar e Hollywood não pareceram muito interessantes para a gente, não!

Resumo da ópera: em pouco mais de 3 horas já tínhamos percorrido o parque todo e até reprisado os melhores brinquedos

Fomos então explorar as outras atrações da ilha, mas antes passamos no McDonalds para experimentar o Ebi burger, um hambúrger de camarão com molho suave de wasabi delicioso, acompanhado de fritas com tempero salgado de algas, white peach drink, uma mistura de suco de pêssego com sprite e torta de manga e maracujá.

Detesto confessar, mas estava tudo muito gostoso. E por menos de 10 SGD!

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Tomamos o bonde em Beach Station indo primeiro para oeste e depois para o leste (agora só existe um único bonde que faz os dois trechos).

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Paramos no ponto mais ao sul do continente asiático para tirar algumas fotos e deu uma vontade danada de tomar um banho de mar, pois o mormaço estava insuportável.

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A ilha tem várias atividades para todos os gostos, como aquário, luge (que eu experimentei da outra vez e recomendo sempre), …

Há pacotes que incluem 3, 5 ou todas as atrações (excluindo a Universal) começando por 39 SGD que tem custo benefício muito bom. Veja todas as opções aqui.

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Voltamos para o hotel e saímos para caminhar até o rio, passando pelo Museu da Civilização e atravessando o rio na linda Cavenagh Bridge.

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Tínhamos um encontro marcado com um colega de empresa que está trabalhando aqui. Subimos até o 63 andar do One Raffles Place para ir ao bar Altitude, de onde pudemos observar o skyline da cidade.

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Claro que tudo isso tem um preço, alto como o bar: os drinks começam em 20 SGD! É o privilégio de ter esta vista que compensa todo o resto…

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Depois descemos até a Riverwalk, onde encontramos esta simpática escultura do Botero. A história conta que, em 1995, após ter uma escultura similar danificada por bombas em Medellin, ele resolveu enviar esta escultura, que foi chamada de “Bird of Peace”, para bem longe! (Atualização: a querida Lu Malheiros esteve em Medellín e nos contou que esta estória não procede!)

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Resolvemos jantar em um simpático restaurante italiano. Os grissinis enrolados com parma de entrada estavam sensacionais!

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E assim terminou nosso primeiro período em Cingapura – voltaríamos 3 dias depois para fechar com chave de ouro a visita à esta cidade.

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